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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

MASTURBAÇÃO × MITOS 8 mitos comuns sobre a masturbação

Todo mundo se masturba. Ou quase todo mundo; de acordo com uma pesquisa nacional feita em 2009 nos Estados Unidos, cerca de 90% dos homens já havia se masturbado até os 30 anos de idade. Embora isso seja muito comum, ainda existem alguns mitos que pairam sobre o assunto. Com a ajuda de alguns profissionais de saúde, vamos desmascará-los aqui e agora.


(Foto cedida por Getty Images)


Masturbação faz mal para o órgão sexual



(Foto cedida por Getty Images)
Embora seja vigorosa e um pouco violenta, a masturbação não causa nenhum dano real. Desde que a pessoa não tenha feito qualquer operação recente na região genital, como uma circuncisão, o Dr. Ira D. Sharlip, professor clínico de Urologia na UCSF, diz que é até possível (em teoria) fraturar o pênis durante a masturbação, mas que uma lesão deste tipo é muito rara.
Masturbação não afeta sua fertilidade
Homens não se tornam inférteis como resultado da masturbação, mas este ato pode reduzir temporariamente a fertilidade. “Normalmente, leva cerca de 12 a 24 horas para a contagem de esperma se normalizar após uma ejaculação anterior”, diz Sharlip. “Então, se um paciente se masturbar com muita frequência (várias vezes durante o dia), isso suprimirá temporariamente a fertilidade”. Este efeito é temporário e não implica em qualquer consequência definitiva.


Autoestimulação é altamente viciante



(Foto cedida por Getty Images)
É verdade que algumas pessoas se masturbam de maneira obsessiva, como as viciadas em compras ou em jogos de video game, mas isso é uma questão de saúde mental. Qualquer pessoa que se masturbe demais, permitindo que esta atividade interfira em sua rotina diária, deve procurar um profissional de saúde mental. Mesmo que a masturbação seja um problema para alguns, as pessoas não deveriam deixar de se masturbar por medo de se viciarem. Para a maioria esmagadora das pessoas, a atividade é saudável e prazerosa.


Autoestimulação faz as pessoas enlouquecerem



(Foto cedida por Getty Images)
Este mito se compara a outros que dizem que a masturbação deixa as pessoas cegas e faz crescer pelos nas mãos. Vale mencionar que muitos especialistas acreditam que a masturbação é benéfica para sua saúde mental. O Kinsey Institute observa que a autoestimulação pode ser relaxante, além de ajudar as pessoas a terem mais confiança em sua sexualidade.


A masturbação pode corrigir uma disfunção erétil

Os melhores tratamentos para disfunção erétil devem ser feitos por um profissional. Além disso, é improvável que a masturbação tenha algum papel na resolução deste problema. No entanto, ela pode ser usada como uma espécie de diagnóstico para conhecer a profundidade da situação do paciente. Se um homem for capaz de se manter ereto durante a masturbação, mas não conseguir fazer o mesmo em um ato sexual com outra pessoa, é provável que a disfunção erétil tenha uma causa mental e não física.
A masturbação é um bom tratamento para ejaculação precoce


(Foto cedida por Getty Images)
Em alguns casos, sobretudo entre os mais jovens, a masturbação antes do sexo pode ajudar um homem a durar mais tempo na cama. Isso ocorre porque quando um homem ejacula, ele geralmente leva tempo para fazê-lo novamente. Na experiência do Sharlip, no entanto, os homens que usam a ejaculação desta maneira geralmente fazem isso com sua parceira sexual, não sozinhos.


A masturbação evita câncer de próstata.



(Foto cedida por Getty Images)
Dois estudos feitos em 2003 e 2004 trazem provas conclusivas de que homens que ejaculam mais, têm um risco menor de desenvolver câncer de próstata. Estes estudos mostraram que homens que ejaculam cerca de 20 vezes por mês tem um terço a menos de risco da doença com relação aos homens que ejaculam apenas 4 a 9 vezes por mês. Um estudo posterior, feito em 2008, adiciona uma ressalva: homens sexualmente ativos por volta dos 20 anos de idade têm um risco maior de terem câncer de próstata, particularmente se eles se masturbam muito.
O sexo fica sem graça


(Foto cedida por Getty Images)
Biologicamente falando, a masturbação pode levar a algo mais do que um orgasmo. "Acho que a ejaculação frequente por masturbação pode reduzir o prazer do sexo com parceiros”, diz Sharlip. Isso ocorre porque a intensidade de um segundo orgasmo é ligeiramente reduzida em relação ao primeiro, mas este cenário se aplica a qualquer tipo de ato sexual. A menos que você esteja se masturbando em excesso (sozinho ou acompanhado), é improvável que tenha problemas deste tipo.

Por Taylor Kubota


Fonte: Yahoo/Br Vida

terça-feira, 3 de março de 2015

7 mitos e verdades do câncer de mama

Confira os mitos e verdades mais comuns do câncer de mama e tire dúvidas sobre a doença, que, se diagnosticada precocemente, tem altas chances de cura.

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A doença é a maior causa de morte por câncer nas mulheres em todo o mundo, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), que estima para 2014 o diagnóstico de 57.120 novos casos da doença.
Para o professor adjunto da PUC-RS, Felipe Zerwes, mulheres de qualquer idade podem ter a doença. “Esse tipo de câncer é raríssimo em adolescentes e a incidência é baixa em pacientes abaixo de 35 anos, mas independentemente da idade, todos os casos suspeitos devem ser investigados adequadamente. A idade mais comum do diagnóstico é a partir dos 50 anos”, comenta o mastologista.
Confira os mitos e verdades mais comuns do câncer de mama e tire dúvidas sobre a doença, que, se diagnosticada precocemente, tem altas chances de cura.
  1. Dor na mama significa câncer? 
MITO. Um grande número de pacientes, ao sentir dor na mama, logo acredita estar relacionada ao câncer, quando, na verdade, o câncer de mama na maioria dos casos é indolor.
  1. Mulheres com histórico familiar da doença possuem mais risco de desenvolver o câncer?
VERDADE. Cerca de 5% a 10% dos casos de câncer de mama apresentam uma mutação genética, que predispõe o aparecimento da doença. As mulheres com histórico familiar possuem risco maior dessas mutações do que a população em geral.
  1. O perfil genômico (Symphony) auxilia a identificar qual o melhor tratamento do câncer de mama?
VERDADE. O estudo do perfil genômico da doença permite conhecer melhor o grau de agressividade do tumor, possibilitando uma escolha de tratamento mais apropriada para cada caso. É a chamada ’individualização do tratamento’.
  1. Todo câncer de mama precisa ser tratado com quimioterapia?
MITO. O perfil genômico indica se a mulher com câncer precisa de quimioterapia, a partir de análise do subtipo de tumor. Caso seja de baixo risco, há possibilidade de exclusão do procedimento que, além da queda de cabelo, acarreta efeitos colaterais diversos, que podem até levar a paciente à internação.
  1. O uso de desodorante aerossol pode causar câncer?
MITO. Essa crença se deve à suposição de que certas substâncias químicas presentes no desodorante aerossol estejam relacionadas com aumento de risco para câncer de mama, porém, evidências científicas disponíveis não corroboram a informação.
  1. Todo nódulo pode ser caracterizado como tumor?
VERDADE. Tumor é um termo geral que caracteriza uma nodulação. Existem tumores benignos e tumores malignos. O câncer é um tumor maligno. A maioria dos tumores (ou nódulos) é benigna.
  1. Há um procedimento diferente para as mulheres que têm prótese nos exames preventivos? 
VERDADE. A paciente portadora de implantes de silicone realiza uma técnica especial durante a mamografia, denominada manobra de Eklund, para melhor visualização da mama.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

5 Mitos Sobre Ser Freelancer

5 mitos sobre ser freelancer

Ser Freelancer Pode Ser O Sonho De Algumas Pessoas, Mas Há Ainda Alguns Mitos Associados A Esta Profissão. Conheça 5 Mitos Sobre Ser Freelancer.


O estereótipo do freelancer ainda é o de um profissional que não tem horários para dormir nem acordar, nunca tira férias e passa o dia de pijama.

Pelo menos é o que pensa Sebastián Siseles, diretor para América Latina do site freelancer.com. Segundo ele, nossa cultura conserva muitos mitos sobre essa modalidade de trabalho - mas não porque ela seja nova.

“Profissionais autônomos existem desde sempre”, afirma Siseles, “Basta pensar em médicos, advogados, arquitetos e tantos outros que nunca tiveram chefes”.

A novidade, de acordo com ele, é que a internet permitiu que profissionais de novas áreas - como arquitetura, marketing e comunicação, por exemplo - também aderissem a essa forma de trabalho, sobretudo pela facilidade de encontrar clientes.

Para Eduardo L’Hotellier, CEO do site de recrutamento GetNinjas, o aumento das importações de equipamentos eletrônicos pelo Brasil na metade dos anos 1990 também colaborou para a tendência. 

É que a chegada da tecnologia doméstica permitiu que mais pessoas fossem capazes de trabalhar de casa. Como essa “explosão” ainda é recente, explica L’Hotellier, nossa cultura ainda mistifica a vida do freelancer. Veja a seguir alguns dos enganos mais comuns sobre a modalidade:

1. Freelancer Sempre Ganha Mais/Menos Do Que Contratado


Enquanto alguns acreditam que o autônomo necessariamente tem salários maiores do que o contratado, outros têm a convicção de que a remuneração dele é mais baixa. Na verdade, segundo L’Hotellier, não dá para determinar quem ganha mais ou menos.

“Depende da área, e também do próprio profissional”, diz. Ele explica que pessoas com dificuldade de fazer contatos talvez não consigam montar uma carteira de clientes, e então ganham mais como funcionárias de uma empresa. Já alguém que trabalha com fotografia de eventos, por exemplo, tem um salário melhor se não tiver que repassar parte da receita para um empregador.

2. Não Existe Hora Para Trabalhar


“Por incrível que pareça, muita gente acha que o freelancer acorda a qualquer hora e trabalha de pijama o dia todo”, diz Siseles.

É verdade que o “escritório” desse profissional pode ser tão descolado quanto um café ou bar. “Mas isso não quer dizer que ele não tenha reuniões nem compromissos com horários marcados”, afirma o executivo.

3. Ninguém É Freelancer Por Opção


De acordo com Siseles, a modalidade ainda sofre muito preconceito e é vista como um trabalho de “segunda categoria”, ao qual ninguém adere por iniciativa própria.

“É uma opção sim”, afirma o diretor do freelancer.com. “Não tem o glamour de trabalhar num escritório da  avenida Faria Lima (em São Paulo), mas tem o lado cool de poder trabalhar num café. É uma questão de perfil".

4. Há menos oportunidades de contato social
Se você não tem um emprego fixo, não tem colegas de trabalho - e, sem eles, não socializa com ninguém ao longo do dia, certo?

Errado, afirma Siseles. Os horários do freelancer são diferentes, e isso abre espaço para outras relações que não existem na rotina do profissional contratado. “Em vez de ir à academia às 19h da noite, ele vai ao meio-dia, e lá conhece outras pessoas com agendas parecidas com a dele”, diz.

5. Não Há Nenhuma Garantia


“Muita gente pensa que, sendo freelancer, nunca vai se aposentar”, diz L’Hotellier. Ele diz que as pessoas se esquecem da existência de alternativas para garantir um futuro seguro. “O profissional pode contribuir para o INSS como autônomo ou pagar uma previdência privada, por exemplo”, afirma.

A ideia de que o trabalho é mais instável que outros também é criticada por Siseles. “Sem contar a carreira pública, que emprego é realmente estável?”, diz. Além disso, ele argumenta que o freelancer já está acostumado às suas oscilações de renda. “Ele sabe que há meses bons e meses maus, e se prepara para isso”, afirma. [info]

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