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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

6 coisas com as quais você não sabe que concordou ao criar uma conta no Facebook

Você já leu termos de uso e compromisso quando assina algum serviço online? Provavelmente essa resposta é não. É comum, ao baixarmos programas, criarmos contas em redes sociais ou realizamos compras virtuais apenas concordar com tudo, clicar no quadradinho, e pronto. O Facebook, por exemplo, tem um. São mais de 10 mil palavras! Para saber o que estava por lá, decidi ler.
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Para começar, parabéns à rede de Mark Zuckerberg: os termos ali presentes são simples e curtos, bem fáceis de entender. Porém, não importa quão simples e pequeno seja, quase ninguém lerá. Ou seja, a maioria das pessoas concordam sem nem saber com o que estão concordando.
Concordar sem ler dá direito à muitas coisas para a companhia. Aliás, só pra deixar bem claro: o termo “uso”, para eles, significa usar, executar, copiar, agir ou expor publicamente, distribuir, modificar, traduzir e criar trabalhos derivados.
Confira 6 coisas que você concordou sem saber ao criar uma conta no Facebook:
1 – Você deixa o Facebook ler suas mensagens
Dependendo dos serviços usados por você, diferentes informações são coletadas. “Coletamos o conteúdo e outras informações transmitidas por você quando usa nossos Serviços, incluindo quando se cadastra em uma conta, cria ou compartilha conteúdos, envia mensagens ou se comunica com os outros. Isso pode incluir informações presentes no conteúdo ou a respeito dele […]”.
Óbvio, eles deixam bem claro que isso não será divulgado – afinal, eles também tem deveres entre os termos de serviço -, mas ainda assim é algo que você concordou.
2 – Você deixa o Facebook monitorar o local que você está e até quanta bateria resta em seu celular
“Coletamos informações de ou sobre computadores, telefones e outros dispositivos em que você instala ou acessa nossos Serviços, dependendo das permissões concedidas. […] Localizações do dispositivo, incluindo localizações geográficas específicas, por meio de GPS, Bluetooth ou sinal Wi-Fi.”
Sim, o Facebook sabe exatamente onde você está, além de identificar outras coisas também. Como, por exemplo, quanta bateria ainda tem em seu smartphone: “Atributos, como sistema operacional, versão de hardware, configurações do dispositivo, nomes e tipos de arquivos e softwares, bateria e intensidade de sinal, e identificadores de dispositivo.”
Além disso, ele sabe também informações de conexão, como o nome da sua operadora de celular ou ISP (Internet Service Provider), tipo de navegador, idioma, fuso horário, número de celular e endereço IP.
3 – Você concede licença sobre conteúdos intelectuais criados por você e publicados na rede, tudo, livre de royalties
Criadores de conteúdo, como escritores e artistas, muitas vezes postam coisas diretamente no Facebook. Calma, você continua sendo o proprietário! Proprietário de todas as informações e conteúdos que publica, além de controlar o modo como serão compartilhados por meio de suas configurações.
Mas existe um pequeno twist. Os termos e serviços falam assim: “Para conteúdos protegidos por leis de direitos de propriedade intelectual, como fotos e vídeos (conteúdo IP), você nos concede especificamente a seguinte permissão, sujeita às suas configurações de privacidade e de aplicativos: você nos concede uma licença global não exclusiva, transferível, sublicenciável, livre de royalties para usar qualquer conteúdo IP publicado por você ou associado ao Facebook (Licença IP). Essa Licença IP termina quando você exclui seu conteúdo IP ou sua conta, exceto quando seu conteúdo é compartilhado com outras pessoas e este não é excluído por elas”.
4 – Você concede sua imagem para ser usada em marketing
Na parte que fala de propagandas (e outros conteúdos comerciais fornecidos ou aprimorados pelo Facebook) eles explicam alguns dos objetivos da rede social: “divulgar anúncios e outros conetúdos comerciais ou patrocinados que sejam importantes para nossos usuários e anunciantes”, de acordo com os Termos de serviços.
Mas e como você entra nessa equação? Bom, para ajudar o Facebook nisso você concorda em conceder permissão para uso do seu nome, imagem do perfil, conteúdos e informações relacionadas a conteúdos comerciais, patrocinados ou relacionados (como uma marca que você curtiu) fornecido ou aperfeiçoado pela rede. “Isto significa, por exemplo, que você permite que uma empresa ou outra entidade nos pague para exibir seu nome e/ou imagem do perfil com seus conteúdos ou informações sem receber qualquer compensação por isso”. Porém se você tiver selecionado um público específico para seus conteúdos ou informações, respeitaremos sua escolha ao usar esses dados”.
5 – Você permite que o Facebook use os anúncios pagos por você para fins comerciais ou promocionais
Para as pessoas que gerenciam páginas relacionadas ao trabalho na rede, os anúncios são uma boa forma de expandir o alcance de publicações. Porém, com isso, o Facebook pode usar seus anúncios e conteúdos, além de informações relacionadas, para fins comerciais ou promocionais deles.
6 – Você permite que o Facebook utilize toda informação disponível sobre você para te vender produtos
Que o Facebook tenta te vender produtos não é novidade – e nós já falamos na Revista Administradores sobre o mito das redes sociais “grátis” -, mas você sabia que ele rastreia todos seus passos para isso? E pior: ele analisa tudo que seus amigos postam sobre você para melhorar o serviço de oferecer anúncios?
​O aplicativo, por exemplo, já pode ser usado para identificar amigos que estão próximo de você. Ao concordar com os termos, o ​​Facebook ganhou nossa permissão para isso. “Podemos oferecer nossos Serviços, conteúdos personalizados e fazer sugestões usando essas informações para entender como você usa e interage com nossos Serviços, com as pessoas ou coisas a que você está conectado e pelas quais se interessa, dentro e fora dos nossos Serviços”, além de também especificar o uso disso para mostrar anúncios que você possa estar interessado: “Usamos as informações que temos para melhorar nossos sistemas de publicidade e medição; assim, podemos mostrar anúncios relevantes a você dentro e fora dos nossos Serviços, além de medir a eficácia e o alcance dos anúncios e serviços”.
Especial: Você permite que o Facebook leia suas SMS e veja seus contatos no smartphone (no Android)
Ok, essa aqui é bem exclusiva. Primeiro porque só acontece em usuários Android. Segundo porque eles deixam bem claro quando pedem isso. Isso é, se você realmente presta atenção quando baixa o aplicativo. Apesar disso, é algo bem invasivo. E eles sabem: “Percebemos que algumas permissões podem assustar um pouco”, revelam eles durante as explicações.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

7 guerras que estão mudando o mundo para conquistar você

O mundo está em pé de guerra e talvez você nem tenha percebido. Esqueça o conflito da Rússia com a Ucrânia, o Oriente Médio, a tensão entre as Coréias. O front é um tanto fluido e os confrontos são dispersos. Não existem aliados muito bem definidos nesse cenários. Mas os adversários são claros. E o objetivo ainda mais: conquistar você.
Com a ajuda das novas ferramentas digitais, os negócios que surgem na era da conectividade ganham o consumidor por conseguirem oferecer uma melhor qualidade de serviço por um menor preço. Os antigos problemas estão sendo solucionado e as empresas tradicionais que nada fizeram para se adaptar e trazer novidades, perdem para a jovem concorrência e ficam para trás.
Esse fato já foi comprovado pelo relatório Digital Vortex: How Digital Disruption is Redefining Industries, apresentado pelo DBT Center (Global Center for Digital Business Transformation), que mostrou que aproximadamente 40% das atuais empresas de 12 setores do mercado irão desaparecer nos próximos 5 anos. A locadora de filmes Blockbuster e a enciclopédia Barsa são exemplos de gigantes do mundo dos negócios que perderam a disputa e já não se encontram mais neste cenário.
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Em outras palavras: preparem-se porque “winter is coming”. Confira 7 casos que comprovam que a guerra mundial entre diferentes gerações de negócios está apenas começando:
1 – Whatsapp x Operadoras de telefonia
Muita coisa mudou desde que o aplicativo de troca de mensagens instantâneas disponibilizou a opção de realizar chamadas de voz. Indiscutivelmente, se o usuário estiver conectado a uma rede Wi-Fi, as ligações pelo WhatsApp são bem mais econômicas — ou praticamente gratuitas, já que o valor mensal da internet não será taxado. No entanto, testes já comprovaram que fazer uma ligação pelo WhatsApp usando o 3G custa menos que fazer uma chamada convencional para uma outra operadadora de telefonia.
2 – Uber X Taxistas
Para qual time você torce: Uber ou taxistas? A regulamentação do serviço no Brasil foi muito além do âmbito jurídico e criou clima de uma verdadeira guerra em cidades como Belo Horizonte, São Paulo e Brasília. Tudo isso porque o Uber conquistou o cliente pela qualidade de seu serviço. Além de ter carros selecionados e novos, oferece mais comodidade e conectividade ao usuário durante o trajeto, que pode consumir guloseimas e escolher a música que deseja ouvir no momento. A empresa também conquistou por sua sinceridade, já que garante ao cliente bom tratamento pelos funcionários, que podem ser avaliados, e que o valor cobrado ao final da corrida será justo — ou seu dinheiro de volta (coisas que nem sempre são garantidas pelos taxistas convencionais).
3 – Netflix X Emissoras de TV
Encontrar quais são as justificativas para uma traição e elaborar um plano de vingança: essa poderia ser a sinopse do conflito entre as emissoras de TVs e a Netflix. Quem antes só assistia à programação da TV aberta ou precisava desembolsar no mínimo R$ 70 por um pacote de canais por assinatura, hoje pode pagar uma mensalidade de R$ 20 e ter acesso a um catálogo de mais de 3 mil séries, filmes e programas infantis. Essa preferência já está causando incomôdo nas grandes redes televisivas, que querem explicações do porquê o baixo custo das mensalidades e pedem que o governo aplique mais taxações no serviço.
4 – Netflix x Locadoras de DVDs
E antes, quando não havia a alternativa além da TV aberta, as locadora eram o “point” de encontro. Quem nunca alugou dezenas de VHS para o assistir durante o final de semana? Elas até se modernizaram, acompanharam o lançamento dos DVDs e, mais recentemente, dos Blu-Ray e 3D, mas poucas resistiram. O embate contra as locadoras começou com as TVs por assinatura, passou pelos downloads ilegais da internet e terminou com o serviço de streaming da Netflix — que, até o momento, mantém-se como campeã invicta.
5 – Netflix x Vendedores de DVDs piratas
Para quem não quer atolar o computador de vírus com os downloads de filmes e séries, a segunda opção é ir atrás dos vendedores de DVDs piratas. Parece ser mais econômico negociar com o camelô de fazer 5 filmes por R$ 20, até você parar para pensar melhor. Com R$ 20 por mês dá pra pagar o plano mensal do Netflix e ter acesso a um catálogo repleto de clássicos e lançamentos, séries, programas e conteúdo exclusivo. Mais uma, a Netflix sai ganhando.
4 – Amazon x Livrarias
Aqui está mais um capítulo dessa guerra entre antigos e novos negócios: as livrarias contra a Amazon. O problema, assim como nos outros casos, é a concorrência e oferta dos mesmos produtos por um preço abaixo do mercado tradicional. No mês passado, as organizações The Authors Guild, Authors United e a Associação Norte-americana de Livrarias pediram que o Departamento de Justiça dos EUA investigasse as vendas da gigante da internet — “como a Amazon consegue preços tão baixos?˜, perguntam as livrarias que durante muito tempo foram a única opção para quem queria encontrar livros.
5 – Airbnb X Hotéis
Imagine uma plataforma que reúna milhares de opções de quartos ou imóveis para locação em mais de 200 países, livre de troca de e-mails ou ligações para confirmações de dados, pagamento de reserva e toda aquela burocracia que um viajante precisa resolver com os hotéis. Econômico, prático, transparente e, ainda por cima, gera renda para a pessoa que aluga sua casa ou parte dela. A verdade é que todos saem ganhando, pois o turista economiza e o proprietário consegue um dinheiro extra, ficando ele assegurado pelo serviço caso um eventual dano seja causado pelos inquilinos.
6 – Booking online X Agências de turismo
Uma pergunta rápida: se você está planejando uma viagem e quer economizar o máximo possível com hospedagem e traslado, buscaria essas informações na internet ou procuraria uma agência de turismo? Para a geração de milleniuns, viajar se tornou uma rotina e, por isso, deve ser prática, econômica e, preferencialmente, precisa ter informações acessíveis a um clique ou toque na tela. Em sites como Decolar.com, Booking.com, Hotel Urbano, é fácil pesquisar passagens, hotéis, quartos, imóveis e até mesmo pacotes turísticos para qualquer lugar do mundo, utilizando filtros para selecionar aqueles que se enquadram em suas condições e ainda ter acesso a fotos e demais informações do serviço.
7 – Spotify x Gravadoras e artistas
A pirataria digital de CDs foi combatida pela comodidade oferecida pelos serviços de streaming como o Spotify. No entanto, sua chegada ao mercado da música, mesmo tendo sido benéfica por um lado, não agradou às gravadoras e artistas. Diferentemente dos outros serviços, que surgiram para concorrer diretamente com os negócios tradicionais, o Spotify surgiu para ser parceiro e oferecer maior conectividade com os consumidores. Aqui, o motivo da briga é justificado pela pouca lucratividade do Spotify, que, com uma mensalidade a um preço acessível, oferece ao usuário uma variedade de CDs, entre lançamentos e discos remasterizados, que antes eram vendidos cada um a R$ 20 no mínimo.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Cervejaria quer construir hotel com torneiras de chope nos quartos

A Brewdog tem um bar em São Paulo, em Pinheiros. (foto: Tiago Queiroz/Estadão)
A Brewdog tem um bar em São Paulo, em Pinheiros. (foto: Tiago Queiroz/Estadão)
Carla Peralva, no Paladar
25 milhões de libras (mais de 38 milhões de dólares, ou 111 milhões de reais). Esse é o tamanho da ambição da Brewdog. Mais uma vez, a cervejaria escocesa está acionando seus fãs pelo mundo para levantar, via financiamento coletivo, a quantia necessária para investimentos e expansões.
Parte dela será usada para a construção de um hotel temático ao lado da sede da cervejaria, em Ellon, na Escócia. O principal atrativo? Em cada quarto, uma torneira de chope Brewdog.
A criação de uma nova fábrica com capacidade de produção de 300 hectolitros de cerveja, uma destilaria artesanal e novos pubs em Londres, Berlim e outras cidades também estão nos planos da cervejaria para o dinheiro arrecadado.
A campanha é uma nova rodada do Equity for Punks, projeto de microfinanciamento que permite que qualquer fã da cervejaria se torne sócio. Mais de £7 milhões (R$ 31 milhões) já foram arrecadados dessa forma. Desta vez, 523.316 ações estão à venda e o investimento mínimo que pode ser feito é de £95 (R$ 421). Se todas as cotas forem vendidas, os fãs-investidores serão donos de 23% da empresa.
“Esse modelo de financiamento (em que uma grande empresa compra ou assume o controle acionário de uma cervejaria artesanal para permitir que ela se expanda) está destruindo a indústria das cervejas artesanais. Estamos espalhando nosso controle acionário de propósito, pois aí não seremos mais alvo dessas grandes empresas – ter mais de 15 mil acionistas torna quase impossível que qualquer uma nos compre”, disse Martin Dickie, co-fundador da Brewdog em entrevista ao The Telegraph.

Animais podem prever terremotos, diz estudo

O aumento de íons no ar, causado pelo choque ou fricção de placas tectônicas, provoca a agitação nos bichos
Antes dos terremotos, os animais sofrem com a “síndrome da serotonina” que leva humanos e animais a um estado de agitação, inquietação e confusão (foto: Yves Herman/Reuters/VEJA)
Antes dos terremotos, os animais sofrem com a “síndrome da serotonina” que leva humanos e animais a um estado de agitação, inquietação e confusão (foto: Yves Herman/Reuters/VEJA)
Publicado na Veja on-line
Mudança no comportamento dos animais pode significar que há terremotos de grande escala por perto. A inquietação dos bichos é causada pelo aumento de íons positivos no ar e pode ajudar na prevenção de eventos sísmicos. O estudo, publicado na revista europeia Physics and Chemistry of the Earth, foi realizado durante as semanas que antecederam o terremoto Contamana que ocorreu nos Andes peruanos em 2011.
Para o experimento, que contou com a participação do brasileiro Jean Pierre Raulin, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, foram observados pequenos mamíferos e aves do Parque Nacional Yanachaga, no Peru. Câmeras acionadas automaticamente pelo movimento dos animais foram instaladas na área verde e registraram suas passagem por meio de um flash de luz infravermelha. Invisível a olho nu, esse tipo de luz foi usada para não gerar mudanças no comportamento dos bichos.
Os pesquisadores notaram que, em dias comuns, os animais passavam de cinco a quinze vezes pela câmera. No intervalo de 23 dias antes do terremoto, eles começaram a ser menos visíveis: no máximo cinco vezes ao dia. E, em cinco dos sete dias anteriores ao evento, nenhum animal foi avistado.
Durante o mesmo período, foram estudadas também as perturbações na ionosfera, camada de íons naturais localizada a 70 quilômetros de altitude. Os cientistas perceberam essas alterações por meio de ondas de frequência muito baixa (usadas em comunicações militares). Oito dias antes do terremoto, houve variações significativas na ionosfera, mesma data em que houve a mudança no comportamento dos animais.
Síndrome de serotonina - A explicação apresentada pelos pesquisadores foi que o acúmulo de íons positivos no ar provocou as perturbações em ambos. A maior quantidade de íons, gerada pelo encontro ou fricção das placas tectônicas na atmosfera, provoca no organismo o aumento no nível de serotonina, o neurotransmissor que regula o sono e os batimentos cardíacos. Em excesso, essa substância origina a chamada “síndrome da serotonina” que leva humanos e animais a um estado de agitação, inquietação e confusão. Esse comportamento diferente dos animais é o que pode prever os acontecimentos sísmicos.
De acordo com o estudo, para se livrar dos sintomas indesejáveis da síndrome da serotonina, os animais fugiram para áreas mais baixas, onde a ionização não é tão expressiva.
A ideia de que os animais podiam prever eventos sísmicos já existia, mas não tinha sido provada até então. E mesmo se os animais não tivessem sido introduzidos na pesquisa, as mudanças observadas no campo de ionização dias antes dos terremotos já seriam o suficiente para ajudar na prevenção desses eventos.

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