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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

5 pessoas trans que você pegaria sem pensar duas vezes

O destino nos prega cada peça, não é mesmo?! Já parou pra imaginar que existem pessoas que nascem de um jeito X, mas não se sentem felizes nem plenas vivendo naquele corpo e acabam adotando um processo de transição, para chegar ao jeito almejado Y?
E isso é meio que impassível de críticas, até porque ninguém paga a conta de ninguém, muito menos é obrigado a ficar com alguma pessoa que chegou a passar por um processo de transexualidade. Certo?
Não tem como fugirem de um eventual dilema: “Você pegaria?” Sim, é o que estamos te perguntando, sobre os 5 casos à seguir, de pessoas transexuais que são extremamente belas em seus respectivos segmentos. 



1. Até o Romário pegou. Você não pegaria?

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O nome desta belíssima moça é Thalita Zampirolli, que acabou ficando famosa após ser vista andando junto de mãos dadas com o ex-jogador e político carioca, ” O baixinho” Romário.
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De fato, se ela quisesse, ela conseguiria “enganar” qualquer tipo de marmanjo! Até porque o que mais chama atenção é a sua feminilidade! Mas se liga ai em como a bela Thalita era antes:
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 2. Mel, doce mel…

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Essa é a Candy Mel  e ela é nada menos do que uma das vocalistas da Banda Uó, um famosíssimo grupo goiano que mistura vários elementos regionalistas, tecno-brega e mescla com ritmos pop, e que vem fazendo um baita sucesso em todo país.
Vai falar que se uma bela morena como essa, com uma doce voz, igual a que Candy Mel tem, chegasse ao pé do seu ouvido, você não pegaria?

3. De Rupaul Drag’s Race, diretamente para o estrelato

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Essa é Carmen Carrera, uma moça que ganhou fama graças ao reality show norte-americano “Rupaul Drag’s Race”, para eleger a drag queen mais f*da dos Estados Unidos. A bela mandou bem por lá, chegou longe no reality e a fez subir a outros patamares, quando decidiu ao invés de ser uma drag, se tornar uma transexual, ela começou a tomar hormônios e ficou ainda mais bela.
Essa é a Carmen antes do processo de transexualidade:
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4. Tem “pras mina” também, pô

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Esse é Ashton Colby, um rapaz que registrou toda o processo de sua transformação para os inscritos de seu canal no Youtube.
Falando sério, dá pra imaginar que alguém assim nasceu tão diferente?
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5- É menino ou menina?

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Tereza Brant possui o corpo masculino, o olhar penetrante e expressões faciais muito marcantes. E ela faz muito sucesso com a mulherada, que se ela não chegar a dizer, acredita facilmente que se trata de um baita ‘boyzão’. Mas acredite, Tereza nasceu mulher!
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Querido(a) leitor(a), o que você achou da nossa seleção? Você pegaria algum desses exemplos citados?

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Aspectos positivos sobre pornografia que você nem imaginava

Quem nunca assistiu a pornografia? Bom, muita gente, na verdade. Sendo um tema extremamente polêmico, acaba sendo um pouco complicado falar sobre o assunto. A pornografia é associada, por muita gente, a violência sexual e preconceito contra a homossexualidade. Mas, na verdade, a pornografia pode não ser tão ruim assim. Afinal, tudo tem seus lados positivos, não é?
Conheça 5 coisas positivas sobre a pornografia.

1. Estimula a tolerância

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Apesar da crença muitas pessoas que a pornografia estimula a intolerância por parte de homens heterossexuais com relação aos gays, uma pesquisa revelou que a pornografia torna os homens mais tolerantes com respeito à homossexualidade e outros estilos de vida. Os pesquisadores especulam que isso ocorre porque, ao sermos expostos à pornografia, também somos apresentados a ideias, atividades e inclusive adereços sexuais que jamais passariam por nossas cabeças.

2. Pode ajudar a deixar as pessoas felizes

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Embora a maior parte do conteúdo pornográfico não retrate a realidade dos casais, assistir a trechos de filmes eróticos pode ajudar tanto homens quanto mulheres a entrarem mais rápido no clima. De acordo com alguns estudos esse tipo de material pode levar os casais a atingirem o pico de excitação em poucos minutos, tornando as preliminares mais eficientes e reduzindo o tempo que elas precisam ser praticadas.
Além disso, assistir a esses filminhos juntos pode fortalecer as conexões emocionais que existem entre os casais e, isso, por sua vez, pode levar a uma melhor conexão física também. Assim, a pornografia pode ser benéfica tanto para a mente como para o corpo, já que ela ajuda a unificar esses dois aspectos nas vidas de homens e mulheres.

3. Pode ser de utilidade pública

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Para quem acredita que a pornografia estimula a prática do sexo e, como consequência disso, seria uma das responsáveis pelo aumento de doenças sexualmente transmissíveis e de gestações indesejadas, as estatísticas provam o contrário. De acordo com diversos centros de controles de doenças dos EUA, desde 1990, o número de abortos caiu em 41%, os casos de gonorreia caíram 57% e os de sífilis 74% durante esse período. Esse período coincide com a época em que a internet começou a se popularizar e o acesso em massa à pornografia aumentou drasticamente. Segundo os centros de controle a explicação seria que, com o aumento da masturbação, a pornografia provocou uma redução no número de indivíduos que buscavam no sexo com outras pessoas uma forma primária de satisfação

4. Educativa

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Não são todos que tem a felicidade de viver em um país com liberdade que permita que as pessoas possam falar sobre sexo abertamente. Assim, a pornografia pode beneficiar aqueles que só aprendem através de conversas com os pais ou por meio de livros de anatomia. Em um estudo realizado na Dinamarca com 600 pessoas de ambos os sexos entre as idades de 18 e 30 anos, a maioria dos participantes entrevistados revelaram que a pornografia os havia ajudado em vários aspectos, desde aumentar seus repertórios sexuais e até mesmo melhorar suas atitudes com respeito a pessoas do sexo oposto.

5. Pode ajudar na repressão

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Alguns países enfrentam um verdadeiro paradoxo: de um lado a população é exposta constantemente à sexualidade — através de revistas, filmes, televisão etc. —, e pelo outro lado algumas tradições culturais e religiosas condenam a pornografia como sendo prejudicial e vergonhosa para a conduta da pessoa. Desta forma, quem curte esse tipo de conteúdo são taxados como pessoas decadentes e solitárias. Porém, um estudo revelou que, talvez, esse estereótipo esteja errado. Depois de avaliar 300 estudantes, um pesquisador da Universidade de Utah, nos EUA, concluiu que os alunos que se esforçavam para reprimir a pornografia, eram os que mais tinham desejo de ter contato com ela, sem falar que eram os que apresentavam mais problemas com suas próprias sexualidades. Além disso, a pesquisa mostrou que a pornografia é inofensiva e que existem aspectos positivos relacionados com ela, pois as pessoas que apreciam esse material não ficam na neura de ter contato com temas pornográficos, além de terem vidas sexuais mais saudáveis e menos reprimidas.

domingo, 16 de agosto de 2015

Pênis do futuro: 8 melhorias para a evolução do seu melhor amigo

Já pensou em um pênis com conexão com a internet para fazer sexo virtual? Ou um membro capaz de resistir às inúmeras Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs)? O Site IO9, especializado em tendências futurísticas para as mais variadas coisas, listou oito características que o ‘pênis do futuro’ pode apresentar.
Entre os pontos descritos no site, há alguns que realmente estão previstos com base em estudos científicos e experiências já iniciadas. Porém, há outros que são apenas frutos da imaginação de todos que se interessam pelo órgão reprodutor masculino, não importando a finalidade. Para esses casos, o autor explica que tentou descrever a melhor maneira de se chegar ao resultado a partir da situação atual.

De acordo com o autor, assim como o cérebro humano, o pênis utiliza apenas 10% de sua capacidade. De qualquer forma, seguem as possibilidades que o “pênis cibernético” pode apresentar no futuro.


1. Resistência às DSTs

O pênis do futuro não vai ser totalmente livre de se contaminar por Doenças Sexualmente Transmissíveis, pois são muitas as enfermidades e formas de transmissão conhecidas. Porém, com os avanços tecnológicos, o membro, junto com um sistema imunológico também avançado, pode apresentar grande resistência e diminuição dos riscos de contaminação.
Esse processo aconteceria da seguinte forma: biossensores seriam implantados no pênis e identificariam a presença de corpos estranhos e diferentes patologias, alertando o sistema imunológico (que também seria aprimorado por meio do avanço tecnológico) para se defender dos micro-organismos responsáveis pelas doenças.
Qualquer pênis, mesmo que “ultraequipado”, mas que contenha sangue correndo em suas veias, será suscetível à contaminação de doenças. Entretanto, com o advento do pênis tecnológico, os riscos de infecção diminuiriam muito.

2. Controle de natalidade por demanda

Mecanismos anticoncepcionais destinados aos homens já são desenvolvidos atualmente e existem alternativas em estudo para proporcionar maior qualidade de vida para os usuários. Atualmente, as pílulas desenvolvidas são passíveis de esquecimento e possuem efeitos colaterais pelo envolvimento hormonal que acarretam (tanto para os homens quanto para as mulheres). Já processos como a vasectomia são permanentes, não permitindo o controle sobre quando os espermatozoides podem ou não agir e fecundar o óvulo.
Mas, com os estudos realizados atualmente, mecanismos de controle de fecundação estão sendo desenvolvidos. Alguns têm o intuito de bloquear a saída do sêmen antes de chegar à uretra e outros visam abolir a capacidade do esperma de penetração na célula reprodutora feminina.

Além disso, há alguns estudos para desenvolver uma espécie de “chave genética”, cujo objetivo seria ligar e desligar a produção de espermatozoides. O desafio para esse processo é com relação ao tempo para que o corpo volte a produzir esperma e também as possíveis disfunções hormonais.

3. Fim dos problemas de ereção

Atualmente um dos problemas mais incidentes relacionados ao pênis é a dificuldade de ereção. Estudos com terapia genética, tratamento farmacêutico, lançamentos de novas drogas e medicina regenerativa, como o enxerto de nervos, são algumas das possibilidades em desenvolvimento. Essas alternativas devem, inclusive, ser concebidas antes do advento do pênis futurístico.

De qualquer forma, todas as alternativas possíveis atualmente de alguma maneira apresentam riscos, efeitos colaterais ou resultados não tão satisfatórios neste sentido. Drogas como o Viagra, por exemplo, têm ajudado bastante, mas causam uma ereção por tempo muito extenso, além de serem muito caras.
Neste sentido, o pênis do futuro pode ajudar muito, caso os cientistas consigam desenvolver maneiras para que o membro se autorregenere. Outra possibilidade seria que, com o avanço da idade, o membro  receberia implementos artificiais que substituam alguns elementos naturais que estejam causando o problema.

4. Orgasmos múltiplos

O ponto que impede os homens de atingir múltiplos orgasmos é o tempo que o pênis fica “inativo” após uma ejaculação. Esse processo é chamado de Período Refratário e, dependendo da idade, pode levar de minutos a horas até que o membro volte a ter capacidade de ficar ereto.
Estudos dão conta de que esse fato é proporcionado pelo cérebro e não por qualquer defeito no próprio pênis. Segundo os cientistas, uma grande quantidade de hormônios é liberada com uma substância chamada “prolactina”, a qual inibe a ação da “dopamina”, responsável pelo estímulo sexual.

Para diminuir ou até acabar com o Período Refratário, a saída seriam elementos inibidores de prolactina, que conteriam a liberação dessa substância automaticamente após o orgasmo. Num futuro ideal, o “pênis avançado” poderia ficar ereto por demanda, quando o seu “dono” bem entendesse ou julgasse necessário.

5. Avanço na sensibilidade e no orgasmo

Atualmente, os cientistas realizam estudos que visam atingir as áreas mais remotas do cérebro e, com esses processos, já conseguiram produzir estímulos e excitação no núcleo accumbens, uma das regiões do órgão diretamente responsável pela sensação de prazer. Para aumentá-la, junto com a sensibilidade, e aprimorar a intensidade do orgasmo, a saída, possivelmente, será o avanço na capacidade dessa e das demais regiões do cérebro de responder às informações sensoriais enviadas pelo pênis.
O problema dos mecanismos de estimulação de áreas profundas do cérebro é que esses processos são muito invasivos, e o grande desafio da Ciência então seria atingir níveis de excitação de maneira menos agressiva. Uma das alternativas seria estabelecer uma conexão entre os sinais nervosos do pênis e dispositivos de estimulação transcraniana magnética ou por corrente direta. No futuro, esses aparelhos poderiam se tornar internos por meio de implantes.

6. Moldagem e tamanho ajustáveis

Este é um dos pontos que mais mexe com a imaginação e com o sentimento de homens e mulheres em relação ao “pênis do futuro”. A possibilidade de adequar tamanho e formato à capacidade física ou ao desejo da(o) parceira(o) deve ser uma das atribuições mais cobiçadas para o membro masculino. E essa característica faria com que os homens pudessem escolher as medidas bem como as características da superfície de seus membros.

Nesse sentido, qualquer tipo de avanço seria uma revolução, portanto, além de um desafio para desenvolvimento de técnicas complexas, também exigiria significativos avanços tecnológicos e de material. De qualquer forma, uma situação como essa não fica totalmente fora de cogitação, já que atualmente há registros de transplantes de pênis, sem perdas de função, completamente bem-sucedidos. Com as possibilidades já exploradas pela Ciência, no futuro, mesclando tecidos naturais e artificiais, talvez seja possível chegar a um pênis sintético, feito em laboratório, com funções principais e outras ainda mais avançadas, como a de alterar tamanho e forma.

7. Vibrador e modo “Hands Free”

Com novos “pênis” cibernéticos e futuristas que vão alterar forma e tamanho, por que não pensar em novas tecnologias que vão além da maneira “convencional” de utilizá-lo? A ideia aqui é dispensar o uso das mãos (hands free) para atingir o prazer máximo que órgãos genitais vibradores podem oferecer. Dessa forma, tanto para homens quanto para mulheres, o simples fato de pensar em algo excitante poderia fazê-los chegar ao orgasmo.

8. Conexão com a internet

Sim, os “smartpênis” poderão ter a funcionalidade genial de conexão com a rede mundial de computadores. O intuito seria aperfeiçoar o sexo virtual sem a utilização dos brinquedos eróticos que, atualmente, aprimoram as condições para se ter relações sexuais online com um parceiro à distância.

Um aplicativo online também poderia receber informações por Bluetooth, para monitorar estatísticas e dados biométricos, podendo até traçar objetivos por período. E as maravilhas tecnológicas do “pênis digital” também possibilitariam atualização de softwares, trazendo cada vez mais avanços para a sua “plataforma peniana”.
Fonte(s)

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