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domingo, 2 de agosto de 2015

NASA vai usar drones para explorar asteroides, planetas e luas [vídeo]


Em um futuro não muito distante os drones voadores podem não estar mais limitados a explorar a Terra, chegando também ao espaço. Ao menos é isso o que afirma a NASA, que quer colocar esses aparelhos para coletar e analisar amostras de asteroides e outros planetas.
Obviamente, não será uma simples questão de lançar para o espaço os modelos que temos no mercado. Para começar, suas estruturas precisarão ser muito mais resistentes, para serem capazes de resistir às condições adversas dos locais para onde forem. Em segundo lugar, estamos falando de um ambiente sem GPS e longe demais da Terra; logo, eles terão que conseguir voar de maneira autônoma.
Por falar em voo, os drones, que são chamados de “Extreme Access Flyer” (“Planador de Acesso Extremo”, em português), precisarão ter rotores bem maiores. E não apenas isso, como também uma propulsão a gás frio – esta necessária para realizar manobras e se deslocar em ambientes com atmosfera fina ou sem qualquer ar, como ocorre com asteroides.


Felizmente, seu tamanho diminuto também promete ser bastante vantajoso: visto que mesmo isso não deve ser suficiente para evitar alguns acidentes, a NASA planeja enviar esses drones em grandes quantidades para os locais a serem estudados. Atualmente, três diferentes modelos de protótipos já foram criados, que você pode conferir nas imagens acima.




Notou a falta de algo? Pois é, nenhum deles ainda está equipado com um mecanismo para coletar amostras, já que a maneira como isso será feito ainda está em discussão entre a equipe encarregada do projeto. Um dos drones, porém, já é capaz de se orientar com a ajuda da propulsão a gás, compensando seu movimento e corrigindo sua posição, como o vídeo abaixo mostra (NOTA:cuidado, pois o som da propulsão é bem alto, na gravação):





Vale notar, por fim, que a NASA não está limitando o uso de seus drones ao espaço. Uma vez que eles estão em desenvolvimento para lidar com “qualquer situação”, eles funcionam muito bem na Terra – o órgão, inclusive, cogita sua utilização para analisar o interior de tubulações de lava em áreas vulcânicas de nosso planeta.
FONTE(S)
IMAGENS

terça-feira, 30 de junho de 2015

Nasa irá utilizar Microsoft HoloLens em missão espacial

Microsoft Hololens (Divulgação)

Sidekick é baseado no dispositivo de realidade virtual da Microsoft e irá auxiliar astronautas


Microsoft e Nasa juntaram forças para desenvolver uma nova tecnologia para auxiliar astronautas em viagens espaciais: é o Sidekick, um dispositivo de realidade virtual baseado no HoloLens, o computador holográfico da empresa de Bill Gates.
De acordo com a agência espacial americana, o Sidekick irá facilitar o treinamento dos astronautas, além de permitir que o pequeno espaço disponível nas naves seja melhor utilizado. 
Segundo o site IGN, o Sidekick funcionará em dois modos diferentes: um deles é o “Remote Expert Mode”, que permitirá que a equipe de monitoramento na Terra veja a mesma coisa que um astronauta esteja vendo no espaço. A equipe poderá então fazer anotações na tela do dispositivo, guiando o astronauta em sua tarefa.
O outro modo de funcionamento é o “Procedure Mode”, que vai um pouco mais na linha da realidade aumentada e fará com que o usuário do Sidekick veja ilustrações holográficas instrutivas sobre objetos que ele esteja manuseando.
O dispositivo deve ir ao espaço ainda em junho.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Nasa quer rastrear drones usando antenas de celulares

Drone

Drone: a Nasa irá desenvolver um sistema de controle de tráfego aéreo para rastrear drones usando radares

A operadora de telefonia Verizon e a Nasa estão trabalhando junto para construir um sistema de torres de telefonia celular que consigam rastrear drones civis e comerciais nos Estados Unidos, segundo documentos obtidos pelo jornal inglês The Guardian.
Segundo o acordo, assinado no ano passado, a Nasa  irá desenvolver um sistema de controle de tráfego aéreo para rastrear drones usando radares, satélites ou sinais celulares.
A agência espacial americana irá começar a testar o sistema ainda nesse meio de ano, enquanto a Verizon planeja desenvolver uma forma de monitorar drones em sua rede celular até 2017, na esperança de lançar a nova tecnologia em 2019.Ainda segundo os contratos obtidos pelo Guardian, o Google e a Amazon aceitaram ajudar a Nasa nos testes, que irão acontecer no Centro de Pesquisa Ames, na Califórnia. O Google iria compartilhar dados de seu Projeto Wing e carro autônomo, enquanto a Amazon iria testar seus drones de entrega no centro da Nasa.
O projeto de 500 mil dólares quer facilitar os voos seguros para drones comerciais e civis, ao mesmo tempo que implementa tecnologia que os manteriam longe de áreas proibidas (como a Casa Branca).
O sistema também permitiria que operadoras pousassem drones quando o clima estiver ruim, e controlar o tráfego aéreo desses veículos para evitar colisões no ar. A agência de aviação americana ainda precisa criar a regulamentação para drones, mas o projeto da lei quer estabelecer um limite de altitude e velocidade para os veículos não-tripulados.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

NASA oferece download de programas para projetar drones e foguetes



Se você entrar nessa página no site da NASA, vai encontrar a seguinte descrição: "Oferecendo um extensivo portfólio de software para várias aplicações técnicas, o catálogo NASA Software é organizado em quinze categorias. Os códigos estão listados alfabeticamente e todos os produtos possuem uma descrição curta". Apesar de o parágrafo não revelar o que está entre estes links logo de cara, basta uma pequena pesquisa para encontrar os programas que a própria NASA usa para projetar drones e foguetes.
O Software Catalog foi liberado neste mês para o público acessar mais de 1 mil programas gratuitos voltados para indústrias, agências governamentaisetc. Neles, você encontra códigos que a própria NASA utiliza atualmente — por exemplo, alguns dos softwares são usados para projetar o Space Launch System, o foguete que deve lançar a nave Orion em direção a Marte.
Desde 2011 a liberação destes códigos estava sendo planejada pela agência. Na época, ela foi anunciada por meio de um memorando presidencial sobre a aceleração da comercialização de pesquisa federal. No memorando, Obama lançava um desafio: criar novas maneiras de aumentar a eficiência e o impacto econômico nas atividades de transferência de tecnologia.

Códigos que te quero

Um dos programas disponíveis no catálogo é um sistema de voo para cubosats e drones. Os cubosats são satélites que parecem cubos de 10 cm. Para encontrar, basta ir atrás dos nomes Core Flight Enterprise e Core Flight Suite.
Os programas da NASA também costumam sofrer alterações de outras empresas, agências, órgãos e até universidades. Como os códigos são abertos, você pode mexer no sistema para mudar a razão de um arquivo. Como notou o Gizmodo US, um software de mapeamento de estrelas foi usado para rastrear tubarões-baleia. Mais que isso, outros programas ajudam hospitais a serem mais eficientes.

Nada é tão simples

Porém, o download não é a coisa mais fácil e rápida do mundo. Você não vai baixar o arquivo como um programa no MegaUpload. É necessário preencher um formulário para a NASA. Isso porque alguns softwares não podem cair nas mãos de "pessoas erradas", disse a agência.
Ainda, muitos itens dentro do site não estão disponíveis fora dos EUA e para o público em geral. A NASA comenta que todas essas questões envolvem a segurança nacional.
Se você ficou interessado em desenvolver um superfoguete ou drone, clique neste link e vá até o catálogo. Boa diversão!
FONTE(S)

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Nasa vai discutir regulamentação de drones em conferência

Agência Espacial dos EUA vê aumento no uso de aeronaves não tripuladas.
Para Nasa, é preciso criar regras para voos em baixas altitudes.


A Agência Espacial Norte-Americana (NASA) vai abrir espaço na agenda de missões espaciais para discutir um assunto que, apesar de estar no ar, ainda é bem terreno. A entidade anunciou nesta quarta-feira (12) que participará de um fórum para discutir a expansão dos drones e quais as formas de regulamentar o uso seguro dessas máquinas.
“Conforme a tecnologia continua a revolucionar a aeronáutica, nós estamos vendo uma necessidade cada vez maior de antever o crescimento potencial do uso de sistemas aéreos não armados que voam em baixas altitudes”, afirma Jaiwon Shin, administrador do Diretório de Pesquisa de Missões da Nasa, em Washington.
“Hoje, nós vemos a necessidade de estabelecer um sistema de administração de tráfego aéreo sem armas a baixas altitudes”, completa, acrescentando que reunir pessoas interessadas nos veículos aéreos não tripulados (vants) pode ajudar.
Além da Nasa, a Administração Federal da Aviação (FAA, na sigla em inglês) participará da “Convenção de Gerenciamento de Tráfego de Sistemas Aéreos Não-armados: Uma nova era na aviação”. O evento ocorrerá entre os dias 28 e 30 de julho, na Califórnia. Também haverá representantes da agricultura, da indústria do cinema, do governo e da academia.
Homem opera drone em forma de helicóptero. (Foto: Divulgação/Nasa)Homem opera drone em forma de helicóptero. (Foto: Divulgação/Nasa)Fonte:G1

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Nasa constrói drone híbrido entre helicóptero e avião

O drone GL-10 Greased Lightining, da Nasa

O drone GL-10 Greased Lightining, da Nasa: o drone tem 28 quilos e é movido a bateria


Nasa anunciou que concluiu os primeiros testes de um drone capaz de alterar seu modo de voo em pleno ar, unindo as melhores características de helicóptero e avião.
O GL-10 Greased Lightining é um drone de 28 quilos movido a bateria que tem a capacidade de manobra e de decolagem vertical de um helicóptero, além da velocidade e autonomia de um avião.
Apesar de os experimentos com o GL-10 acontecerem desde o ano passado, a Nasa afirma que apenas na semana passada conseguiu realizar um primeiro voo teste no qual conseguiu completar a transição entre os diferentes modos de navegação.
"Até agora fizemos isso em cinco voos. Ficamos sem reação", diz Bill Fredericks, engenheiro aeroespacial da Nasa, em um comunicado.

A agência espacial americana divulgou um vídeo mostrando o GL-10 em ação. As asas da aeronave, com envergadura de 3 metros, carregam oito rotores, enquanto outros dois ficam instalados na cauda.
Fredericks afirma que o design inicial do GL-10 previa um aparelho duas vezes maior e movido por um motor híbrido diesel/elétrico. Mas uma série de acidentes, chamados pelo engenheiro de "pousos forçados", fez com que a Nasa resolvesse diminuir o tamanho do drone.
O atual protótipo, construído com fibra de carbono, poderá ter diversas aplicações práticas. "Ele pode ser usado para entregar pequenos pacotes ou na vigilância e mapeamento de colheitas. Uma versão maior também seria uma ótima opção para um veículo aéreo para quatro pessoas", afirma Bill Fredericks.
O próximo passo no desenvolvimento do drone será testar a eficiência aerodinâmica do Greased Lightning. A equipe da Nasa acredita que o conceito ainda é quatro vezes mais aerodinâmico no modo avião do que como helicóptero e quer diminuir essa relação.
Veja o modelo em ação: 

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Engenheiro quer usar drones para plantar 1 bilhão de árvores

O engenheiro Lauren Fletcher controla um dos drones que ele pretende utilizar para plantar 1 bilhão de árvores por ano
O engenheiro Lauren Fletcher controla um dos drones que ele pretende utilizar para plantar 1 bilhão de árvores por ano.

Plantar 1 bilhão de árvores ao longo de um ano, usando drones. Esta é a ambiciosa meta da startup americana BioCarbon Engeneering, liderada por Lauren Fletcher, um ex-engenheiro da Nasa que agora estuda maneiras de utilizar a tecnologia para o bem da humanidade. O plano se baseia nas estimativas da companhia de que 26 bilhões de árvores sejam derrubadas pela expansão urbana, enquanto somente 15 bilhões são replantadas por ano.
"Vamos combater o desflorestamento em escala industrial com o reflorestamento em escala industrial", afirma Fletcher em um dos vídeos de divulgação. O método de plantio é diferente do tradicional, que consiste em jogar sementes secas no chão. Segundo a companhia, isso faz com que o índice de sobrevivência seja baixo.
O processo começa com a análise do solo, feita pelos drones. Imagens em alta definição são captadas e mapas em 3D são gerados para avaliação da empresa. Ao encontrar um local adequado, as máquinas voam a uma altura de dois a três metros do chão e, então, liberam cápsulas com sementes pré-germinadas cobertas com um hidrogel nutritivo.
Os drones também acompanharão o processo de crescimento das árvores e poderão repor as sementes, se necessário. A empresa não diz que o método é melhor do que a plantação feitas por pessoas, mas certamente é mais veloz e 15% mais barato.
Dois operadores humanos controlarão diversos drones para que eles plantem 36 mil árvores por dia. "O único jeito de atacarmos problemas antigos é utilizando técnicas que não estavam disponíveis antes", diz Fletcher.
Segundo um estudo, divulgado em março deste ano pela revista Science Advances, 70% das florestas do mundo estão ameaçadas pelo desmatamento.
Por enquanto, a BioCarbon tem um protótipo que foi apresentado na Drones for Good, uma mostra de iniciativas que usam os drones para o bem da humanidade, realizada nos Emirados Árabes. A previsão é que a empresa tenha versões totalmente funcionais dos aparelhos até o final de setembro deste ano.
Confira o vídeo:

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