O departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) publicou na última quinta-feira (19) uma nova regulamentação para a operação de aeronaves remotamente tripuladas no Brasil – popularmente conhecidas hoje como drones.
O documento é bastante completo e visa cobrir todas as brechas existentes na regulamentação anterior, além de priorizar a segurança. São detalhados os procedimentos necessários para os voos e ainda há uma separação por categorias dependendo do peso do veículo.
Nem mesmo os modelos menores de até dois quilos escapam às regras, e a nova legislação proíbe a operação das aeronaves em áreas povoadas e também em aglomerados de pessoas. Além disso, qualquer voo terá que ser previamente informado ao DECEA, que avaliará todos os parâmetros necessários para conceder ou não a permissão.
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Por sorte para quem possui um drone em casa, as regras valem somente para atividades profissionais, institucionais e governamentais. O uso de drones para lazer e hobby seguirá as regras vigentes no aeromodelismo, o que significa que a maioria das pessoas não terá que se preocupar com a nova regulamentação.
A empresa DJI, famosa por seus diversos drones de qualidade, acaba de apresentar um modelo um tanto curioso, focado em uma área bastante específica.
O Agras MG-1, como é chamado, é um drone-agricultor equipado com tudo o que é necessário para auxiliar fazendeiros a cultivar sua colheita. De fato, vendo tudo o que o aparelho tem para oferecer, muitos vão pensar na possibilidade de ter esse drone para uso diário – ou ao menos vão torcer para que a DJI lance um novo Phantom tão bom quanto esse autômato.
Isso porque o aparelho vem equipado para aguentar todo o tipo de situação: só para começar, ele já vem com uma estrutura feita em materiais anticorrosivos e à prova de água e poeira (inclusive em sua entrada de ar, que conta com um filtro triplo contra sujeira). Ele é tão resistente, na verdade, que você poderia lavá-lo com água diretamente logo depois de um dia longo fertilizando os campos ou aplicando pesticidas.
Junto disso, o MG-1 ainda oferece um sistema de resfriamento único capaz de estender a vida de seus motores em até três vezes, e seu sistema de oito hélices permite a ele carregar impressionantes 10 kg de produtos químicos em seu compartimento de armazenamento. Por falar nisso, a DJI promete que o sistema de spray para líquidos é 40 vezes mais eficiente do que um método de dispersão manual.
O único problema é pensar como o robô vai realizar a tarefa de fertilizar todo um enorme campo, por exemplo, com apenas uma carga de bateria – o que pode significar que uma plantação grande a contar com esse drone terá que apostar em um pequeno exército deles. Ao menos, em compensação, ele pode desempenhar suas tarefas de maneira automática ou semiautomática, se desejado, o que deve facilitar esse processo um bocado.
Só para quem pode
Se interessou pelo Agras MG-1? Então é melhor estar preparado para investir uma grana realmente alta no robozinho, uma vez que ele custa aproximadamente 15 mil dólares (R$ 56 mil, em uma conversão simples), de acordo com o The Wall Street Journal. Considerando que ele só está disponível na Coreia e na China, por enquanto, pense que esse valor deve sair ainda maior, caso você deseje importá-lo para cá.
Essa matéria fala de dois assuntos que, aparentemente não tem muito em comum:drones e casamentos. Os robozinhos voadores – cada vez mais populares – fazem de tudo um pouco, desde espionagem de ponta e detecção de trapaceiros até entregas de pizzas e “confrontos” contra artistas em apresentações ao vivo. Calma, não vamos dizer que esses equipamentos estão juntando os trapinhos, mas sim que estão se revelando ferramentas bem completas para registrar a união de casais por todo o mundo.
Pode parecer bobagem, mas a filmagem desse dia tão especial com os ágeis drones permite que os noivos possam ter um ângulo bem diferente do casório. Voos pelo cenário, tomadas amplas e um visual cinematográfico ampliam as possibilidades de registro e estão agradando tanto recém-casados como pessoas que ainda estão planejando a cerimônia. Só no YouTube são mais de 100 mil vídeos capturados com esse recurso, mostrando que a tendência está em alta e deve se popularizar cada vez mais.
Claro que nem todos os clipes são um sucesso, já que a empreitada depende bastante da experiência ou habilidade do condutor do equipamento. Não é raro que a brincadeira acabe, em alguns casos, com os pombinhos ostentando hematomas gerados por um toque “gentil” do objeto voador. O site Popular Science separou algumas das melhores produções do estilo e você pode conferir a listagem abaixo.
1. Todo mundo de olho no drone
Apesar da filmagem de qualidade, com o aparelho sobrevoando com maestria o casamento e capturando danças e comemorações de um jeito bem diferente, essa produção evidenciou algo que pode atrapalhar os fotógrafos da festa que estão em terra: o drone se torna o centro das atrações em alguns momentos. Será que demora até os convidados se acostumarem com a presença do brinquedinho voador?
2. Peraí, também quero beijar... oops!
Conseguir uma tomada de um beijo romântico entre os noivos parece ser uma tarefa para poucos, mas a pessoa que controla o drone nesse clipe não se dá por vencida e insiste na linda cena. É preciso uma série de tentativas até que as condições e o ângulo perfeito surjam. O condutor não desperdiça a chance, coloca o dispositivo no ar mais uma vez e investe com muita firmeza e direção ao casal. O nocaute aos 1:24 é um mero detalhe para tornar essa união algo inesquecível –pelo menos até que a dor de cabeça passe.
3. Precisão e qualidade
Aqui, é possível ver a habilidade de um verdadeiro profissional no comando de um desses equipamentos voadores. A câmera áerea faz uma geral da bela região conhecida como Rusty Pelican, na Flórida, antes mesmo de os convidados chegarem. Quando a celebração começa o drone pousa e espera até que a união esteja concretizada para voltar aos céus a tempo de registrar os recém-casados caminhando como marido e mulher. Tudo feito de forma simples, muito bonita e, o mais importante, sem colocar ninguém em risco.
4. Beber, cair, levantar (ou não)
Esse vídeo mostra exatamente como os drones são perigosos nas mãos de seres desprovidos de qualquer experiência – mesmo que eles não possuam uma única arma ou estejam no Afeganistão. O rapaz com o controle do robô voador pelo menos tem a decência de levar o equipamento para fora da área coberta, mas isso não é suficiente para evitar que ele quase caia na água, saia voando descontroladamente e acabe por acertar uma árvore na direção contrária dos noivos. Aparentemente, um treino prévio é mais que necessário para a tarefa.
5. Simples, mas com muito estilo
Dá para dizer que esse é o grande destaque entre as produções selecionadas. Além da trilha sonora matadora – vinda diretamente dos filmes do Indiana Jones –, o próprio noivo é o responsável por pilotar o drone durante o momento derradeiro de seu matrimônio. O aparelho chega ao altar trazendo nada menos do que as alianças do casório e toda operação ocorre de forma surpreendentemente tranquila, para alegria do casal e dos amigos e familiares no local. No fim, todo mundo adora histórias com finais felizes, não é?
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A conclusão que se tem é que se pode conseguir ótimos resultados filmagem desse tipo, mas, ao mesmo tempo, também é possível afirmar que basta contratar um profissional não tão bom – ou aquele seu primo que cobra baratinho – para que o casamento se torne alvo de um drone ou piloto com sangue nos olhos.
Com o recurso se popularizando não deve demorar para que o robô aéreo seja oferecido como parte do pacote de casamento em terras brasileiras. A dica é pesquisar bastante antes de fechar negócio ou, pelo menos, contratar um cinegrafista tradicional para não perder nenhum momento da festança.
Cansado dos drones lentos e de baixa autonomia de bateria que estão disponíveis no mercado, Todd Urban, um aficionado com mais de 20 anos de experiência no ramo, decidiu criar o seu próprio aparelho de alto rendimento.
Chamado Endura, o aparelho de quatro motores (quadricóptero) tem força de sobra para carregar uma câmera Go Pro ou DSLR sem maiores dificuldades. Além disso, ele foi projetado par atingir velocidades de até 64 km/h, transformando-se em um dos modelos mais rápidos da sua categoria.
Conjunto de qualidade
Apesar da potência, o aparelho não aguenta apenas meia hora de voo, assim como muitos outros drones de baixo custo. De fato, utilizando baterias Li-polly de alta qualidade, o quadricóptero é capaz de oferecer até 40 minutos ininterruptos de ação.
A opção mais barata disponível no Kickstarter custa US$ 50 (R$ 153) e traz apenas a carcaça e o hardware básico. Quem quiser um pacote mais completo vai precisar desembolsar pelo menos US$ 599 (R$ 1836).
O preço é salgado, mas Endura conta com um GPS embutido, telemetria de rádio via Bluetooth e um sistema de armazenamento que guarda todo o histórico do voo e permite que você o visualize posteriormente os dados no Google Earth.
No momento da elaboração deste texto, o projeto tinha conseguido somar apenas US$ 1.560 dos US$ 50.000 exigidos. A concorrência no mercado de drones é forte, mas o conjunto premium de Endura é bem atrativo e o projeto ainda tem 27 dias pela frente no Kickstarter.
Por mais interessante que seja a ideia de veículos aéreos não tripulados (UAVs, na sigla em inglês) de pequeno porte, o fato é que a maioria dos drones que podem ser construídos hoje em dia simplesmente não possuem a capacidade de desviar de obstáculos de forma eficaz. Essa realidade, no entanto, pode estar prestes a mudar graças um projeto desenvolvido por um candidato a PhD pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), Andrew Barry.
Os drones pequenos que hoje podem ser construídos ou comprados por praticamente qualquer pessoa não costumam contar com tecnologias que os permitam desviar de barreiras de forma autônoma. Isso acontece porque esses aparelhos simplesmente não seriam capazes de levantar o peso dos componentes e processadores que teriam que ser instalados para que eles pudessem analisar tudo o que está em seu caminho e reagir de acordo em um curto espaço de tempo.
Menos é mais
Usando um pensamento “fora da caixa” e uma programação eficiente, Barry trabalhou com o professor Russ Tedrake para criar um algoritmo que não tenta analisar todos os objetos presentes em todos os quadros de imagem capturados pelas câmeras, mas sim usa uma abordagem diferente. O programa desenvolvido por eles “enxerga” apenas o que estiver localizado há exatamente 10 metros de distância usando duas câmeras funcionando a 120 fps.
“Conforme você vai voando, esse horizonte de 10 metros vai sendo empurrado para a frente e, desde que o espaço inicial não tenha obstáculos, você consegue criar um mapa completa do mundo ao seu redor”, afirma Barry. Dessa forma, o sistema ignora tudo o que é capturado antes e depois da distância estabelecida e consegue observar com facilidade os objetos que se aproximam enquanto o drone segue seu voo com velocidade de cerca de 48 km/h.
Segundo os estudiosos, o fato das câmeras estarem posicionadas em uma plataforma móvel – o UAV, no caso – torna possível a recuperação dos dados de profundidade por meio da utilização de dados decorrentes do movimento do veículo. Com essa abordagem, simples processadores para dispositivos móveis tornam-se capazes de executar os cálculos necessários para realizar voos em ambientes complexos sem qualquer auxílio humano.
Andrew Barry e Russ Tedrake acreditam que sua invenção pode possibilitar o desenvolvimento de toda uma nova classe de UAVs, mudando consideravelmente o mercado atual de drones. Além de conferir o algoritmo em funcionamento no vídeo no início deste texto, os mais curiosos podem baixá-lo para testar por conta própria – basta clicar neste link. O drone usado na gravação custou "apenas" US$ 1.700 (cerca de R$ 6.379) para ser construído.
Em muitas discussões e teoria sobre drones sempre se tem em mente que os motores devem estar no mesmo nível horizontal. Isso simplifica o cálculo dos centros de massa e centros de força. Quando se tira um motor do nível horizontal, o centro de massa é deslocado na vertical e isso pode ser um problema para as placas controladoras de vôo. Mas não é tão ruim assim.
A empresa VulcaUav produz frames de drones com motores em diferentes níveis. O objetivo é tirar as hélices da frente da câmera. Design inteligente e frames robustos e com excelente capacidades cinematográficas. Não são as máquinas mais eficientes, mudar o nível dos motores requer ganho no peso mas mesmo assim são máquinas que qualquer fascinado por drone gostaria de ter:
No entanto, outros designs podem ser feitos sem que os motores estejam no mesmo nível horizontal. O vídeo abaixo mostra um exemplo de quadricóptero com os motores desnivelados de forma que o centro de gravidade continue no local da controladora. Nesse caso a controladora KK2.1 não teve problema em manter o drone estabilizado e voar normalmente.
Acredito que essa será um prática mais comum no futuro. Todo drone apresenta um problema aerodinâmico quando está em alta velocidade. Quanto mais velocidade para frente se deseja num drone, maior é a inclinação do mesmo e portanto maior é a superfície de contato com o “vento” aparente. Além disso, um efeito rampa altera a pressão na região central do drone e prejudica o funcionamento de sensores de pressão. No futuro próximo, o design de drones aceitará mudanças no posicionamento dos motores a fim de ganhar aerodinâmica e compensar a ganho de peso.
RoboBee: Drone tem potencial para missões de busca e salvamento e para vigilância
Pesquisadores da Universidade de Harvard desenvolvem, já há alguns anos, um pequeno drone que pesa 100 miligramas e tem um sistema de voo autônomo. Agora, o aparelho ganhou uma habilidade adicional: nadar.
Quando voa, o chamado RoboBee bate suas asas a 100 Hz. Depois de mergulhar e afundar um pouco, como fazem os patos, o drone volta a mexer as asas, mas a apenas 9 Hz.
Como seu tamanho é menor do que o de um clip de papel, o RoboBee precisa cair na água, sendo para ele inviável mergulhar suavemente.
Logo ao emergir, o RoboBee voa com dificuldade, devido à água em suas asas. Mas ele volta a voar normalmente em poucos instantes.
Ainda não existem baterias pequenas o suficiente para oferecer ao drone uma longa autonomia de voo, por isso, ele ainda precisa de energia via cabo.
Existem pesquisas para a criação de super capacitores em proporções mínimas que tornariam possível a criação de drones autônomos no futuro. Mas ainda não há previsão de uma tecnologia como essa chegar ao mercado.
Como informa o IEEE, Instituto dos Engenheiros, Eletricistas e Eletrônicos, os aparelhos têm grande potencial para missões de busca e salvamento, vigilância e exploração.
Confira abaixo um vídeo com a demonstração do voo e do mergulho do RoboBee, seguido de uma explicação, em inglês, sobre como o drone funciona.
Não é difícil ouvir falar de pessoas utilizando drones para ações que não são muito legais, entre elas espionagem. Entretanto, um sistema que está em teste nos Estados Unidos, no Reino Unido e na França promete mudar esse cenário e proteger espaços restritos, governamentais ou particulares, ao “congelar” os objetos voadores.
Desenvolvido por três companhias do Reino Unido, o Anti-UAV Defense System (AUDS, para encurtar) possui um componente para detectar os drones que estão em uma área de até 8 quilômetros e disparar ondas de rádio para interceptar a ligação entre o objeto e o seu sistema de comunicação. Vale mencionar, isso não é capaz de destruir o drone.
“E de onde vem a questão de congelar”, você pode se perguntar. A resposta é que, ao entrar em contato com as ondas do sistema de defesa, o drone fica confuso sem saber para onde ir e acaba parando no ar. Caso queira, aquele que estiver no comando do AUDS pode manter o “intruso” voando até que fique sem bateria e caia no solo.
Outro detalhe mencionado é que, de acordo com os fabricantes, todo o processo (da detecção ao "congelamento") leva 25 segundos para acontecer.
A agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA) do governo norte-americano anunciou uma nova ideia que parece e muito com o cenário de um filme de espionagem. A organização declarou que já investiga a utilização de drones leves e rápidos que se desmancharão no ar assim que completarem um serviço de entrega de suprimentos em locais de difícil acesso.
O projeto, nomeado de “ICARUS”, se refere à sigla inglesa para “sistemas de entrada controlados, liberados pelo ar e irrecuperáveis”. Mas, como um bônus, o nome também traz a referência para o personagem da mitologia grega Icarus , que escapou de uma prisão com uma asa formada por cera e penas.
O fim trágico do personagem também é uma inspiração para os pesquisadores da DARPA. Icarus, em sua ambição de voar perto do sol, viu a cera da sua asa derreter e fazê-lo cair das alturas. O projeto conta com uma estratégia parecida: ao finalizar o trabalho de entrega de comida ou medicamentos, o pequeno drone vaporizará no ar, minimizando ou neutralizando qualquer tipo de tecnologia para inimigos de guerra.
Para realizar esse objetivo, a DARPA investirá cerca de US$ 8 milhões (mais de R$ 30 milhões) em pesquisas nos próximos 26 meses. A intenção é que os veículos sejam liberados de aviões em grandes alturas, cruzando até quatro horas de voo para entregar pacotes de até dois quilos.
"Veículos de entrega que desaparecem podem estender as capacidade operacionais militares e civis em circustâncias em que não há meios para prover suporte adicional", completou Troy Olsson, coordenador do projeto pela DARPA.
"Inventar materiais transitórios, criar maneiras de aumentar a sua produção e combinar essas propostas com o controle e a aerodinâmica para eles atingirem a precisão e a suavidade de pouso que precisamos é um problema da engenharia muito desafiador e atraente", reforçou o pesquisador.
Apesar de já ser uma ideia bem explorada pela Amazon nos EUA, o método de entrega através de drones já começa a ser implementado em outros países. Inicialmente a Suíça foi a primeira a realizar testes com a tecnologia, agora, Singapura começa a estudar a possibilidade.
A notícia foi anunciada pela SingPost, principal empresa de serviços de entrega do país, também conhecida por ser uma das opções de método de envio do famigerado site de compras AliExpress. A companhia anunciou que os testes já estão sendo feitos utilizando um drone desenvolvido pela IDA Labs.
Além disso, um aplicativo já começou a ser desenvolvido para permitir ao cliente escolher quando e onde pretende receber a encomenda. Não existe data de previsão para o serviço ser disponibilizado.
O Campus 2 já é bem conhecido pelos fãs da Apple por causa do design que lembra uma nave espacial de outro mundo. Agora, se você está acompanhando a que pé anda a construção, pode ver um novo vídeo gravado por um drone com resolução 4K que mostra mais detalhes da área.
Você pode notar gigantescos painéis de vidro que vão dar uma cara futurista ao campus circular. O local vai abrigar 13 mil funcionários da Apple e deve estar pronto em 2016.
Quem fez esta filmagem que você vê aqui embaixo foi o canal MyithZ, que usou um drone DJI Phantom 3 Professional e editou as imagens com o Final Cut Pro X.
Bart Jansen é um taxidermista e artista holandês com muito tempo livre e imaginação fértil — além de muita vontade de causar polêmicas.
O rapaz virou notícia em 2012 quando o próprio gato faleceu, vítima de um acidente de carro. Para homenagear o bichano, que se chamava Orville Wright, ele empalhou o animal e o transformou no corpo de um drone. Nascia aí o OrvilleCopter e a primeira de muitas críticas sofridas por Jansen em relação à crueldade contra animais.
Em sua defesa, o holandês alega que não pratica nenhum tipo de crime, já que os animais estão todos mortos quando são escolhidos para os procedimentos.
Ele também já criou um drone maior a partir de uma avestruz, fez um quadricóptero com um rato (presente para a criança que era a dona do animal e ficou triste quando ele morreu) e um aeromodelo com um tubarão.
O maluco não para
Os próximos projetos são igualmente ambiciosos. Primeiro, Jensen quer fazer um submarino em miniatura usando o corpo empalhado de um texugo — só que encontra dificuldades para impermeabilizar o bicho e fugir das autoridades, já que a espécie é protegida na Holanda.
Em seguida, o mais ambicioso: um helicóptero na forma de um animal, não necessariamente usando uma carcaça. O bicho escolhido é provavelmente uma vaca, mas a ideia ainda está "em fases iniciais de desenvolvimento" e não foi detalhada pelo artista.
Durante o Disrupt SF, evento realizado pelo TechCrunch, o fundador e CEO da GoPro, Nick Woodman, confirmou os rumores sobre o desenvolvimento de um drone próprio. "Estamos desenvolvendo ele para ser lançado na primeira metade de 2016", afirmou.
Apesar de não revelar maiores detalhes sobre o projeto, Woodman confessou que o drone terá alguns diferenciais em relação aos modelos da concorrência.
Aproveitando a deixa, o CEO da GoPro revelou ainda que pretende lançar a menor câmera já feita pela marca. Segundo Woodman, o Hero4 Session "não parece uma GoPro a que estamos habituados. Estamos tentando criar a menor, mais leve e mais conveniente GoPro que possam imaginar. É à prova de água fora da caixa". o conteúdo original e não faça uso comercial de nossa produção.
A companhia também anunciou a "GoPro for a Cause", plataforma projetada para ajudar organizações não governamentais a desenvolverem vídeos e aumentarem o engajamento de sua audiência. No caso, a GoPro entra com suporte financeiro, técnico, produção, e apoio de marketing.
Rebeldes se deslocam em um tanque na Síria: a Rússia também pode alvejar combatentes da oposição apoiados pelos EUA na Síria
A Rússia começou a usar drones (aeronaves não-tripuladas) em missões de vigilância na Síria, disseram duas autoridades dos Estados Unidos nesta segunda-feira, o que aparenta serem as primeira operações aéreas militares de Moscou dentro do país conflagrado desde a montagem acelerada de uma base militar em solo sírio.
As autoridades, que falaram à Reuters sob condição de anonimato, não souberam dizer de imediato quantos drones russos estão envolvidos nas missões de vigilância ou a abrangência dos voos, e o Pentógono não quis comentar.
O início do uso de drones russos ressaltou os riscos da realização de voos da coalizão liderada pelos EUA e da Rússia no limitado espaço aéreo da Síria.
Na última sexta-feira, os representantes da área de defesa norte-americanos e russos concordaram em explorar maneiras de evitar interações acidentais, também conhecidas como “desconflituosidade” na linguagem militar.
Os ex-adversários da Guerra Fria têm nos militantes do Estado Islâmico um inimigo em comum na Síria, embora Washington se oponha ao apoio de Moscou ao presidente sírio, Bashar al-Assad, vendo nele uma força propulsora da guerra civil de mais de quatro anos no país.
Mas a Rússia também pode alvejar combatentes da oposição apoiados pelos EUA na Síria, nos quais enxergam uma ameaça equivalente a Assad.
As operações dos drones russos parecem estar sendo realizadas em uma base aérea próxima de Latakia, onde a Rússia mobilizou equipamento militar pesado como caças, helicópteros de ataque e forças de infantaria naval nos últimos dias, afirmaram autoridades norte-americanas.
A versão brasileira da World Wide Fund for Nature (WWF) utilizará uma tecnologia interessante para ampliar o monitoramente de áreas de preservação no país. Trata-se do projeto Ecodrones Brasil, que é realizado pela ONG em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e outras instituições da área.
No projeto, veículos aéreos não tripulados serão enviados para capturar dados e imagens em alta resolução por toda a Amazônia. O objetivo é ampliar a cobertura de vigilância e monitoramento da WWF Brasil, pois os drones cobrem um espaço maior em menos tempo do que seres humanos, sem falar na economia de custos. Para você ter ideia do material a ser obtido, a imagem do topo desta matéria foi tirada por um desses equipamentos.
Os chamado ecodrones da WWF Brasil mapeiam áreas de proteção ambiental, coletam informações científicas para pesquisas e podem ajudar a identificar incêndios florestais ou caça e exploração de recursos naturais. O uso desses veículos já é tradicional na área: a ONG já venceu até mesmo um prêmio da Google em 2012 por usar a tecnologia para ajudar na redução da mortalidade de elefantes e rinocerontes em áreas protegidas na África.
Os ecodrones ajudarão ainda a formular uma legislação específica para veículos do tipo utilizados para outros objetivos que não sejam recreação ou comercial. O lançamento do programa aconteceu nesta sexta-feira (17), quando se comemora o dia da Proteção das Florestas.
Drones: aparelhos obedeceram a comandos de programa de computador
Dois drones foram capazes de construir uma ponte de cordas de maneira praticamente autônoma. Equipados com carreteis motorizados, os aparelhos foram programados para realizar essa tarefa por pesquisadores do Institute For Dynamic Systems and Control, da Suécia – um dos países mais inovadores do mundo.
Com extensão de 7,4 metros, a ponte precisou de 120 metros de corda. Os carreteis permitiram aos controles um controle da tensão das cordas, para que fosse possível oferecer estabilidade para um atravessador.
Mas o ambiente em que os drones trabalharam para construir a ponte também era cheio de tecnologia. A sala é equipada com sensores de movimento de alta precisão e redes sem fio que enviam dados para programas que geram instruções para os aparelhos voadores. O local é chamado de Flying Machine Arena, um espaço voltado para voos autônomos de drones de pequeno porte.
A localização do andaime é medida manualmente antes de iniciar a construção. A estrutura primária e a consolidação, em seguida, podem ser realizadas sem intervenção humana", escreve Federico Augugliaro, um dos pesquisadores responsáveis pelo experimento.
O vídeo demonstrativo publicado no YouTube também mostra, no final, pessoas andando sobre a ponte contruída pelos drones. Confira a seguir.
O Ministério da Justiça do Reino Unido revelou que nove tentativas de utilização de drones para contrabandear itens diversos foram impedidas na Inglaterra e em Gales nos primeiros cinco meses deste ano. Segundo as autoridades britânicas, a ameaça ainda é pequena, mas deve crescer significativamente com a popularização e barateamento desse tipo de tecnologia.
Um dos drones estava sendo usado para levar celulares e drogas para dentro da prisão de Bedford em março, mas foi interceptado pelos guardas. Há receios de que esse tipo de equipamento possa eventualmente ser utilizado para transportar armas para os presidiários, o que levou a situação a ser classificada como uma “ameaça emergente” por instituições do país.
Segundo Eve Richard, do National Offender Management Service (NOMS), até mesmo as prisões de segurança máxima podem estar vulneráveis e, embora não existam evidências de que alguma das tentativas deu certo no Reino Unido, a possibilidade existe. “Isso ainda não é uma grande questão no momento, mas há potencial para que ela aumente e se torne um problema maior”, acrescenta.
No mundo todo
Os riscos causados pela popularização e facilitação do acesso da população em geral aos drones não é algo exclusivo do Reino Unido. Recentemente, tentativas de contrabando de drogas, celulares e tabaco para dentro de prisões nos Estados Unidos – em uma delas, no estado de Ohio, um aparelho conseguiu levar maconha e heroína até os prisioneiros.
E não é somente dentro das prisões que os drones estão sendo usados para fins nefastos. No Ceará, um grupo de assaltantes de banco vinha utilizando os aparelhos voadores para obter informações sob funcionários de agências bancárias e pressioná-los a colaborar com seus roubos. Saiba mais sobre o caso clicando aqui.