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segunda-feira, 2 de novembro de 2015
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Dilma, presidente do BNDES e mais 10 são processados por corrupção nos EUA
Enquanto no Brasil isso não passa de uma utopia, nos Estados Unidos Dilma Rousseff e outros poderosos foram processados por corrupção. O escritório americano Labaton Sucharow, que representa Providence, capital do Estado de Rhode Island, em uma ação contra a Petrobras e duas de suas subsidiárias, adotou uma estratégia jurídica ‘agressiva’ (leia: coerente): incluiu na ação a presidente Dilma Rousseff e outras 11 autoridades públicas e empresários na condição de “pessoas de interesse da ação”.
Constam da lista o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o empresário Jorge Gerdau, do grupo Gerdau, e o executivo Fábio Barbosa, presidente do Grupo Abril, todos ex-integrantes do conselho de administração da Petrobrás.
O valor arrecado pela Petrobrás com os certificados de dívida e as ADS que estão no processo passam de US$ 100 bilhões. Por isso, Munisteri acha que o processo pode colocar o caso entre o maiores já movidos nos EUA, gerando indenizações tão altas quanto as dos casos Enron e Worldcom.
Informações via: EXAME.com
sábado, 23 de maio de 2015
Quais segredos guardam o palácio residencial de Dilma Rousseff?
Palácio da Alvorada: uma rápida visita à casa da presidenta.
Uma das grandes emoções que vivenciei visitando Brasília foi visitar a casa da presidenta da República, o Palácio da Alvorada. Não é ufanismo. É que acho realmente importante conhecer os locais onde as decisões que afetam nosso País e nossas vidas são tomadas.
Se gostamos tanto de visitar o Capitólio e a Casa Branca; adoramos fazer turismo na Casa Rosada e ficamos deslumbrados com o prédio do Congresso argentino, por que não valorizamos os nossos símbolos? Chega de complexo de Vira-Lata. A cidade projetada por Lúcio Costa, com obras arquitetônicas de Oscar Niemeyer merece uma visita cuidadosa e orgulhosa. Precisamos lutar para o Brasil melhorar. Para isso, devemos também valorizá-lo e conhecê-lo melhor.
Logo, foi com este sentimento que visitei Brasília, o centro de decisões políticas e econômicas mais importante de nossa Nação.
Em uma viagem a trabalho, não houve tempo para turismo. Mas, conversando com um taxista, ouvi que o Palácio da Alvorada estava aberto para visitação naquele dia. Fugi por poucas horas, logo após o almoço, e fui visitar a casa da Dilma. No fim das contas, aquele não era o dia em que o Palácio estava aberto à visitação. Mas um grupo de turistas da Tunísia estava ali na frente, a presidenta passou de carro a caminho do trabalho – o Palácio do Planalto – e autorizou sua entrada. Eu, de roldão, fui junto.
O Palácio da Alvorada é imponente, porém não luxuoso ao extremo. Isso me deixou satisfeita – acredito que o presidente da República deva ter uma residência condizente com o cargo importante que ocupa. No entanto, como não se trata de um sultão ou czar, a ostentação não fica bem.
Um simpático guarda do Palácio da Alvorada conduz o grupo. Primeiro, visitamos o hall de entrada no térreo. Recebemos as informações básicas e saímos da casa. A visita é pelo lado de fora e temos contato visual apenas com os cômodos do primeiro andar da casa. O piso superior é ala privativa do presidente da República. Pelo passeio, passamos pela sala onde a presidenta recebe outros chefes de Estado para reuniões. Em seguida, passamos ao largo da biblioteca, outra sala ampla, mais uma com grande mesa no centro. Vemos obras de arte, tapetes e mobília. Tudo sobriamente decorado.
Quando ao piso superior, ficamos a imaginar apenas. Pergunto-me se a presidenta passa muito tempo ali com a família. Se tem, de fato, tempo para leitura. Será que já leu Harry Potter, assim, só para desestressar? Ou se passa o tempo que tem em sua própria casa debruçada sobre os problemas nacionais. Pergunto-me se fica se olhando no espelho perguntando-se se o vestido é adequado para a ocasião (ainda que o personal stylist tenha dito que sim).
Conversando com o guia, ele me contou que trabalha ali desde o tempo de João Figueiredo (1979-1985). Como o grupo de tunisianos lhe demandava muita atenção, querendo arrancar folhas das árvores e pisando na grama, acabei colhendo poucas informações do guarda.
O jardim do palácio presidencial também é muito belo, com árvores frutíferas e aves soltas a passear pelo gramado muito bem cuidado.
O que mais visitar
No meu caso, não me sobrou tempo para visitar mais nenhuma atração internamente. Ainda assim, a cidade tem inúmeras atrações a céu aberto. De dentro do seu táxi, não deixe de observar o prédio do Congresso – com suas cúpulas côncava (Câmara dos Deputados) e convexa (Senado), o Supremo Tribunal Federal, o belo Palácio do Itamaraty, os prédios idênticos um ao lado do outro da Esplanada dos Ministérios, a curiosa e muito linda Catedral Metropolitana.
No meu caso, não me sobrou tempo para visitar mais nenhuma atração internamente. Ainda assim, a cidade tem inúmeras atrações a céu aberto. De dentro do seu táxi, não deixe de observar o prédio do Congresso – com suas cúpulas côncava (Câmara dos Deputados) e convexa (Senado), o Supremo Tribunal Federal, o belo Palácio do Itamaraty, os prédios idênticos um ao lado do outro da Esplanada dos Ministérios, a curiosa e muito linda Catedral Metropolitana.
Se possível, passe pela Ponte Juscelino Kubitscheck, que já foi eleita a ponte mais bela do mundo, e observe ao longe toda a cidade de Brasília, plana e bem planejada.
Minha impressão de cidade inóspita, de concreto, funcionários públicos, prédios e ar seco, foi desfeita. Não vejo a hora de retornar a Brasília e praticar stand-up e ver o pôr-do-sol no no Lago Paranoá.
Este post está participando do concurso cultural da Companhia de Viagem. #BSBMeuDestino
TEXTO E FOTOS: ÉRICA FRANÇA
terça-feira, 21 de abril de 2015
Redes sociais têm sido palco de discriminação e preconceito
A presidente Dilma Rousseff afirmou no dia (07/04/2015) durante o lançamento de ações de combate à violação de direitos humanos na internet que as redes sociais têm sido usadas como “palco” para publicações de mensagens de discriminação e preconceito. Na avaliação da presidente, algumas pessoas têm usado a liberdade de expressão no caber espaço para desrespeitar as pessoas. No discurso, ela defendeu que haja tolerância e respeito entre os usuários.
“No Brasil, as redes sociais têm sido palco de manifestações de caráter ofensivo, preconceituoso, discriminatório e de grave intolerância, escondidas no anonimato que as redes sociais permite ou o distanciamento que promovem. Algumas pessoas se sentem à vontade para expressar todo tipo de agressão e mentiras, de ferir a honra e a dignidade de outras pessoas”, disse a presidente.
“Como extensão da nossa vida real, o mundo virtual, a internet deveria também ser regida pelas mesmas regras éticas, comportamentais e de civilidade que nós queremos que ocorram na sociedade, no nosso dia a dia. No entanto, não é isso que vem ocorrendo”, completou. Em uma fala que durou pouco mais de 15 minutos, a presidente disse ainda que o “desafio” do governo e da sociedade é tornar a internet um local de “humanidade”, no qual as pessoas se sentirão respeitadas e valorizadas.
A uma plateia formada por ministros, parlamentares e pessoas ligadas a órgãos e empresas ligadas à internet, Dilma afirmou também que o governo tem tarefa “urgente” de conciliar as liberdades de expressão e informação, “tão caras”, com a preservação dos direitos individuais e o combate à discriminação e ao incentivo à violência.
“Embora estejamos amparados por uma extensa e eficiente legislação, inclusive pela nossa Constituição que garante direitos individuais, nós ainda registramos condutas – tanto na vida do dia a dia, a chamada vida offline, como na vida como usuários, a vida online – que são ofensivas e que não só são ofensivas a terceiros mas são, francamente, ilegais”, declarou a presidente.
Ações
O pacote de ações lançado nesta terça prevê três “eixos” para as medidas que serão adotadas no combate à violação de direitos humanos na internet, como a crimes contra crianças, discriminação, homofobia, racismo e preconceito contra a mulher.Entre as ações, estão o lançamento de um portal por meio do qual será possível denunciar violações de direitos na web; divulgação de dicas de segurança para os usuários da rede mundial de computadores; e parcerias com empresas para fazer com que o ambiente virtual seja “livre de violações”.
Segundo o governo, 85,9 milhões de brasileiros têm acesso à internet, o que faz com que o país ocupe o terceiro lugar no ranking mundial de acesso à rede. “Se cada usuário fizer sua parte, a internet se tornará um lugar ainda melhor, e é o que queremos” diz a propaganda institucional do governo.
Estas ações constarão de portaria assinada nesta terça pelos ministros Ideli Salvatti (Direitos Humanos), José Eduardo Cardozo (Justiça), Eleonora Menicucci (Políticas para as Mulheres), Nilma Gomes (Igualdade Racial), Renato Janine Ribeiro (Educação) e Ricardo Berzoini (Comunicações).
terça-feira, 17 de março de 2015
segunda-feira, 9 de março de 2015
Moradores fazem panelaço e buzinaço contra pronunciamento de Dilma. Manifestações foram registradas em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e... pasmém, cidades do Nordeste
Ao mesmo tempo em que a presidente Dilma Rousseff fazia seu pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, na noite deste domingo, moradores de diversas cidades realizaram simultaneamente um panelaço em protesto ao seu discurso. Em bairros nobres como Higienópiolis, em São Paulo, e Barra da Tijuca, no Rio, as pessoas não só batiam panelas como gritavam palavras de baixo calão contra a presidente.
Durante todo o fim de semana, grupos contrários ao governo combinaram o panelaço em mensagens no aplicativo Whatsapp. O texto de mobilização dizia: “Vamos todos para as janelas e vaiar muito. Também vale disparar alarmes de casas e carros! Passe adiante”.
Assim que começou o discurso da presidente, o primeiro da presidente Dilma Roussef à nação em 2015, os primeiros barulhos foram ouvidos. Além do Rio e São Paulo, foram registrados protestos nos mesmos moldes em Brasília, Belo Horizonte e cidades do Nordeste. Muitos internautas postaram vídeos em seus canais de relacionamento e em redes sociais.
Em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, as pessoas saíram às janelas dos prédios batendo panelas e gritando "fora Dilma", "fora PT". As manifestações começaram na metade da fala da presidente e só se encerraram depois do pronunciamento. Algumas pessoas estouraram rojões. Nas ruas, carros passavam buzinando em adesão a manifestação.
Alem de ataques a Dilma e ao PT, alguns manifestantes aproveitaram para incentivar a manifestação pró-impeachment, programada para o próximo domingo. Nas redes sociais, internautas comparavam o próximo dia 15 ao de 29 de maio de 1992, quando jovens foram às ruas de cara-pintadas pedir a saído do então presidente Fernando Collor do governo.
Na TV, enquanto era alvo do protesto, Dilma disse compreender a irritação e preocupação de brasileiros diante do cenário atual, com inflação em alta, economia fraca e aumento do endividamento das famílias. A presidente pediu a confiança da população e conclamou a todos a se unirem em um esforço coletivo para a retomada do crescimento do país.
— Você tem todo direito de se irritar e de se preocupar. Mas lhe peço paciência e compreensão porque esta situação é passageira. O Brasil tem todas as condições de vencer estes problemas temporários. E esta vitória será ainda mais rápida se todos nós nos unirmos neste enfrentamento. Peço a vocês que nos unamos e que confiem na condução deste processo pelo governo, pelo Congresso, e por todas as forças vivas do nosso país e uma delas é você — afirmou a presidente em pronunciamento.
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O Globo
Jurista Miguel Reali Júnior propõe renúncia coletiva de Dilma, Renan e Cunha
O advogado Miguel Reali Jr. propôs uma saída inusitada para a crise política: as renúncias da presidente Dilma Rousseff, do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). "Renúncia já: a única via em busca de pacto sério para reconstrução do País", diz ele.
O editor considera que Renan, Cunha e o PMDB, os únicos com peso político específico no Congresso para impor graves perdas ao governo do PT, trabalharão com afinco para derrubar Dilma, que é o verdadeiro nome da crise política e econômica. A queda de Dilma, tal como aconteceu com Graça Foster na Petrobrás, esvaziaria a crise e salvaria a cara de todo mundo - menos Dilma.
Caso caia, Michel Temer será o presidente. Ele permaneceria noventa dias no governo, conforme manda a Constituição, presidindo novas eleições no período - a menos que o Congresso mude a constituição e garanta mandato integral para o presidente do PMDB.
sábado, 28 de fevereiro de 2015
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