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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

PROFESSORA AMEAÇADA DE DEMISSÃO ACUSADA DE POSTAR FOTOS PORNOGRÁFICAS ONLINE



A professora Mindi Jensen passou por alguns problemas recentemente, relacionados a algumas fotos que ela postou online. Mindi é educadora em Price, Utah, EUA, é divorciada, tem 37 anos e cuida sozinha de quatro filhos. Além disso ela é uma praticante de Fitness bem conhecida pela sua participação em várias competições da categoria, e mesmo assim alguns pais de alunos se sentiram incomodados com fotos em suas redes social e queixaram-se a direção da escola descrevendo as fotos como "pornográficas" e "obscenas". A escola então exigiu que Mindi removesse as fotos ou tornasse seu perfil privado, e se não o fizesse ela seria demitida da escola.
Sua primeira decisão foi colocar seu perfil no Instagram privado, mas depois decidiu que era um absurdo deixar seu perfil privado, pois várias pessoas que se inspiram em suas fotos a praticar uma vida saudável e estar em forma, não teriam acesso as imagens das competições que ela sempre participa, e na academia malhando nos aparelhos que ela posta com frequência, e ela não iria parar de compartilhar sua história. Ela também utiliza um perfil pessoal no Facebook para essa divulgação.
Com essa decisão e com a repercussão do fato, ela conseguiu convencer a direção da escola, que mudou de atitude mostrando aos pais sobre a utilidade responsável que ela fazia da internet. E segundo a professora, em uma entrevista, ela diz que os pais que estão reclamando, não são os pais das crianças que ela ensina.
Confira as fotos dela, e note que não há nada demais. Principalmente porque não vejo as tais fotos "obscenas" que os pais se referem.
  























A professora com os filhos

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Adolescente trans de 17 anos sofre perseguição por ter seu registro de alistamento vazado no Facebook

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A jovem Marianna Lively por ser transexual e ainda não ter conseguido alteração nos seus documentos, foi obrigada a se alistar no exército na última quarta-feira (23) no 4º Batalhão de Infantaria Leve, em Osasco, São Paulo. No Brasil o alistamento militar é obrigatório para os homens ao completar 18 anos.
O que Marianna esperava que seria um simples ato obrigatório, na verdade gerou uma série de problemas em sua vida. Apesar de não ter sofrido nenhum tipo de preconceito no momento do alistamento, ela acabou se tornando alvo de perseguição virtual após suas imagens durante o processo de alistamento terem sido divulgadas na internet.
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Alguém compartilhou fotos suas na internet e elas começaram a aparecer no Facebook e WhatsApp regadas de comentários ofensivos e de piadas com o fato dela ser transexual. Para deixar ainda mais assustador, pessoascomeçaram a ligar para ela e assediá-la.
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Marianna Lively recebeu inúmeras de ligações, mensagens no WhatsApp e teve dados pessoais e fotos suas compartilhadas em redes sociais com mensagens transfóbicas.
No facebook, ela compartilhou o que aconteceu:
“Sou Marianna (nome social) sou transgênera, tenho 17 anos. Fui me apresentar no quartel no dia 23/09/2015 como meu dever de cidadã brasileira. Chegando lá todos me trataram normalmente, sem preconceito e com educação. Porém, no mesmo dia quando era 14:00 começaram algumas ligações estranhas em minha residência. Pessoas desconhecidas do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Ceará, procuravam por David (meu nome de registro). Esses desconhecidos que estavam ligando, caçoavam de mim por eu ser trans, já outros me diziam ter gostado de mim e queriam deixar telefone para eu entrar em contato”
Em entrevista ao BuzzFeed Brasil a jovem contou que foram dezenas de ligações. “Ligavam de minuto a minuto, teve uma hora que parei de atender”.
Marianna conta que por volta das 10 da noite as fotos postadas acima começaram a ser compartilhadas nas redes sociais e no WhatsApp acompanhadas de mensagens transfóbicas. No dia seguinte, ela voltou ao local para esclarecer com o capitão da base onde havia se apresentado o que  poderia ter acontecido.
“O capitão pediu desculpas pelo transtorno, disse que a pessoa que havia feito o ato de infantilidade iria ser punido, mas ao mesmo tempo que ele me dizia isso, ele dizia que era para eu deixar as coisas se acalmarem e simplesmente trocar de telefone, como se fosse reparar o erro deles”,  relatou ela no seu Facebook.
“Me senti um lixo exposto, fiquei muito mal, com uma ferida aberta. Nenhuma trans quer ser chamada pelo seu nome de registro, é constrangedor. Ainda mais ter desconhecidos ligando em sua residência.”
Procurado pelo BuzzFeed Brasil, o Comandante David do Batalhão de Polícia do Exército de Osasco, responsável pela região, afirmou que está aguardando Marianna para esclarecimento.
“O caso ocorreu em frente ao quartel e eu desconheço a instalação então não posso te afirmar nada, mas já estou sabendo do ocorrido por cima e estou aguardando a vinda da jovem para auxiliá-la”, disse David por telefone.
Marianna buscou uma advogada e registrou um boletim de ocorrência. Como uma das imagens que circulam trazem, além do seu telefone, também o seu endereço, ela foi para casa de uma tia.
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Marianna diz que vai realizar todas as denúncias e seguir com um processo porque não quer que “outras trans passem pelo mesmo”. “Espero ter sido a ultima a ter sido feita de chacota com o ato de infantilidade do quartel,” disse.

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