Com um intuito de elaborar uma matéria sobre o assunto, o jornalista Andy Greenberg, da revista americana Wired, juntamente com dois hackers americanos, mostraram a fragilidade do sistema de uma SUV Jeep ao se mostrarem ser capazes de controlar diversas de suas funções a quilômetros de distância. Confere aí:
#SQN...
o vídeo foi retirado do ar, provavelmente a fábrica entrou com algum processo para não mostrarem o quanto vulnerável é sua SUV!
Apesar de ataques hackers à emissoras de televisão não serem muito frequentes, essa é uma prática bem antiga e chegou bem antes de a própria internet ser de fato criada. A primeira notícia que se tem de uma invasão á redes de TV foi a que ocorreu em 1986, quando um homem insatisfeito com o aumento da mensalidade da HBO, derrubou o sinal da emissora e colocou uma mensagem de protesto que foi vista por milhões de americanos por mais de 4 minutos. Por mais raras que sejam essas invasões elas sempre são marcantes e algumas até mesmobizarras. Confira agora as 4 maiores invasões a emissoras de tv de todos os tempos!
1. Ataque Zumbi (2013)
Era uma segunda feira, 11 de fevereiro de 2013, os telespectadores da emissora KRTV do estado de Montana , EUA, assistiam a série de TV Steve Wilkos quando se depararam com uma mensagem de alerta: "Os defuntos estão se levantando dos túmulos e atacando os vivos (...) Não tente se aproximar ou detê-los, os corpos são extremamente perigosos". A mensagem foi exibida em áudio, por hackers que invadiram o sistema de alerta em áudio da TV. O acontecimento é um tanto quanto bizarro pois não é todo dia que você recebe um alerta zumbi enquanto assiste sua programação favorita não é mesmo? Após o incidente a emissora teve que fazer um pedido de desculpas em sua programação informando que o alerta era falso. Os hackers que invadiram a KRTV nunca foram pegos.
2. "Eu sou o Estado Islâmico" (2015)
Nem toda a segurança tecnológica que vivemos hoje foi capaz de deter os hackers que invadiram a TV francesa TV5 Monde em abril deste ano. Hackers que se alegam lealdade ao grupo terrorista Estado Islâmico invadiram o sinal de TV da emissora, deixaram 11 canais fora do ar ao mesmo tempo, além de hackear o site da companhia e suas contas em redes sociais como Twiiter e Facebook, na página inicial do site da emissora era possível ler a frase: "I am IS" (eu sou o Estado Islâmico).
3. Max Headroom I (1987)
Este é sem dúvida o mais bizarro e misterioso ataque hacker à emissoras de tv de todos os tempos. Na noite de 22 de novembro de 1987, o noticiário esportivo da rede WGN, de Chicago nos Estados Unidos, era transmitido normalmente quando de repente a transmissão é interrompida e dá lugar a imagem de um homem mascarado pulando e rindo na frente da câmera, a interrupção dura alguns segundos, quando o sinal é restabelecido o apresentador Dan Roan, surpreso diz: "Bom se você está surpreso com o que aconteceu, eu também estou". O acontecimento sem ,aparentemente, motivo, método ou culpados, pois ninguém sabia quem era o responsável, podia muito bem ter vindo de extraterrestres, foi o que muitos pensaram na época. Mas a verdade é que o cara mascarado representava com a máscara o primeiro apresentador gerado por computador: Max Headroom, que apareceu pela primeira vez em 1985 em uma tv britânica.
4. Max Headroom II (1987)
Duas horas depois da primeira invasão na WGN, outra rede de televisão, também de chicago, foi atacada. o canal 11, WTTW, exibia um episódio de Dr. Who, e mais uma vez a transmissão é interrompida e o homem mascarado aparece de novo, só que dessa vez ao contrário da última invasão que durou 30 segundos e não tinha áudio, apenas ruído, a nova invasão que durou pouco mais de 1 minuto trazia uma mensagem, o homem com a voz distorcida dizia:"eu acho que sou melhor que Chuck Swirky, maldito liberal" fazendo referência ao locutor do Chicago Bulls, que na época era sensação da Rádio WGN, "(...) acabo de criar uma obra de arte para todos os nerds jornalistas do mundo!", slogan do Chicago Tribune, jornal que pertencia à emissora. Entre as ameaças o mascarado cantarolava e fazia gestos. "Quando nossa equipe estava tentando entender o que estava acontecendo, já tinha acabado" disse um porta voz da WTTW na época. Depois do acontecimento o FBI passou a investigar o caso, porém o "Pirata da Televisão" nunca foi encontrado.
O grupo de hackers Anonymous promete deletar Israel do ciberespaço na próxima semana, como parte de uma missão contra o país pela guerra na Palestina. Num vídeo com imagens da última guerra, no ano passado, o grupo de hackers anuncia o seu objetivo. "Esta é uma mensagem para as insensatas entidades Sionistas", diz um dos integrantes do grupo, em inglês, usando a já conhecida máscara de Guy Fawkes (simbolo dos Anonymous). "Estamos de volta para castigar vocês pelos crimes nos territórios palestinos", anuncia, marcando o ataque para 7 de Abril de 2015. O grupo de hacktivistas - assim denominados por serem hackers ativistas - denuncia o que diz ser "agressão contínua, bombardeamentos, assassinatos e sequestro de palestininos", criticando o silêncio de outros países, árabes e não árabes.
Assista o vídeo
"A resposta a estes crimes monstruosos contra a Humanidade vai acontecer dia 7 de Abril de 2015", diz a voz, com imagens de Palestinos feridos. A operação Israel, ou #OpIsrael, promete derrubar servidores, sites governamentais, sites do exército israelita, bancos e instituições públicas. "Vamos deletar vocês do ciberespaço", prometem. "Sete de Abril de 2015 será um Holocausto eletrónico, uma mensagem à juventude palestina", continuam, classificando os jovens palestinos como "símbolo de liberdade, resistência e esperança."
Holocausto cibernético
Imagens do líder Binyamin Netanyahu passam várias vezes, com a repetida ameaça: "Vocês vão ver o que o Holocausto eletrónico significa." Não é feita referência ao grupo terrorista Hamas, que lidera a Palestina e foi recentemente denunciado por crimes de guerra e como sendo autor de um ataque que matou 11 crianças palestinas. A mensagem de "solidariedade com o povo palestino contra Israel" ressoou positivamente junto dos opositores de Israel nas redes sociais; por outro lado, contas de Twitter que se identificam como sendo parte do grupo dos Anonymous indicam que centenas de contas de israelitas já foram hackeadas e de fato há um ficheiro no site Pastebin com endereços de email e dados pessoais
Hackers com interesses escusos, também chamados de crackers, conseguiram roubar 1,2 bilhão de senhas em uma campanha maciça de ataques, que afetou 420 mil websites.
Além de roubar as senhas, os criminosos também acessaram 500 milhões de endereços de e-mail, o que poderia ajudá-los a realizar outras invasões.
Até agora, as informações roubadas não parecem ter sido vendidas. A maior parte das contas vem sendo usada para enviar esquemas de marketing e outras mensagens virais.
Os ataques partiram de uma única cidade russa, que não teve o nome divulgado para não atrapalhar as investigações.
Ataques de larga escala como esse, centralizados em apenas um grupo criminoso, tem perdido popularidade pela maior facilidade de detecção. Oscriminosos preferem agirem células independentes, para confundir empresas de segurança e autoridades com múltiplos ataques simultâneos.
Os métodos de obtenção dos dados não foram usuais. Os criminosos russos compraram bases de dados roubadas por outros crackers, como no episódio que afetou a rede norte-americana Target, e acumularam esses dados ilícitos, usando-os em diferentes esquemas fraudulentos.
A recomendação de especialistas aos usuários é modificar as senhas e verificar se houve acesso indevido à contas de e-mail e serviços de internet banking.