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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Twitter registra patente de drone controlado por 'curtidas'

Twitter
Bethany Clarke/Getty Images


O Twitter está literalmente alçando novos voos para seus negócios. Assim como já fizeram anteriormente Amazon, Facebook e Google, a empresa está interessada em trabalhar com drones.
Pelo menos é o que parece mostrar um pedido de patente requerido pela empresa e aprovado na última semana nos EUA: uma aeronave não tripulada capaz de tirar fotos e de gravar vídeos, que poderão em seguida ser transferidos para as contas dos usuários da rede social.
Questionado pela emissora norte-americana CNBC, um porta-voz do Twitter foi bastante conciso: "Duas palavras: drone selfies (selfies feitas por drones)". A frase faz referência ao Dronie, equipamento usado pela empresa para a cobertura do festival de Cannes em junho do ano passado.
Ainda não está claro o que a empresa planeja fazer com o aparelho, mas no documento da patente, o Twitter sugere que o drone poderia ser controlado "através de meios democráticos."
Ainda não está claro o que a empresa planeja fazer com o aparelho
Segundo a empresa, as ações de curtir um post, retuitar e responder poderiam ser usadas para controlar a direção do drone e a hora de parar e começar uma gravação ou tirar uma fotografia.
Além disso, ele poderia ser empregado em entrevistas e em transmissões de eventos ao vivo na rede social. No início deste ano, o Twitter lançou o aplicativo Periscope, voltado para a transmissão de vídeos ao vivo nas contas da rede social.
A expectativa é de que a empresa desenvolva uma conexão entre a ferramenta e o drone. Porém, é importante ressaltar que o registro da patente não comprova que a empresa realmente tem planos para construir o equipamento.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Comercial apresenta novo drone da Amazon para entregas

Comercial da Amazon

Em novo comercial, a Amazon apresentou o seu novo drone para entregas, que será usado no serviço Prime Air.
Sim, as suas encomendas viajarão pelos céus em drones e chegarão em questão de minutos ou horas em sua casa.
Para muitos produtos e lugares, esperar semanas pela encomenda está com os dias contados.
O vídeo traz Jeremy Clarkson, do clássico Top Gear da BBC.
Além de ser o novo garoto-propaganda da marca, ele ainda irá estrear, em breve, uma nova série, a ser lançada no serviço Amazon Prime Video.
Ele explica que a Amazon terá diferentes modelos de drones, cada um para determinada entrega, situação e localidade.
No comercial, um cachorro come a chuteira de uma menina, prestes a ir para sua importante partida de futebol.
A solução? Pedir um novo par de chuteiras Puma no site da Amazon. Em menos de trinta minutos, o drone chega com a encomenda no quintal de casa.
A tecnologia do drone é impressionante: ele pode desviar de objetos no ar para evitar acidentes e ainda reconhece no solo, enquanto se aproxima do ponto de entrega, onde é mais seguro e adequado para o pouso.
O comercial ainda avisa na tela, em letras garrafais: o vídeo não é montagem ou simulação de voo, sim um voo real.
Assista:

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Veja a mais recente filmagem da nova sede da Apple

Apple-1
O projeto do Campus 2 da Apple: desenho toroidal que lembra um gigantesco disco voador
O design arrojado dos dos produtos da Apple também está presente na impressionante sede que a empresa está construindo em Cupertino, no Vale do Silício.
Planejado por Steve Jobs, em 2006, o Campus 2 da Apple terá o formato de um pneu gigantesco — ou, se preferir, de um disco voador. Segundo estimativas do mercado, deverá custar 5 bilhões de dólares e abrigar 13 mil funcionários. 
O projeto, do escritório britânico Foster + Partners, é ecológico, recebendo iluminação natural tanto de dentro quanto de fora do edifício toroidal. O prédio ainda terá reciclagem integral do lixo e autossuficiência enérgica.

Com a ajuda de um drone, o fotógrafo Duncan Sinfield fez filmagens aéreas da construção em setembro e outubro. Depois combinou as imagens no vídeo abaixo. 

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Wal-Mart pede permissão nos EUA para usar drones em entregas

Construção de drones
Drone: o Walmart já tinha feito testes com drones em espaços cobertos, mas agora quer experimentar ao ar livre

Washington - O Walmart pediu permissão as autoridades dos Estados Unidos para testar drones para fazer entregas, seguindo os passos da gigante do comércio eletrônico Amazon, confirmou nesta terça-feira a rede de hipermercados.
Walmart, o maior empregador privado do mundo - com mais de dois milhões de trabalhadores, também quer utilizar essa tecnologia aérea para supervisionar seus estabelecimentos, armazéns e centros de distribuição.
A companhia solicitou ontem à Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA), regulador do setor, a permissão para uso dos drones.
Walmart já tinha feito testes com drones em espaços cobertos, mas agora quer experimentar ao ar livre, para o que necessita de uma permissão da FAA para operar os "pequenos sistemas de aviões não-tripulados", como são chamados pela indústria da aviação.
A empresa pretende utilizar os artefatos para criar uma rede de abastecimento mais eficiente, explicou o porta-voz do Walmart, Dan Toporek.
"Fazemos testes por um motivo. Porque aprende durante as provas, tende a evoluir e determinar quais enfoques são os mais convincentes para os clientes e os mais eficientes para o negócio", ressaltou Toporek.
A Amazon já havia decidido explorar as possibilidades da distribuição com drones. A empresa começou o março em Miami os testes de entrega de pacotes com o uso de aviões não-tripulados, após receber a permissão da FAA, cujo processo de autorização costuma durar uns 120 dias. 

domingo, 23 de agosto de 2015

Drones da Pepsi ajudam público a encontrar amigos em festa

Mulher beijando drone da Pepsi durante festival

Três drones da Pepsi funcionavam em integração com o app "Friend Finder"

São Paulo - Há aproximadamente dois anos, os drones vêm se tornando um dos "queridinhos" da tecnologia. E como não poderia deixar de ser, as marcas estão aproveitando a febre do veículo em suas campanhas para tentar surpreender e engajar o público.
Já vimos drones virarem super-herói, salva-vidas e até entregarem maconha medicinal. Desta vez, quem utilizou o recurso foi a Pepsi.
Com a ajuda da AMV BBDO, a marca aproveitou a tecnologia para solucionar um problema comum para quem frequenta grandes eventos: encontrar amigos em meio à multidão.

A ação, executada durante o Wireless Festival deste ano, tinha o objetivo de promover a nova campanha de Pepsi Max "What if...".
Três drones funcionavam em integração com o app "Friend Finder". Após buscar por um amigo, o aplicativo mandava as informações para um dos drones, que passava a guiar o usuário até o local onde a pessoa procurada estava.
Confira como aconteceu a ação no vídeo abaixo:
Essa não é a primeira vez que a Pepsi utiliza drones em suas campanhas. No início do ano, o veículo foi utilizado para levar uma bola até uma quadra de futebol em Barcelona. Veja abaixo:

sábado, 1 de agosto de 2015

Facebook anuncia drone para levar internet a áreas remotas

Silhueta de pessoas mexendo em smartphones em frente a logo do Facebook
Facebook: o projeto está integrado na iniciativa Internet.org, através da qual o Facebook quer facilitar o acesso à internet nos países em desenvolvimento.

A rede social Facebook anunciou sexta-feira (31) que construiu um drone gigante que pode voar a uma altura de até 27,5 quilômetros, para levar a internet a áreas remotas do planeta.
O veículo aéreo não tripulado, chamado Aquila, é alimentado por energia solar e pode permanecer no ar por um período de 90 dias.
O projeto está integrado na iniciativa Internet.org, através da qual o Facebook quer facilitar o acesso à internet nos países em desenvolvimento.

“Desde que lançamos a internet.org, a nossa missão tem sido encontrar formas para facilitar a conetividade entre mais de 4 bilhões de pessoas que não estão online”, afirmou a empresa em comunicado.
O Facebook indicou que as parcerias com operadoras móveis em 17 países no último ano facilitaram o acesso a serviços básicos de internet a mais de 1 bilhão de pessoas.
Para atingir o objetivo de levar internet a todos os cantos do planeta, o Facebook está trabalhando com drones, satélites, lasers e tecnologia terrestre.
Os investidores do Facebook anunciaram também hoje que descobriram uma forma de utilizar lasers para atingir velocidades de transmissão de dados dez vezes maiores do que os padrões atuais da indústria.

Facebook constrói drone que levará internet a áreas remotas

Drone do Facebook que irá transmitir acesso à internet
Drone "Aquila" , do Facebook, pode voar 27,5 km e permanecer no ar durante 90 dias

San Francisco - A rede social Facebook anunciou nesta quinta-feira que construiu um drone gigante que pode voar a uma altura de até 27,5 quilômetros e com o qual quer levar internet a áreas remotas do planeta.
O veículo aéreo não tripulado, ao qual o Facebook deu o nome de Aquila e que se alimenta com energia solar, pode permanecer no ar durante um período de até 90 dias.
O projeto faz parte da iniciativa Internet.org, com a qual o Facebook quer facilitar acesso à web nos países em desenvolvimento.

"Desde que lançamos o Internet.org nossa missão foi encontrar formas para facilitar a conectividade para mais de 4 bilhões de pessoas que ainda não estão on line", afirmou a companhia em comunicado.
O Facebook assinalou que suas alianças com operadores móveis em 17 países durante o último ano facilitaram o acesso ao serviço de internet básico a mais de 1 bilhão de pessoas.
Para conseguir seu objetivo de levar internet até o último canto do planeta, o Facebook está trabalhando, além dos drones, em satélites, raios e tecnologia terrestre.
Os pesquisadores do Facebook anunciaram também que descobriram uma forma de utilizar raios para conseguir velocidades de transmissão de dados dez vezes maiores que os padrões atuais da indústria.
O Facebook esteve trabalhando no Aquila durante um ano e utilizou a tecnologia que adquiriu quando comprou a companhia de drones britânica Ascenta no ano de 2014. 

domingo, 28 de junho de 2015

Microsoft quer usar drones para prever novas epidemias

Microsoft drone
Projeto Premonição: a Microsoft criou um drone que captura mosquitos

São Paulo – Peste negra, malária, AIDS, ebola. Todas essas doenças tem algo em comum: elas são epidemias que já mataram milhões de pessoas em todo o mundo.
Geralmente, os cientistas só descobrem que um surto epidêmico está acontecendo quando as pessoas já estão doentes. Mas e se for possível prever quando uma epidemia vai atingir a humanidade? A Microsoft pode ter a resposta.
A empresa lançou o "Projeto Premonição", que irá utilizar drones e outras tecnologias para combater preventivamente surtos de doenças.

O programa funcionará da seguinte forma: os drones irão capturar mosquitos de várias espécies. Em seguida, os cientistas irão analisar se os insetos carregam vírus ou micróbios em seus sistemas. Além disso, eles vão sequenciar todos os vírus conhecidos com os que encontrarem, bem como quaisquer ameaças novas e mortais.
"A capacidade de prever uma epidemia seria enorme", disse Douglas Norris, professor de microbiologia molecular e imunologia na Universidade Johns Hopkins e um dos cientistas no projeto, em um artigo no blog da Microsoft.
A Microsoft espera que, eventualmente, um sistema global de drones ajude a combater doenças tropicais. Os drones irão voar dentro e fora de áreas remotas de forma semiautônoma. Assim, eles não serão constantemente comandados do solo.
O time de pesquisadores viajou para Granada, na Espanha, em março, para testar se um drone seria capaz de capturar e transportar mosquitos. Segundo o artigo, os pesquisadores acreditam que os drones serão utilizados em larga escala daqui a cinco anos. 
O vídeo abaixo (em inglês) explica como funciona o protótipo:

terça-feira, 16 de junho de 2015

Microsoft quer usar drones para prever novas epidemias

Microsoft drone
Projeto Premonição: a Microsoft criou um drone que captura mosquitos

São Paulo – Peste negra, malária, AIDS, ebola. Todas essas doenças tem algo em comum: elas são epidemias que já mataram milhões de pessoas em todo o mundo.
Geralmente, os cientistas só descobrem que um surto epidêmico está acontecendo quando as pessoas já estão doentes. Mas e se for possível prever quando uma epidemia vai atingir a humanidade? A Microsoft pode ter a resposta.
A empresa lançou o "Projeto Premonição", que irá utilizar drones e outras tecnologias para combater preventivamente surtos de doenças.

O programa funcionará da seguinte forma: os drones irão capturar mosquitos de várias espécies. Em seguida, os cientistas irão analisar se os insetos carregam vírus ou micróbios em seus sistemas. Além disso, eles vão sequenciar todos os vírus conhecidos com os que encontrarem, bem como quaisquer ameaças novas e mortais.
"A capacidade de prever uma epidemia seria enorme", disse Douglas Norris, professor de microbiologia molecular e imunologia na Universidade Johns Hopkins e um dos cientistas no projeto, em um artigo no blog da Microsoft.
A Microsoft espera que, eventualmente, um sistema global de drones ajude a combater doenças tropicais. Os drones irão voar dentro e fora de áreas remotas de forma semiautônoma. Assim, eles não serão constantemente comandados do solo.
O time de pesquisadores viajou para Granada, na Espanha, em março, para testar se um drone seria capaz de capturar e transportar mosquitos. Segundo o artigo, os pesquisadores acreditam que os drones serão utilizados em larga escala daqui a cinco anos. 
O vídeo abaixo (em inglês) explica como funciona o protótipo:
Fonte: Exame

sábado, 13 de junho de 2015

Drones entregadores da Amazon poderão rastrear clientes

Drone da Amazon

Drone da Amazon: tecnologia torna os veículos não-tripulados capazes de rastrear os clientes na hora de levar um produto

Uma patente registrada pela Amazon – e encontrada nesta semana pelo site VentureBeat – revela que os drones entregadores da empresa poderão ser bem mais inteligentes do que parecem.
O documento, colocado no ar no último dia 30 de abril, se refere a uma tecnologia batizada de Bring It To Me (“Traga até mim”, em tradução livre), que pode tornar os veículos não-tripulados capazes de rastrear os clientes na hora de levar um produto.
A entrega é feita dessa forma a pedido do próprio consumidor, que poderá selecionar o método na hora da compra, segundo a imagem que acompanha a patente.
Nesse processo, o usuário informa sua localização com base em um smartphone ou em uma rede móvel (3G, 4G ou Wi-Fi), e pode até optar por definir sua localização por meio do GPS de seus telefones.
Os dados fornecidos ao drone ainda podem ser atualizados conforme o usuário se movimenta, até que o produto seja de fato entregue.
Nesses casos, a posição do cliente passa a ser determinada de acordo com a localização da rede em que seu celular (ou qualquer outro dispositivo móvel) está conectado.
É um sistema que, ao menos no papel, parece ser bem mais eficiente do que esperar a entrega chegar em casa.
A patente ainda descreve que os drones deverão ser capazes de se comunicar uns com os outros para trocar informações sobre clima e condições da rota que farão.
Eles também utilizarão radares, sonares, sensores infravermelhos e câmeras, entre outros componentes, para determinar se o local em que vão pousar é seguro – ou seja, livre de pessoas e animais, que podem não gostar de um quadcóptero pousando em suas cabeças, ou de outros obstáculos, que acabariam danificando sua estrutura.
Ainda não há uma data definida para que essas tecnologias sejam implementadas nos drones da Amazon, que estão em fase de testes no Canadá.
Mas mesmo que elas sejam aplicadas em breve, não significa que veremos entregadores-robôs seguindo pessoas na rua tão cedo: o uso de veículos não-tripulados ainda é restrito em locais como os EUA, onde a empresa é sediada.
E isso pode limitar bastante a popularização do método.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Jornalista que pilotou drone em Paris recebe multa

Drone em Paris
Voos de drones sem autorização são proibidos em Paris. Apenas o jornalista que pilotava o aparelho foi julgado. Os outros dois não foram acusados.


Paris - Um jornalista do canal Al-Jazeera (Catar) que pilotou sem autorização um drone em Paris, onde, ao mesmo tempo, foram registrados misteriosos voos noturnos de aparelhos teleguiados, foi condenado a pagar uma multa de mil euros e teve o drone confiscado.
Tristan Redman, britânico de 34 anos, e outros dois jornalistas foram detidos em 25 de fevereiro, quando pilotavam um drone na floresta de Boulogne, oeste de Paris.
Os voos de drones sem autorização são proibidos em Paris. Apenas o jornalista que pilotava o aparelho foi julgado. Os outros dois não foram acusados.
A polícia descartou rapidamente qualquer relação entre o drone dos jornalistas e os sobrevoos registrados na capital nos dias anteriores, que continuam sendo um mistério.
"São jornalistas que apenas queriam fazer seu trabalho", afirmou o advogado de Redman, Francis Szpiner.
Tristan Redman, que trabalha no escritório da Al-Jazeera em Paris, recebeu em novembro o drone do escritório em Londres. Ele contratou os outros dois repórteres freelancer para a reportagem.
A polícia francesa investiga, sem sucesso, há vários meses os voos misteriosos de drones sobre instalações estratégicas, como centrais nucleares e uma base de submarinos, e sobre a capital, incluindo o palácio presidencial.

sexta-feira, 20 de março de 2015

EUA autorizam Amazon a testar drones.

Drone Amazon PrimeAir é visto em uma foto divulgada para a Reuters

Drone Amazon: Amazon deve entregar relatórios mensais com o número de voos e com os problemas detectados nos testes.

Funcionários da aviação dos EUA anunciaram nesta quinta-feira que permitirão que a Amazon para realizar testes de seu programa de drones, que devem ser utilizados para realizar entregas rápidas.
O anúncio da Administração Federal de Aviação (FFA) afirmou que "foi emitido um certificado de aeronavegabilidade experimental" para a Amazon Logistics autorizando os testes de aeronaves não tripuladas.
O certificado permite que a Amazon conduza voos com o drone a 400 pés (122 metros) ou abaixo disso durante o dia.
A pessoa que controla o avião deve ter no mínimo um certificado de piloto privado e um certificado médico, disse a FAA.
Amazon deve entregar relatórios mensais à FAA com o número de voos e com os problemas detectados nos testes.
No ano passado, a Amazon escreveu à FAA ameaçando realizar os testes de seu programa de drones fora dos Estados Unidos, em meio às frustrações em relação à agência regulatória.
A companhia pretende desenvolver um sistema de entregas capaz de despachar pequenos pacotes em até 30 minutos.
Em fevereiro, autoridades dos EUA divulgaram novas diretrizes sobre o uso de drones para fins civis, depois dos testes em seis locais em todo o país desde o final de 2013.
Pelas regras propostas, a pessoa que controla um drone seria considerado um "operador" e seria obrigado a passar por um teste de conhecimentos aeronáuticos e obter um certificado da FAA.
Com a queda dos preços e melhoria da tecnologia, o interesse em drones civis tem crescido em diversas áreas, como cinema, gestão industrial, agricultura e jornalismo.

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