Mostrando postagens com marcador HEADLINE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador HEADLINE. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de dezembro de 2015

Que drogas já foram consideradas remédio pela medicina?


i0015695-03px000000py000000
publicado na Mundo Estranho
Viciado em xarope
Seu filho está tossindo muito? Que tal um xarope de heroína? Sim, ele existiu na virada do século 19 para o 20. O descobridor da substância, o químico Felix Hoffman, notou que ela tinha boas propriedades anestésicas. A heroína substituiu a morfina nessa função até 1910, quando foi proibida devido a seu alto poder viciante
Walter White aprovou
Sintetizada em 1919 por um químico japonês, a metanfetamina era usada por soldados durante a 2ª Guerra Mundial que queriam combater a fadiga e manter-se alerta. Adolf Hitler era um grande adepto. Em hospitais, a droga em forma de cristais era indicada para epilepsia, déficit de atenção, depressão e até alergias
Liga/desliga
A cocaína fazia sucesso no século 19 e era recomendada até por Freud. O pai da psicanálise defendia seu uso como estimulante, anestésico e afrodisíaco ou para sanar problemas digestivos, asma e até alcoolismo. Vários laboratórios da época fabricavam remédios à base de cocaína – de tônicos a pastilhas para dor de dente
Calminha, calminha…
O ópio, extraído da semente de papoula, ainda é usado como anestésico para dores crônicas. Mas, há 100 anos, ele tinha fins terapêuticos bem duvidosos. O xarope Mrs. Winslow, por exemplo, era indicado para acalmar crianças agitadas! Já o vapor do ópio puro, aquecido em uma panela, servia como inalação para asmáticos
Sabedoria indígena
No Brasil, por volta de 1920, era fácil encontrar tabacarias que vendiam os milagrosos “Cigarros Índios”, que prometiam acabar com tosse, rouquidão, asma e insônia. Era nada menos que maconha, que se tornou proibida no país em 1930. Desde então, há várias discussões a respeito de sua legalização para uso medicinal

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

10 dicas de moda com um cão que ganha 50 mil reais por mês

Conheça o Menswear Dog, um cachorro que ganha por mês mais do que o que você ganha no ano para dar dicas de moda para homens
Esse é o Bodhi, um simpático cachorro da raça japonesa Shiba Inu que mora em Nova York e tem milhares de seguidores nas mídias sociais porque sabe ensinar homens a se vestirem bem.
Conhecido como Menswear Dog, é com certeza é um dos pets famosos mais bem vestidos por aí, ele dá dicas de moda e faz propaganda de marcas de roupa masculinas.
Dicas-de-moda-com-Shiba-Inu-1
Ele tem sua própria coleção de roupas para moda masculina e já foi modelo de marcas importantes como Coach, Adidas, American Apparel, Brooks Brothers e Salvatore Ferragamo. O seu “emprego” de modelo rende um cheque bem gordo de mais de US$ 15.000 por mês aos seus dons, os designers Yena Kim e David Fung.
O projeto, que começou como uma brincadeira em relação aos blogs de moda masculina, se transformou numa ferramenta para as marcas se aproximarem de seus potenciais consumidores. Os donos de Bodhi escolhem peças-chave para ensinarem seus seguidores a terem as melhores peças para cada ocasião sem gastar muito.
Dicas-de-moda-com-Shiba-Inu-3
New York, NY-05/14/15 Menswear Dog Destination Wedding
New York, NY-05/14/15 Menswear Dog Destination Wedding
O caimento das roupas deve ser sempre melhor do que seu preço
A roupa deve vestir bem, ter o caimento perfeito no seu corpo e um tecido bom. Essa é a primeira coisa que você deve levar em consideração quando estiver comprando algo. Kim Fung diz: “O erro mais comum que os caras fazem é comprar o tamanho de roupa errado. Não importa o quanto você gasta se o ajuste não está certo”. Dica: Encontrar um bom alfaiate é uma das dicas mais citadas no mandamento de Bodhi.
Dicas-de-moda-com-Shiba-Inu-10
Tudo bem você querer copiar o estilo dos seus ídolos
O Menswear Dog descaradamente imita diversos ícones e seus estilos, incluindo Ryan Gosling em Drive; Ernest Hemingway/Ron Swanson em seu filme (uma camisa de flanela/ jeans escuros, por exemplo, conhecido como lumbersexual) e John F. Kennedy (em “Ivy Leaguer”). Para se inspirar, Kim Fung olha para atores, além de pessoas na rua (street style) e os moradores de Manhattan, sempre peculiares, além de acompanhar alguns blogs e Tumblrs.
Dicas-de-moda-com-Shiba-Inu-9
Quando estiver em dúvida, mantenha combinações simples
O Menswear Dog defende que investir em peças básicas – mas bem feitas – como a camisa branca, o “canivete suíço do guarda-roupa de um cavalheiro”, pode ser uma boa pedida. Você pode usá-la por baixo de um terno ou combinando com um jeans ou um casaco.
Dicas-de-moda-com-Shiba-Inu-8
As peças clássicas são chamadas atemporais por uma razão
Uma camisa listrada, uma jaqueta de motoqueiro de couro, um blazer azul marinho, são peças que nunca saem de moda. O Menswear Dog opta por adaptar as tendências da moda ao seu estilo, ao invés de seguí-las obsessivamente.
Dicas-de-moda-com-Shiba-Inu-7
Invista em boas peças agora, salve dinheiro depois
Investir em uma boa jaqueta bomber pode parecer caro agora, mas sua durabilidade é praticamente para a vida toda. Por isso, gastar um pouco mais com qualidade, é a maior tendência que você deveria seguir.
Dicas-de-moda-com-Shiba-Inu-2

Relembre 8 programas de computador antigos que marcaram os anos 90

Diversos programas de computador marcaram os anos 90. Softwares de troca de mensagem, como o ICQ e o MSN, e ferramentas para baixar música, como o eMule, conquistaram o coração dos usuários, mas deixaram de existir na medida que novas tecnologias foram desenvolvidas.
Para relembrar de alguns programas que fizeram parte da vida daqueles que têm mais de 20 anos, o reunimos oito softwares que foram indispensáveis antes de WhatsApp, Facebook, Twitter e outros aplicativos roubarem seus lugares.
024866475-old-pc-set
1. miRC
Antigamente, quando ainda não existiam aplicativos de mensagem como WhatsApp e Facebook Messenger, as pessoas conversavam através do mIRC. Criado em 1995 e utilizando o protocolo IRC, o miRC foi um dos primeiros softwares a promover conversas entre milhões de pessoas do mundo todo através da Internet.
Embora tenha sido revolucionário para a época, o miRC não tinha suporte para fotos, ou seja, os usuários se identificavam apenas com o uso de um “nickname”. Em seu auge, a plataforma chegou a ter 150 milhões de downloads, mas logo perdeu espaço para outros serviços de mensagem.
2. Netscape
Muito famoso durante a década de 1990, o Netscape foi o primeiro grande navegador de Internet. Com serviços bem avançados para a época, o browser foi responsável pela criação de tecnologias muito utilizadas até hoje, como a SSL (Segurança da camada de transporte) e o Javascript. Apesar de ter tido seu tempo de glória, o navegador foi substituído pelo Internet Explorer e acabou perdendo espaço no mercado.
3. ICQ
Um dos pioneiros entre os mensageiros instantâneos, o iCQ trazia uma proposta inovadora para a época. Criado em 1996, o serviço revolucionou a comunicação rápida entre pessoas online alcançou a marca de 1 milhão de usuários em dois anos. Para usar o ICQ, os internautas ganhavam um número de identificação, o UIN (Universal ICQ Number).
Apesar do sucessoem o programa não suportou a concorrência da Microsoft, que incluiu o MSN Messenger no Windows.
Os fãs do ICQ ficaram órfãos do mensageiro por muito tempo, mas em 2014 puderam comemorar o retorno do serviço. Com o mesmo conceito, o programa voltou cheio de novidades e atualizações.
4. MSN Messenger
esso no fim dos anos 1990. Lançado em 1999, o software logo ultrapassou o concorrente ICQ e se tornou o líder do segmento no Brasil. Porém, como nada é para sempre, principalmente na tecnologia, os tempos de glória do mensageiro terminaram.
No dia 6 de novembro de 2012, foi feito o primeiro anúncio da descontinuidade do uso do programa, que seria substituído pelo Skype. O MSN chegou ao fim definitivo em 27 de maio de 2013, e as contas dos usuários foram migradas para o Skype, serviço de teleconferências da Microsoft.
5. LimeWire
O LimeWire era um software de compartilhamento de arquivos, baseado na Gnutella – rede usada principalmente para a troca de músicas e filmes entre usuários. O programa também tinha suporte limitado para o BitTorrent, com uma versão gratuita e outra paga (LimeWire PRO).
O serviço, que utilizava programas P2P para fazer downloads de arquivos, ficou no ar durante dez anos, até que brigas judiciais com gravadoras americanas desencadearam o seu fim. Em 26 de outubro de 2010, os usuários tiveram que se despedir do programa de compartilhamento de músicas e filmes que marcou os anos 2000.
6. Kazaa
Criado em 2001, o Kazaa era um programa de computador para o compartilhamento de arquivos que usava a tecnologia P2P. Com o serviço, os usuários podiam fazer a troca de arquivos de músicas e imagens. O programa fez grande sucesso entre os usuários mas, foi descontinuado por problemas legais.
.
Em 2009, os desenvolvedores tentaram voltar com um serviço de música legalizado, mas não tiveram muito sucesso. Porém, no fim de 2011, o Kazaa anunciou seu novo aplicativo de streaming na loja da Apple, concorrendo com grandes nomes como Spotify, Rdio e outros fortes candidatos.
7. Ebuddy
O Ebuddy é um programa gratuito que permitia acessar a conta de diversos mensageiros da Internet ao mesmo tempo. Com ele o usuário poderia se conectar aos serviços do MSN Messenger, Facebook, ICQ, Google Talk e Myspace, sem precisar fazer a instalação desses softwares. O serviço acabou ficando obsoleto e foi substituído pela nova versão: o eBuddy XMS. O software tem as mesmas funções, mas traz diversas novidades, como a possibilidade de se comunicar por texto, voz, vídeo e enviar imagens e emoticons.
8. eMule
Criado no ano de 2002, o eMule foi um dos mais populares compartilhadores de arquivo da Internet. A ferramenta surgiu como uma ótima opção para quem gosta de baixar arquivos em redes P2P. Apesar de existir ainda hoje, com versões para Windows e Mac, o programa não tem mais o sucesso que fazia antes e sofre com a influência atual de outros serviços mais poderosos.

6 coisas com as quais você não sabe que concordou ao criar uma conta no Facebook

Você já leu termos de uso e compromisso quando assina algum serviço online? Provavelmente essa resposta é não. É comum, ao baixarmos programas, criarmos contas em redes sociais ou realizamos compras virtuais apenas concordar com tudo, clicar no quadradinho, e pronto. O Facebook, por exemplo, tem um. São mais de 10 mil palavras! Para saber o que estava por lá, decidi ler.
noticia_102984
Para começar, parabéns à rede de Mark Zuckerberg: os termos ali presentes são simples e curtos, bem fáceis de entender. Porém, não importa quão simples e pequeno seja, quase ninguém lerá. Ou seja, a maioria das pessoas concordam sem nem saber com o que estão concordando.
Concordar sem ler dá direito à muitas coisas para a companhia. Aliás, só pra deixar bem claro: o termo “uso”, para eles, significa usar, executar, copiar, agir ou expor publicamente, distribuir, modificar, traduzir e criar trabalhos derivados.
Confira 6 coisas que você concordou sem saber ao criar uma conta no Facebook:
1 – Você deixa o Facebook ler suas mensagens
Dependendo dos serviços usados por você, diferentes informações são coletadas. “Coletamos o conteúdo e outras informações transmitidas por você quando usa nossos Serviços, incluindo quando se cadastra em uma conta, cria ou compartilha conteúdos, envia mensagens ou se comunica com os outros. Isso pode incluir informações presentes no conteúdo ou a respeito dele […]”.
Óbvio, eles deixam bem claro que isso não será divulgado – afinal, eles também tem deveres entre os termos de serviço -, mas ainda assim é algo que você concordou.
2 – Você deixa o Facebook monitorar o local que você está e até quanta bateria resta em seu celular
“Coletamos informações de ou sobre computadores, telefones e outros dispositivos em que você instala ou acessa nossos Serviços, dependendo das permissões concedidas. […] Localizações do dispositivo, incluindo localizações geográficas específicas, por meio de GPS, Bluetooth ou sinal Wi-Fi.”
Sim, o Facebook sabe exatamente onde você está, além de identificar outras coisas também. Como, por exemplo, quanta bateria ainda tem em seu smartphone: “Atributos, como sistema operacional, versão de hardware, configurações do dispositivo, nomes e tipos de arquivos e softwares, bateria e intensidade de sinal, e identificadores de dispositivo.”
Além disso, ele sabe também informações de conexão, como o nome da sua operadora de celular ou ISP (Internet Service Provider), tipo de navegador, idioma, fuso horário, número de celular e endereço IP.
3 – Você concede licença sobre conteúdos intelectuais criados por você e publicados na rede, tudo, livre de royalties
Criadores de conteúdo, como escritores e artistas, muitas vezes postam coisas diretamente no Facebook. Calma, você continua sendo o proprietário! Proprietário de todas as informações e conteúdos que publica, além de controlar o modo como serão compartilhados por meio de suas configurações.
Mas existe um pequeno twist. Os termos e serviços falam assim: “Para conteúdos protegidos por leis de direitos de propriedade intelectual, como fotos e vídeos (conteúdo IP), você nos concede especificamente a seguinte permissão, sujeita às suas configurações de privacidade e de aplicativos: você nos concede uma licença global não exclusiva, transferível, sublicenciável, livre de royalties para usar qualquer conteúdo IP publicado por você ou associado ao Facebook (Licença IP). Essa Licença IP termina quando você exclui seu conteúdo IP ou sua conta, exceto quando seu conteúdo é compartilhado com outras pessoas e este não é excluído por elas”.
4 – Você concede sua imagem para ser usada em marketing
Na parte que fala de propagandas (e outros conteúdos comerciais fornecidos ou aprimorados pelo Facebook) eles explicam alguns dos objetivos da rede social: “divulgar anúncios e outros conetúdos comerciais ou patrocinados que sejam importantes para nossos usuários e anunciantes”, de acordo com os Termos de serviços.
Mas e como você entra nessa equação? Bom, para ajudar o Facebook nisso você concorda em conceder permissão para uso do seu nome, imagem do perfil, conteúdos e informações relacionadas a conteúdos comerciais, patrocinados ou relacionados (como uma marca que você curtiu) fornecido ou aperfeiçoado pela rede. “Isto significa, por exemplo, que você permite que uma empresa ou outra entidade nos pague para exibir seu nome e/ou imagem do perfil com seus conteúdos ou informações sem receber qualquer compensação por isso”. Porém se você tiver selecionado um público específico para seus conteúdos ou informações, respeitaremos sua escolha ao usar esses dados”.
5 – Você permite que o Facebook use os anúncios pagos por você para fins comerciais ou promocionais
Para as pessoas que gerenciam páginas relacionadas ao trabalho na rede, os anúncios são uma boa forma de expandir o alcance de publicações. Porém, com isso, o Facebook pode usar seus anúncios e conteúdos, além de informações relacionadas, para fins comerciais ou promocionais deles.
6 – Você permite que o Facebook utilize toda informação disponível sobre você para te vender produtos
Que o Facebook tenta te vender produtos não é novidade – e nós já falamos na Revista Administradores sobre o mito das redes sociais “grátis” -, mas você sabia que ele rastreia todos seus passos para isso? E pior: ele analisa tudo que seus amigos postam sobre você para melhorar o serviço de oferecer anúncios?
​O aplicativo, por exemplo, já pode ser usado para identificar amigos que estão próximo de você. Ao concordar com os termos, o ​​Facebook ganhou nossa permissão para isso. “Podemos oferecer nossos Serviços, conteúdos personalizados e fazer sugestões usando essas informações para entender como você usa e interage com nossos Serviços, com as pessoas ou coisas a que você está conectado e pelas quais se interessa, dentro e fora dos nossos Serviços”, além de também especificar o uso disso para mostrar anúncios que você possa estar interessado: “Usamos as informações que temos para melhorar nossos sistemas de publicidade e medição; assim, podemos mostrar anúncios relevantes a você dentro e fora dos nossos Serviços, além de medir a eficácia e o alcance dos anúncios e serviços”.
Especial: Você permite que o Facebook leia suas SMS e veja seus contatos no smartphone (no Android)
Ok, essa aqui é bem exclusiva. Primeiro porque só acontece em usuários Android. Segundo porque eles deixam bem claro quando pedem isso. Isso é, se você realmente presta atenção quando baixa o aplicativo. Apesar disso, é algo bem invasivo. E eles sabem: “Percebemos que algumas permissões podem assustar um pouco”, revelam eles durante as explicações.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

WhatsApp: 5 dicas que vão mudar a sua vida

Downloadsource

1-Desabilite o horário que você utilizou o app pela última vez
Se você considera essa informação invasiva demais é possível ocultá-la dos outros usuários. No iPhone vá em Ajustes > Conta > Privacidade > Visto por último > Ninguém. Se o seu smartphone é Android, o caminho é Menu > Configurações > Conta > Privacidade > Ninguém.
2-Utilize o aplicativo via web
Ao entrar no site, um QR Code aparecerá na tela. Enquanto isso, no aplicativo no celular, você deve ir até Menu > WhatsApp Web para habilitar a câmera e registrar o QR Code. Imediatamente, todas as suas conversas aparecerão na tela maior. Funciona em todos os sistemas operacionais.
3-Impeça que as imagens recebidas sejam salvas automaticamente na sua galeria
A funcionalidade é ativada automaticamente, mas é simples interromper. No iOS, vá até Ajustes > Ajustes de Conversa e desligue o botão de Salvar Mídia Recebida. No Android, entre em Configurações > Opções de conversa > Download automático de mídia. Nesta última, aparecerão três opções de conexão, roaming, Wi-Fi ou dados. Selecione o seu caso. Abrirá então uma janela onde pode-se selecionar ou não o conteúdo entre Imagens, Áudio e Vídeo.
4-Silencie as notificações de conversas de grupos
Para fazer isso no iPhone, clique no título do grupo para abrir a página de informações. Uma vez lá dentro, vá na opção Silenciar e escolha por quanto tempo quer fazer isso (oito horas, uma semana ou um ano). No Android, você tem que clicar o botão do Menu e daí apertar Silenciar.
5- Mande mensagens para várias pessoas de uma só vez
A função Listas de Transmissão permite isso e sem mostrar quem estava na sua lista, do mesmo jeito que a cópia oculta do seu email. No iPhone o comando fica dentro de Conversas, na parte superior da tela. Uma vez dentro dela, é só criar uma Nova Lista e sair digitando os nomes dos contatos que você quer incluir. Enquanto isso, usuários de Android devem acessar o botão Menu em Conversas e depois Nova Lista de Transmissão.
(Fonte: Exame)

Confira mais aplicativos

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...