terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Apresentadora coloca botox e vira piada na emissora onde trabalha


Uma apresentadora jovem, que começou na função há apenas 4 anos virou piada na emissora em que trabalha. Ela colocou recentemente botox e apareceu com uma testa enorme, bem desproporcional ao seu rosto. Tudo começou depois que ela postou uma foto com outra apresentadora da emissora em uma rede social, na foto dava para evidenciar a testa que aumentou de tamanho.
Nos bastidores da emissora, a apresentadora virou motivo de piada, principalmente entre os maquiadores e pela própria produção do seu programa que pelas costas da moça, a chamam de o primeiro nome mais Testão, ou seja, ela perdeu seu sobrenome e passou a ser chamada de Testão.
Alguns mais maldosos na emissora falam que ela está querendo competir com outra apresentadora do mesmo canal que também tem botox e tem a testa grande, falam que querem competir pra ver quem das duas têm a maior testa.
Tudo é feito pela costas da apresentadora ela nem desconfia que alguns que se dizem amigos estão chamando de Testão.
Sabe quem é?

Emergência... ligue 911


Roupa transparente da repórter chama mais atenção que a entrevista


Se tá difícil difícil pra você...


CAPIROTAGEM DO DIAh

capirotagem
que-isso

Mulher mostrando quem manda no whats


Com mulher é assim brother!

Drones equipados com células de hidrogênio podem voar por mais tempo

O uso de células de hidrogênio em drones pode ser uma alternativa para dar aos aparelhos maior autonomia de voo. A Intelligent Energy é a empresa por trás da ideia de adaptar esse tipo de geração de energia aos drones atuais com o uso de uma célula pequena, que pode ser acoplada a um aparelho e ligada às suas baterias. Dessa forma, o acessório gera energia e mantém a bateria carregada para aumentar a capacidade do drone em ficar no ar.

Células de hidrogênio funcionam combinando os gases oxigênio e hidrogênio em seu interior. A reação química, que gera vapor d’água, também libera eletricidade, usada para manter as baterias do drone carregadas, mesmo em pleno voo.

Célula de hidrogênio se comporta como gerador de eletricidade para manter o drone voando por mais tempo (Foto: Divulgação/Intelligent Energy)
Célula de hidrogênio se comporta como gerador de eletricidade para manter o drone voando por mais tempo (Foto: Divulgação/Intelligent Energy)

Além de estender a autonomia dos drones, que hoje raramente passam dos 20 minutos de voo, a célula de hidrogênio também teria a vantagem de reduzir o tempo de espera entre recargas, quando os aparelhos estão no chão. Atualmente, depois de esgotar as baterias, um drone precisa pousar e ter os componentes trocados, ou ser ligado à energia para recarregar num processo que pode levar mais de 40 minutos a duas horas, dependendo do tipo de bateria.

Com o uso da célula, a recarga do aparelho enquanto pousado poderia ser agilizada, com o tempo reduzido para uma questão de minutos.

A ideia de aumentar o período hábil de funcionamento dos drones é importante para aplicações diversas. Empresas, como a Amazon, que desenvolvem serviços de entregas com esse tipo de aparelho precisam de mais autonomia, assim como profissionais de vídeo e autoridades que realizam monitoramento de áreas grandes.
As dúvidas em relação ao projeto são relacionadas ao próprio hidrogênio, que é um gás caro de se adquirir. Além disso, o peso da célula acoplada ao drone pode ter efeitos negativos em alguns aparelhos.
Por enquanto, a célula de hidrogênio para drones ainda é um protótipo da Intelligent Energy. A empresa deve realizar uma apresentação com mais detalhes do funcionamento da tecnologia durante a CES 2016, em janeiro.
Via Engadget

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