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domingo, 15 de novembro de 2015

Maluco burla a segurança e escala a Torre Eiffel



De um tempo pra cá, alguns malucos começaram a arriscar a própria vida para sentir a adrenalina de escalar edifícios e torres famosas pelo mundo.
No último dia 8, James Kingston burlou a segurança e escalou a Torre Eiffel. O sujeito ficou horas e horas para distrair os seguranças e avançar para as outras plataformas. Após passar a noite na torre, ele chegou ao seu objetivo, a plataforma principal.

Depois disso, os seguranças conseguiram capturar o sujeito, que foi algemado e levado para a delegacia. Após ser interrogado, ele foi libertado sem acusações, mas teve que assinar um termo de que não faria isso novamente.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Você pegaria?: Ariadna faz topless em praia na França


ariadna_arantes_3Ariadna postou fotos em seu perfil no Instagram nesta quinta-feira, 23, em que aparece fazendo topless. “Praiado Príncipe de Galles #topless #FRANÇA #biarritz #verão2015 #verãoeuropeu #agora #praia #garotabrasileira #europa #férias #hoje #semfronteiracomariadna”, escreveu a ex-BBB na legenda da imagem. Em seguida, ela postou mais fotos em que aparecia vestida com a praia ao fundo. “Adorando tudo isso #França #férias #verão2015″, comentou. Em poucas horas a foto foi censurada pela rede social.
Ariadna comentou as fotos postadas por ela e disse que o topless na Europa é algo cultural. “Na Europa é normal. O nível de educação e cultura é outro, sendo assim, ninguém se escandaliza por algo natural”, disse ela, que pretende voltar ao Brasil dentro de três semanas. “Ficarei bastante tempo dessa vez para investir no meu canal. Quero aprender mais sobre edição de vídeo e também trabalhar como maquiadora”, contou.
No domingo, 19, Maria Melilo surpreendeu ao postar uma foto fazendo topless em Ibiza. Após o registro, a também ex-BBB repetiu a dose na segunda-feira, 20, acompanhada por um grupo de amigas. A primeira foto de Maria publicada no Instagram também foi retirada do ar pela rede social.
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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Jornalista que pilotou drone em Paris recebe multa

Drone em Paris
Voos de drones sem autorização são proibidos em Paris. Apenas o jornalista que pilotava o aparelho foi julgado. Os outros dois não foram acusados.


Paris - Um jornalista do canal Al-Jazeera (Catar) que pilotou sem autorização um drone em Paris, onde, ao mesmo tempo, foram registrados misteriosos voos noturnos de aparelhos teleguiados, foi condenado a pagar uma multa de mil euros e teve o drone confiscado.
Tristan Redman, britânico de 34 anos, e outros dois jornalistas foram detidos em 25 de fevereiro, quando pilotavam um drone na floresta de Boulogne, oeste de Paris.
Os voos de drones sem autorização são proibidos em Paris. Apenas o jornalista que pilotava o aparelho foi julgado. Os outros dois não foram acusados.
A polícia descartou rapidamente qualquer relação entre o drone dos jornalistas e os sobrevoos registrados na capital nos dias anteriores, que continuam sendo um mistério.
"São jornalistas que apenas queriam fazer seu trabalho", afirmou o advogado de Redman, Francis Szpiner.
Tristan Redman, que trabalha no escritório da Al-Jazeera em Paris, recebeu em novembro o drone do escritório em Londres. Ele contratou os outros dois repórteres freelancer para a reportagem.
A polícia francesa investiga, sem sucesso, há vários meses os voos misteriosos de drones sobre instalações estratégicas, como centrais nucleares e uma base de submarinos, e sobre a capital, incluindo o palácio presidencial.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Drone volta a ser visto no céu de Paris

Drones sobrevoam Paris
Drones sobrevoam Paris: nos dias 24 e 25 de fevereiro, a gendarmaria, encarregada das pesquisas, recebeu dez ligações de pessoas que tinham visto drones no céu de Paris


Paris - Depois de diversos voos serem observados na semana passada, um novo drone foi avistado na noite de segunda-feira no céu de Paris, perto da sede do jornal "Libération", segundo a rádio "France Info".
O drone foi visto pelo segurança que vigia a porta do jornal. As autoridades ordenaram o reforço na segurança da imprensa após o atentado contra a revista satírica "Charlie Hebdo" no dia 7 de janeiro.
A sede do "Libération" é localizada perto da praça da República, que recebeu as manifestações espontâneas depois do atentado contra os cartunistas.
Segundo a "France Info", o agente não tem nenhuma dúvida de que viu um aparelho não tripulado, enquanto muitos dos depoimentos feitos na semana passada não eram tão taxativos.
Nos dias 24 e 25 de fevereiro, a gendarmaria, encarregada das pesquisas, recebeu dez ligações de pessoas que tinham visto drones no céu de Paris, em lugares como a praça da Concórdia ou perto da Torre Eiffel. Desde então, foi aberta uma investigação e o governo afirmou que levará o assunto "muito a sério".
No entanto, fontes da investigação consultadas pela Agência Efe falaram que "é muito difícil identificar os responsáveis pelos voos porque todo o mundo pode comprar um drone, já que não são caros, e fazê-lo voar, pois seu uso é muito simples".
Muito acessíveis ao público, os novos aparelhos evidenciam a dificuldade de aplicar a legislação francesa, que proíbe usá-los em zonas habitadas, principalmente em Paris, cuja circulação pelo espaço aéreo é proibida desde o pós-guerra.
Um jornalista da emissora Al Jazeera será julgado nesta terça-feira após ter sido detido no último dia 25, quando tentava fazer um drone voar para ilustrar uma notícia sobre este caso.

terça-feira, 17 de março de 2015

Os franceses sabem muito mais sobre drones do que os americanos



Corentin Roland observa um drone alado aterrissar em sua plantação de colza, com as mãos enfiadas nos bolsos da calça no inverno frio e úmido dos arredores da cidade de Montépilloy, nas planícies ao norte da França.
A aeronave não tripulada, amarela e preta, com formato em V e a envergadura de uma pequena gaivota, acabou de sobrevoar por nove minutos o lote de 15 hectares. Dentro de dois dias, uma empresa chamada Airinov, com sede em Paris, enviará ao produtor de 23 anos um e-mail com um plano de fertilização para o terreno baseado nos dados coletados.
Roland é um dos milhares de produtores rurais, mineiros, empresas de energia e outros ramos que utilizam drones na França para monitorar tudo, desde ervas nos trilhos de trens até vazamentos em barragens de rios. A França foi um dos primeiros países a regular o uso comercial de drones, em 2012, e agora possui cerca de 1.250 empresas registradas que empregam essas aeronaves ? o bastante para serem mais numerosas que as denominações de vinho do país -. "A França é, claramente, um dos países mais avançados", disse Philippe Botteri, sócio em Londres da Accel Partners, empresa de capital de risco que foi uma das primeiras a investir no Facebook. "O potencial do mercado está na casa dos bilhões".
É possível que outros países estejam perdendo a oportunidade, talvez nenhum deles tanto quanto os EUA. Ante a falta de qualquer regulação formal, a Administração Federal de Aviação concedeu 44 isenções para o trabalho com drones até o momento, de mais de 664 pedidos. A secretaria propôs regras para pequenos drones comerciais no mês passado, inclusive um requisito para que pilotos mantenham contato visual com a aeronave, mas essa proposta exigirá meses de consultas. "A França está quase um ano à frente dos EUA", disse Emmanuel de Maistre, CEO da Redbird, empresa com sede em Paris que emprega drones para vigiar linhas ferroviárias e pedreiras. "A regulação criou o mercado".
A França tem um talento especial para criar regras e as regulações dos drones não foram uma exceção. Os operadores devem passar um teste teórico e demonstrar aptidão para controlar um drone. Para voos mais longos, além do campo visual, os usuários devem obter uma licença de piloto adequada, além de 100 horas de prática de voo e 20 horas de treinamento com drones.
Setor mundial
O setor comercial internacional de drones deve crescer de aproximadamente US$ 60,5 milhões no ano passado para US$ 1,1 bilhão até 2023, de acordo com Phil Finnegan, analista da Teal Group, empresa de pesquisa aeroespacial, e as empresas francesas estão bem posicionadas para esse crescimento. A Delair-Tech, com sede em Toulouse, cidade natal da Airbus, fabrica um drone comercial certificado para longas distâncias, com voo autônomo e um alcance de 200 quilômetros. Além de monitorar as linhas ferroviárias para a SNCF, operadora nacional francesa de alta velocidade, a Redbird também desenvolveu usos de drones para pedreiras que, segundo Maistre, podem reduzir os custos de combustível das empresas de mineração em 10 por cento ao otimizar o trânsito de caminhões.
Além de operar drones, a Airinov passou ao processamento de dados. A empresa agora trabalha com vários operadores franceses de drones e oferece análise de dados e consultoria de cultivo aos produtores.
A Airinov pretende lançar a detecção de ervas com drones neste ano, para dizer aos produtores onde usar pesticidas, o que reduzirá os custos e o impacto ambiental gerado pelo uso dos químicos.
Para Roland, o drone representa economia de tempo e maior precisão em comparação com o método tradicional de analisar amostras de colza. Roland também pretende recorrer à Airinov para os 100 hectares de trigo que ele produz com dois outros sócios.
A Airinov vai expandir sua oferta aos países vizinhos que já possuem regulamentação de drones e mercados agrícolas semelhantes, e o Reino Unido é um grande candidato, disse Romain Faroux, um dos fundadores da Airinov.
"Na França, as empresas realmente estão se dedicando ao processamento de dados", disse Botteri. "Em outros países, ainda estão descobrindo como operar um drone e quais informações podem ser coletadas".
Título em inglês: What the French Know About Drones That Americans Don't
Para entrar em contato com o repórter: Rudy Ruitenberg

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