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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Top 10 vídeos de Drones em 2015. Confira imagens impressionantes feitas com veículos aéreos não tripulados

Esta coleção de vídeos foi feita através e uma pesquisa nos principais sites de vídeos, filtrados entre os que tiveram maior número de visualizações e que foram feitos em 2015. Segure firme e aproveite!


#10 – A PERFECT STORM


Super vídeo de surf feito com imagens em solo e também de Drones.

#9 – LOS ANGELES


Tomadas aéreas da cidade de Los Angeles, nos EUA, de ângulos nunca vistos.

#8 – DRONES SACRIFICED FOR SPECTACULAR VOLCANO


National Geographic aderindo às imagens de Drones para explorar vulcões.

#7 – DRONE SHARK FOOTAGE


Esta é de dar medo: Drones flagram tubarões a poucos metros de surfistas…

#6 – DRONE FISHERMAN


Drone quase é “fisgado” por pescadores.

#5 – THE SWARM MANNED AERIAL VEHICLE MULTIROTOR SUPER DRONE FLYING


Este inventor no estilo “professor Pardal” colocou vários Drones voando junto pra ir na contramão e construir um “VANT tripulado”.

#4 – 2M WEDGE-TAILED EAGLE TAKES DOWN DRONE. WATCH IT PUNCH IT OUT OF THE SKY – AUSTRALIA


Extra-Extra! Drone é brutalmente atacado por uma Águia! A Águia está bem, já o Drone…

#3 – AUSCHWITZ: DRONE VIDEO OF NAZI CONCENTRATION CAMP


Em terceiro lugar no ano, um vídeo sombrio do campo de concentração de Auschwitz, na Alemanha

#2 – TOP 5 DRONE INVENTIONS YOU MUST HAVE


Aqui um compilado de 5 invenções “fora da caixa” envolvendo Drones que ficou em segundo lugar em 2015.

#1 – DRONE FOOTBALL | PEPSI MAX | GENIUS


E em primeiro lugar, um gol de placa da Pepsi, com este comercial com Drones.

Do jeito que esta tecnologia evolui, imagine o que vem pela frente em 2016…

BÔNUS PRA QUEM CHEGOU ATÉ AQUI:
LEARN TO FLY – FOO FIGHTERS ROCKIN1000

Feliz 2016, com muitos Drones, VANTs, RPAs ou como você quiser chamar essas máquinas maravilhosas…

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

A força está com este drone do R2-D2; Assista ao vídeo

Reprodução/YouTube
Drone do R2-D2R2-D2: o drone é chamado de "Arturo" por seu criador

O R2-D2 pode não ter a capacidade de voar na saga Star Wars, mas um fã decidiu dar “asas” ao robô. O YouTuber Don Melara publicou um vídeo na plataforma revelando uma réplica do R2-D2 com quatro lâminas giratórias ao seu redor. O vídeo mostra o drone sobrevoando uma área, enquanto movimenta sua parte superior e ascende luzes de LED em sua base.
Segundo o vídeo, Melara construiu o drone em oito dias e o nomeou "Arturo". O dispositivo tem um sistema de navegação GPS DJI com piloto automático, uma cúpula de articulação e ainda um alto-falante embutido. Além disso, o “olho” do R2-D2 é, na realidade, uma câmera.
Essa não é a primeira vez que Melara homenageia a saga com um drone. Ele também desenvolveu um drone da nave X-Wing e publicou um vídeo no YouTube do aparelho em movimento. Você pode ver a réplica do R2-D2 em funcionamento no vídeo abaixo:

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Drones equipados com células de hidrogênio podem voar por mais tempo

O uso de células de hidrogênio em drones pode ser uma alternativa para dar aos aparelhos maior autonomia de voo. A Intelligent Energy é a empresa por trás da ideia de adaptar esse tipo de geração de energia aos drones atuais com o uso de uma célula pequena, que pode ser acoplada a um aparelho e ligada às suas baterias. Dessa forma, o acessório gera energia e mantém a bateria carregada para aumentar a capacidade do drone em ficar no ar.

Células de hidrogênio funcionam combinando os gases oxigênio e hidrogênio em seu interior. A reação química, que gera vapor d’água, também libera eletricidade, usada para manter as baterias do drone carregadas, mesmo em pleno voo.

Célula de hidrogênio se comporta como gerador de eletricidade para manter o drone voando por mais tempo (Foto: Divulgação/Intelligent Energy)
Célula de hidrogênio se comporta como gerador de eletricidade para manter o drone voando por mais tempo (Foto: Divulgação/Intelligent Energy)

Além de estender a autonomia dos drones, que hoje raramente passam dos 20 minutos de voo, a célula de hidrogênio também teria a vantagem de reduzir o tempo de espera entre recargas, quando os aparelhos estão no chão. Atualmente, depois de esgotar as baterias, um drone precisa pousar e ter os componentes trocados, ou ser ligado à energia para recarregar num processo que pode levar mais de 40 minutos a duas horas, dependendo do tipo de bateria.

Com o uso da célula, a recarga do aparelho enquanto pousado poderia ser agilizada, com o tempo reduzido para uma questão de minutos.

A ideia de aumentar o período hábil de funcionamento dos drones é importante para aplicações diversas. Empresas, como a Amazon, que desenvolvem serviços de entregas com esse tipo de aparelho precisam de mais autonomia, assim como profissionais de vídeo e autoridades que realizam monitoramento de áreas grandes.
As dúvidas em relação ao projeto são relacionadas ao próprio hidrogênio, que é um gás caro de se adquirir. Além disso, o peso da célula acoplada ao drone pode ter efeitos negativos em alguns aparelhos.
Por enquanto, a célula de hidrogênio para drones ainda é um protótipo da Intelligent Energy. A empresa deve realizar uma apresentação com mais detalhes do funcionamento da tecnologia durante a CES 2016, em janeiro.
Via Engadget

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

É oficial: Karma, o drone da GoPro com estabilizador, chega em 2016 [vídeo]

O vídeo divulgado em outubro de fato foi capturado por uma câmera acoplada ao vindouro quadricóptero da GoPro equipado com sistema nativo de estabilização. A confirmação foi feita empresa ontem (9) por meio da publicação do mesmo filme acompanhado, desta vez, de uma poética narração. Além de anunciar 2016 como ano previsto para o lançamento, o clipe menciona também o nome oficial do aparelho: “Karma”.


Nenhuma informação técnica acerca do dispositivo foi divulgada pela GoPro até o momento. Vale lembrar que, porém, em sua primeira aparição, as cenas gravadas pelo quadricóptero puderam ser assistidas em até 1440p; no mais recente vídeo, a resolução máxima chega aos 1080p. Ainda assim, especula-se que imagens em até 4K poderão ser gravadas às custas de “Karma”.

A companhia responsável pela fabricação de câmeras de ação se prepara para disputar espaço no mercado junto da DJI, atualmente a maior fornecedora de drones destinados a uso comercial e recreativo de aeronaves portáteis.

Que tal ganhar um quadricóptero da GoPro?

Não bastou a divulgação de nome e período de lançamento previsto do produto: a GoPro anunciou, de quebra, uma promoção tentadora a aspirantes a cineasta. Internautas que desejam ganhar uma das 100 unidades do Karma que deverão ser despachadas junto do primeiro lote de 2016 já podem fazer sua inscrição e concorrer ao generoso prêmio (clique aqui).

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Conheça o Fleye: um drone autónomo, seguro e muito simpático

Os drones já conquistaram um espaço no coração de muitos fãs de tecnologia, e isso não é nenhuma surpresa, visto que os dispositivos voadores contam cada vez mais com funcionalidades legais e autonomia de voo.
No entanto, muitos países têm criado leis para impedir que os robôs voem por aí livremente, sendo as questões de segurança e privacidade as mais debatidas. Pensando em resolver pelo menos um desses problemas, dois engenheiros alemães criaram o Fleye, um drone circular.
Embora o dispositivo não deixe de ser um drone, o seu design peculiar em formato de bola esconde o propulsor na parte interna do robô, o que evita cortes e outros acidentes. Além disso, o peso de apenas 453 gramas e a carcaça de plástico e isopor minimizam as chances do dispositivo cair na cabeça de alguém e provocar um ferimento.
O Fleye, que é capaz de voar de forma autónoma, conta com sete sensores, uma câmera de 5 MP que filma a 1080p e um computador embarcado dual-core com 512 MB de memória RAM na sua versão mais simples. O sistema por trás do drone foi baseado em Linux e pode ser facilmente personalizado. O controle, por sua vez, é feito através de um smartphone, dispensando controles proprietários que podem ser bastante caros.
O modelo mais em conta pode ser adquirido em pré-venda no site de financiamento coletivo Kickstarter por € 599 (R$ 2550 em conversão direta, sem impostos), enquanto que a “power edition” (que possui um processador mais potente e 1 GB de RAM) sai por € 999 (R$ 4250). A previsão de entrega é para abril de 2016.



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Como queimar o peru de natal com um drone!

Confira um drone equipado com um lança-chamas em ação!


O mesmo maluco que já havia criado um drone que atira com uma pistola automática resolveu dar um passo a mais em suas invenções: produziu um drone que tem um lança-chamas acoplado. Isso mesmo, um dispositivo aéreo não tripulado comandado através de um controle remoto que é capaz de expelir fogo.
A ideia parece divertidíssima, mas não dá para negar que é um perigo. Enquanto ainda não existem leis mais específicas para controlar o uso de drones, a montagem de armas em quadricópteros desse tipo está completamente dentro da lei. O vídeo tem a marca d’água do site HobbyKing.com, especializado em tudo quanto é tipo de materiais para a montagem de miniaturas e quaisquer outros tipos de hobby que você imaginar.

Preparar, apontar... fogo!


O vídeo é impressionante. Nele, o drone aparece em meio a uma floresta e dispara suas chamas contra um peru em um espeto, que sofre com a ação do fogo. O título do vídeo? “Roasting the Holiday Turkey”, ou “Assando o Peru das Festas”. Uma série de links pode ser encontrada na descrição da filmagem contendo todas as partes do dispositivo para serem replicadas em uma impressora 3D, entre outras instruções.
Não é a primeira vez que misturam drones com fogo. No mês passado, alguns pesquisadores da Universidade de Nebraska-Lincoln muniram um quadricóptero com bolas de fogo que são lançadas para criar incêndios controlados com o intuito de impedir queimadas ou limpar a vegetação de áreas delimitadas. Confira a matéria sobre esse dispositivo e o vídeo mostrando sua ação clicando neste link.
Pense duas vezes antes de tentar recriar o drone lança-chamas na sua casa: pode ser muito perigoso e você pode se dar mal.

     
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Mini drone filma em HD com super bateria e detector de obstáculos

Gravar vídeos de si próprio pode ser uma dor de cabeça se você precisar se movimentar e não estiver disposto a carregar um pau de selfie. Um pequeno drone chamado Onagofly pretende suprir exatamente essa necessidade com um recurso engenhoso: conectado ao smartphone, ele rastreia a posição do celular via GPS e segue o dono aonde quer que ele vá, sobrevoando e filmando sozinho atividades esportivas ou brincadeiras de criança no parque.

Um quadrado com 12,5 cm de lado e 4,6 cm de altura, o mini drone cabe na palma da mão e pesa somente 140 g. Uma bateria de 1.000 mAh o deixa ligado por 15 minutos ininterruptamente, o suficiente para gravar vídeos para editar depois ou fazer transmissões ao vivo para um app no smartphone.  
Mini drone segue dono para fazer fotos e vídeos automaticamente (Foto: Divulgação)Mini drone segue dono para fazer fotos e vídeos automaticamente (Foto: Divulgação)
A câmera com sensor Sony tira fotos de 15 megapixels e faz vídeos Full HD (1080p) a 30 quadros por segundo, o suficiente para a maioria dos usuários. Além disso, o robô tem um sistema autônomo para desvio de obstáculos por meio de infravermelho, em 360 graus. Ou seja, ao mesmo tempo em que ele segue o dono, é seguro o suficiente para não bater nele nem em árvores ou outras barreiras no meio do caminho.
Um aplicativo para smartphone permite acessar controles manuais para ajustar direção e altura do voo, decolagem e pouso, além de ativação da câmera nos modos de foto e filmagem. O app também sincroniza fotos e vídeos rapidamente, via Wi-Fi, do robô para o celular, permitindo compartilhar tudo nas mídias sociais.
App no smartphone permite controlar o drone e assistir a transmissões ao vivo (Foto: Divulgação)App no smartphone permite controlar o drone e assistir a transmissões ao vivo (Foto: Divulgação)
A ideia dos desenvolvedores é oferecer um drone capaz de ser uma espécie de camera man e fotógrafo pessoal, lançando mão de detecção de sorrisos para tirar fotos de um grupo de amigos à distância – muito mais longe e abrangente do que qualquer Go Pro ou selfie stick.
Drone decola e pousa nas mãos (Foto: Divulgação)Drone decola e pousa nas mãos (Foto: Divulgação)

O Onagofly está em pré-venda no Indiegogo, custando US$ 224, ou quase R$ 850 em conversão direta já com frete para o Brasil incluso. A promessa de entrega é a partir de março de 2016.
Via Indiegogo

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Na cara, não! Casamentos filmados com drone variam entre sucesso e desastre

Essa matéria fala de dois assuntos que, aparentemente não tem muito em comum:drones e casamentos. Os robozinhos voadores – cada vez mais populares – fazem de tudo um pouco, desde espionagem de ponta e detecção de trapaceiros até entregas de pizzas e “confrontos” contra artistas em apresentações ao vivo. Calma, não vamos dizer que esses equipamentos estão juntando os trapinhos, mas sim que estão se revelando ferramentas bem completas para registrar a união de casais por todo o mundo.
Pode parecer bobagem, mas a filmagem desse dia tão especial com os ágeis drones permite que os noivos possam ter um ângulo bem diferente do casório. Voos pelo cenário, tomadas amplas e um visual cinematográfico ampliam as possibilidades de registro e estão agradando tanto recém-casados como pessoas que ainda estão planejando a cerimônia. Só no YouTube são mais de 100 mil vídeos capturados com esse recurso, mostrando que a tendência está em alta e deve se popularizar cada vez mais.
Claro que nem todos os clipes são um sucesso, já que a empreitada depende bastante da experiência ou habilidade do condutor do equipamento. Não é raro que a brincadeira acabe, em alguns casos, com os pombinhos ostentando hematomas gerados por um toque “gentil” do objeto voador. O site Popular Science separou algumas das melhores produções do estilo e você pode conferir a listagem abaixo.

1. Todo mundo de olho no drone


Apesar da filmagem de qualidade, com o aparelho sobrevoando com maestria o casamento e capturando danças e comemorações de um jeito bem diferente, essa produção evidenciou algo que pode atrapalhar os fotógrafos da festa que estão em terra: o drone se torna o centro das atrações em alguns momentos. Será que demora até os convidados se acostumarem com a presença do brinquedinho voador?

2. Peraí, também quero beijar... oops!


Conseguir uma tomada de um beijo romântico entre os noivos parece ser uma tarefa para poucos, mas a pessoa que controla o drone nesse clipe não se dá por vencida e insiste na linda cena. É preciso uma série de tentativas até que as condições e o ângulo perfeito surjam. O condutor não desperdiça a chance, coloca o dispositivo no ar mais uma vez e investe com muita firmeza e direção ao casal. O nocaute aos 1:24 é um mero detalhe para tornar essa união algo inesquecível –pelo menos até que a dor de cabeça passe.

3. Precisão e qualidade


Aqui, é possível ver a habilidade de um verdadeiro profissional no comando de um desses equipamentos voadores. A câmera áerea faz uma geral da bela região conhecida como Rusty Pelican, na Flórida, antes mesmo de os convidados chegarem. Quando a celebração começa o drone pousa e espera até que a união esteja concretizada para voltar aos céus a tempo de registrar os recém-casados caminhando como marido e mulher. Tudo feito de forma simples, muito bonita e, o mais importante, sem colocar ninguém em risco.

4. Beber, cair, levantar (ou não)


Esse vídeo mostra exatamente como os drones são perigosos nas mãos de seres desprovidos de qualquer experiência – mesmo que eles não possuam uma única arma ou estejam no Afeganistão. O rapaz com o controle do robô voador pelo menos tem a decência de levar o equipamento para fora da área coberta, mas isso não é suficiente para evitar que ele quase caia na água, saia voando descontroladamente e acabe por acertar uma árvore na direção contrária dos noivos. Aparentemente, um treino prévio é mais que necessário para a tarefa.

5. Simples, mas com muito estilo


Dá para dizer que esse é o grande destaque entre as produções selecionadas. Além da trilha sonora matadora – vinda diretamente dos filmes do Indiana Jones –, o próprio noivo é o responsável por pilotar o drone durante o momento derradeiro de seu matrimônio. O aparelho chega ao altar trazendo nada menos do que as alianças do casório e toda operação ocorre de forma surpreendentemente tranquila, para alegria do casal e dos amigos e familiares no local. No fim, todo mundo adora histórias com finais felizes, não é?
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A conclusão que se tem é que se pode conseguir ótimos resultados filmagem desse tipo, mas, ao mesmo tempo, também é possível afirmar que basta contratar um profissional não tão bom – ou aquele seu primo que cobra baratinho – para que o casamento se torne alvo de um drone ou piloto com sangue nos olhos.
Com o recurso se popularizando não deve demorar para que o robô aéreo seja oferecido como parte do pacote de casamento em terras brasileiras. A dica é pesquisar bastante antes de fechar negócio ou, pelo menos, contratar um cinegrafista tradicional para não perder nenhum momento da festança.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Drone tipo avião de papel transmite voo ao vivo pelo smartphone

Uma campanha no Kickstarter está chamando atenção por vender um drone diferente. Com design de avião de papel, o PowerUp FPV é o primeiro do gênero que carrega uma câmera de transmissão ao vivo, que envia as filmagens direto para o celular.
O dispositivo ainda permite que o dono vivencie a experiência do voo em primeira pessoa, como se estivesse no veículo aéreo. Para isso, ele acompanha um visualizador de realidade virtual no estilo do Google Cardboard, inclusive também fabricado com papelão.
PowerUp FPV, primeiro drone de papel com câmera de transmissão ao vivo (Foto: Divulgação)PowerUp FPV, primeiro drone de papel com câmera de transmissão ao vivo (Foto: Divulgação)
O funcionamento do dispositivo VR é idêntico ao do Google: basta inserir o smartphone no cardboard, fechá-lo e começar a ver as imagens como se estivesse voando. Ele é compatível com aparelhos iOS e Android, e os apps gratuitos já estão disponíveis nas respectivas lojas.
Exemplo de imagem em primeira pessoa transmitida pelo PowerUp FPV (Foto: Divulgação)Exemplo de imagem em primeira pessoa transmitida pelo PowerUp FPV (Foto: Divulgação)
Com a transmissão em primeira pessoa, o controle do drone é feito com movimentos de cabeça. O avião de papel também pode ser dirigido usando menus na tela do celular, como um gamepad, ou ainda ligando o modo piloto automático.
O drone consegue alcançar até 32 km/h e pode voar por até 10 minutos, tempo de duração da bateria. Ele capta sinal de Wi-Fi em um raio de 90 metros, aproximadamente, distância que limita a transmissão de video Wi-Fi. A estrutura é feita de fibra de carbono e nylon, o que garante sua leveza.
PowerUp FPV ao lado do seu visualizador de realidade virtual (Foto: Divulgação)PowerUp FPV ao lado do seu visualizador de realidade virtual (Foto: Divulgação)
O pacote mais barato para adquirir o PowerUp FPV já se esgotou. A partir de agora, quem quiser comprar o drone terá que desembolsar pelo menos US$ 179 (cerca de R$ 680, pela cotação atual) pelo kit básico, que dá direito ao veículo, uma bateria e um cardboard. O envio para o Brasil pressupõe taxa extra de US$ 25 (R$ 95).

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Drone de vigilância com bateria infinita pode ficar no ar para sempre

A CyPhy é uma fabricante de drones que adaptou uma tecnologia militar para o uso em um aparelho que será vendido a consumidores comuns, o PARC. O drone usa um sistema que o mantém alimentado de energia durante o voo, algo que não só prolonga a autonomia do equipamento, como permite que ele se mantenha no ar por períodos de tempo indefinidos. A ideia é que esse tipo de drone seja ideal para aplicações de vigilância.
O PARC pode alcançar até 150 metros de altura e usa uma espécie de cabo extremamente fino para transmitir dados e energia: basicamente, seria como se o drone ficasse ligado na tomada o tempo todo.
PARC deve chegar ao consumidor a partir de 2016 (Foto: Divulgação/CyPhy)PARC deve chegar ao consumidor a partir de 2016 (Foto: Divulgação/CyPhy)
Essa característica faz do PARC um aparelho limitado em termos de mobilidade, algo previsto pelo fabricante que imagina o produto como um recurso de vigilância, ou até mesmo sendo usado como um tipo de antena repetidora.
Caso o fio se rompa, ou seja desconectado, o PARC pode acionar uma bateria interna que dá ao aparelho capacidade de manter-se no ar por algum tempo, além de dar chance ao seu controlador de pousá-lo em segurança.
O uso do cabo, que mantém o drone efetivamente preso ao chão, faz do aparelho um recurso interessante em situações de vigilância, já que o PARC pode pairar no ar, com câmera acoplada, por longos períodos. Em eventos que envolvem grandes aglomerações de pessoas, o PARC poderia ser uma ferramenta interessante para órgãos de segurança.
A CyPhy ainda não divulgou informações referentes à disponibilidade e preços do aparelho. A promessa é de que o PARC esteja disponível aos consumidores em 2016.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

DJI lança tecnologia semelhante ao Arduino para drones, conheça

DJI apresentou o Manifold, um computador específico desenvolvido para “pilotar” drones e servir como interface de controle e programação do comportamento desses equipamentos. Basicamente, o acessório é um tipo de Arduino criado pela fabricante de drones para possibilitar aos usuários maior controle e personalização das funções dos drones.
O Manifold é um computador compacto que roda Ubuntu (versão 14.04 LTS) e pesa menos de 200 gramas. O controlador usa um chip K1 da Nvidia, capaz de até 2,2 GHz. Da arquitetura Kepler, o processador dá ao Manifold a chance de usar o poder de processamento da tecnologia CUDA, da Nvidia. Essa característica, sozinha, faz do Manifold um tipo de Arduino bastante poderoso.
Manifold é um computador feito para funcionar com o Matrice, da DJI (Foto: Divulgação/DJI)Manifold é um computador feito para funcionar com o Matrice, da DJI (Foto: Divulgação/DJI)
Além do acesso do alto poder de processamento paralelo da tecnologia da Nvidia, o Manifold permite que desenvolvedores apliquem APIs e bibliotecas famosas, como OpenGL, DirectX, ROS e OpenCV (ferramenta criada para ser usada em sistemas que aplicam o conceito de computadores que aprendem e evoluem conforme o uso).
A presença do OpenCV significa que, a princípio, seria possível desenvolver um sistema embarcado para rodar no Manifold que pode evoluir, aprender, com o tempo. Uma aplicação possível seria criar um drone de entregas que se adapta e fica mais esperto conforme navega por um ambiente várias vezes.
O Manifold foi criado para ser acoplado em drones Matrice, da DJI. Já em pré-venda nos Estados Unidos, o computador custa US$ 499 (R$ 1.915, em conversão direta). As entregas começam em 15 de novembro.
Via DJIA DJI apresentou o Manifold, um computador específico desenvolvido para “pilotar” drones e servir como interface de controle e programação do comportamento desses equipamentos. Basicamente, o acessório é um tipo de Arduino criado pela fabricante de drones para possibilitar aos usuários maior controle e personalização das funções dos drones.
Manifold roda Linux e pesa apenas 200 gramas (Foto: Divulgação/DJI)Manifold roda Linux e pesa apenas 200 gramas (Foto: Divulgação/DJI)
O Manifold é um computador compacto que roda Ubuntu (versão 14.04 LTS) e pesa menos de 200 gramas. O controlador usa um chip K1 da Nvidia, da arquitetura Kepler, que dá ao Manifold a chance de usar o poder de processamento da tecnologia CUDA, da Nvidia. Essa característica, sozinha, faz do Manifold um tipo de Arduino bastante poderoso.
Além do acesso do alto poder de processamento paralelo da tecnologia da Nvidia, o Manifold permite que desenvolvedores apliquem APIs e bibliotecas famosas, como OpenGL, DirectX, ROS e OpenCV (ferramenta criada para ser usada em sistemas que aplicam o conceito de computadores que aprendem e evoluem conforme o uso).
A presença do OpenCV significa que, a princípio, seria possível desenvolver um sistema embarcado para rodar no Manifold que pode evoluir, aprender, com o tempo. Uma aplicação possível seria criar um drone de entregas que se adapta e fica mais esperto conforme navega por um ambiente várias vezes.
O Manifold foi criado para ser acoplado em drones Matrice, da DJI. Já em pré-venda nos Estados Unidos, o computador custa US$ 499 (R$ 1.915, em conversão direta). As entregas começam em 15 de novrmbro.
Via DJI

Fogo contra fogo: drones lançarão bolas em chamas para controlar incêndios


ando pensamos em incêndios, a última coisa que passa por nossas cabeças é usar fogo para impedir que ainda mais coisas sejam destruídas. No entanto, é exatamente o que um grupo de pesquisadores da Universidade de Nebraska-Lincoln decidiu fazer, e para isso eles estão desenvolvendo um drone especialmente adaptado para a tarefa.
Batizado de Sistema Aéreo Não Tripulado para Combate a Incêndios (UAS-FF, na sigla em inglês), ele transporta esferas um pouco maiores do que as usadas em jogos de pingue-pongue, que são inflamadas quimicamente. O operador do veículo o programa para lançar essas esferas em áreas que possam estar no caminho de um incêndio florestal, por exemplo.
Assim, queimando de forma controlada o “combustível” do incêndio antes que este chegue a um determinado local, ele perde força e fica mais fácil de ser controlado, diminuindo os danos ambientais e os riscos para equipes de combate a incêndio. Ainda deve levar mais algum tempo antes que os drones UAS-FF sejam efetivamente utilizados em operações contra queimadas e incêndios, mas a iniciativa pode salvar vidas no futuro, caso seja bem sucedida.
Esferas cheias de permanganato de potássio recebem uma injeção de glicol antes de serem lançadas em padrões específicos para controlar incêndios e evitar maiores danos - Imagem: UNL Newsroom
Testes em um ambiente controlado já apresentaram resultados promissores e os cientistas já estão em contato com a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos para conseguir autorização para um teste em condições reais até março de 2016. Queimadas controladas são reconhecidas como uma forma eficiente de preservar fauna e flora nativa de regiões constantemente atingidas por incêndios, mas os riscos à vida humana muitas vezes impediram a sua aplicação. Com o uso de drones, isso pode mudar.
IMAGEN(S)

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Google pretende ter drones fazendo entregas nos EUA já em 2017



Dave Vos, diretor do Project Wing – programa da Google para utilizar drones na entrega de encomendas –, disse recentemente em uma conferência que a Gigante das Buscas espera que os drones estejam liberados para fazer entregas até 2017. O evento era voltado para o controle do tráfego aéreo nos Estados Unidos, e o órgão responsável pelo assunto por lá é a FAA (Administração Federal de Aviação, na sigla em inglês).
A instituição ainda não finalizou os novos regulamentos acerca da operação de vants comerciais no espaço aéreo do país, e isso só deve ficar pronto no começo do ano que vem, o que faz a estimativa da Google soar um tanto otimista demais. Além das novas normas, ainda precisam ser testados e aprovados pela FAA os sistemas anticolisão e de comunicação entre drones que permitirão que os dispositivos evitem acidentes.
Em julho deste ano, Gur Kimchi, chefe do programa Prime Air da varejista Amazon, demonstrou durante uma convenção uma projeção de como o controle de tráfego aéreo pode ser feito para permitir o uso de vants em espaços urbanos e rurais. Conforme você confere no diagrama abaixo, altitudes de até 200 pés (cerca de 60 metros) ficariam restritas para pousos, decolagens e voos em baixa velocidade dos drones comerciais, além de comportar também os dispositivos de uso particular.
Esquema de controle de tráfego sugerido pela Amazon em julho deste ano - Imagem: The Verge
O espaço entre os 200 e 400 pés (algo entre 60 e 120 metros) de altura serviria para a circulação em alta velocidade dos vants que estivessem fazendo ou retornando de entregas. Já o espaço acima dos 400 pés seria restrito apenas para aeronaves convencionais, e os drones não apenas seriam proibidos de circular a essa altitude como ainda precisariam evitar rotas próximas a aeroportos, mesmo na altitude designada a eles.
Os planos da Google nesse sentido são bastante parecidos, mas ainda não há um consenso no tipo de comunicação que deveria ser utilizado entre os veículos não tripulados e o controle de tráfego. Enquanto algumas das partes envolvidas na legalização dos drones comerciais querem que eles usem o sistema ADS-B – utilizado atualmente em aeronaves comuns –, outras preferem se utilizar da extensa rede de celulares que já existe nas cidades.
Por isso, tanto a Amazon quanto a Google, a rede Walmart e outras companhias interessadas se uniram em uma força-tarefa junto à FAA para redigir a nova legislação de controle de tráfego aéreo o quanto antes. Um sistema de registro e controle de operadores também seria implantado nos próximos 12 meses. Com todo o empenho da Google no assunto, não deve ser nenhuma surpresa caso a empresa lance um serviço de entregas via drone nos próximos anos.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Regulamentação deve popularizar drones e gerar 20 mil empregos em 2016


A regulamentação dos drones no Brasil, que está prevista para o final deste ano, deve popularizar as aeronaves não tripuladas. Esse mercado prevê um faturamento de R$ 200 milhões em 216, gerando 20 mil empregos. 



sexta-feira, 30 de outubro de 2015

México usará drones na busca por 43 estudantes desaparecidos

México usará drones na busca por 43 estudantes desaparecidos
Estudantes desaparecidos: em 2014, os estudantes de uma escola do magistério primário foram entregues por policiais a membros do grupo Guerreros Unidos

A Procuradoria-Geral da República do México anunciou que vai utilizar "drones" na nova etapa de buscas pelos 43 estudantes desaparecidos há um ano.
“Uma das reivindicações que tem sido feita pelas famílias diz respeito ao uso de tecnologias nas buscas. Eles pedem, por exemplo, e especialistas [internacionais] também, o uso de drones e de uma tecnologia que permite detectar cavidades na terra”, disse ontem (29) o subprocurador de Direitos Humanos, Eber Omar Betanzos, em conferência de imprensa.
Estes elementos “vão ser usados por parte da Procuradoria-Geral da República nas ações de busca que lhe competem”, disse. Eber Omar Betanzos disse que os drones (aeronaves não tripuladas), solicitados pela Procuradoria já estão prontos para ser usados.

Por outro lado, Bentazos contou que se reuniu na terça-feira com Carlos Beristain, do Grupo Interdisciplinar de Especialistas Independentes designado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) para colaborar nas investigações do caso, e com Omar Gómez, secretário-executivo do mesmo grupo.
O objetivo da reunião foi estabelecer as bases do plano de trabalho a ser desenvolvido com o grupo, durante o meio ano de extensão do seu mandato no México, explicou Eber Omar Betanzos.
Enfatizou que independentemente de o prazo vir a ser prorrogado, a Procuradoria vai continuar a investigar. “E, com isto, quero também mencionar que o facto de a prorrogação ser de seis meses não significa necessariamente que a investigação termine em seis meses”.
A CIDH anunciou, nesta quinta-feira, que o grupo de especialistas selecionado para investigar o desaparecimento dos 43 estudantes da escola de professores de Ayotzinapa, no município de Iguala, estado de Guerrero, continuará a trabalhar no caso até 30 de abril de 2016, período que pode ser estendido.
Na noite de 26 de setembro de 2014, e após violentos incidentes que provocaram seis mortos entre os jovens, os estudantes de uma escola do magistério primário foram entregues por policiais a membros do grupo Guerreros Unidos, que tem ligações com o narcotráfico, e supostamente os assassinaram e incineraram, ao confundi-los com membros de um gang rival.

1º - CONADRONE

Congresso Nacional de Drone é o primeiro e maior encontro "on-line" com dicas, regulamentações da 
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