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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Wal-Mart pede permissão nos EUA para usar drones em entregas

Construção de drones
Drone: o Walmart já tinha feito testes com drones em espaços cobertos, mas agora quer experimentar ao ar livre

Washington - O Walmart pediu permissão as autoridades dos Estados Unidos para testar drones para fazer entregas, seguindo os passos da gigante do comércio eletrônico Amazon, confirmou nesta terça-feira a rede de hipermercados.
Walmart, o maior empregador privado do mundo - com mais de dois milhões de trabalhadores, também quer utilizar essa tecnologia aérea para supervisionar seus estabelecimentos, armazéns e centros de distribuição.
A companhia solicitou ontem à Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA), regulador do setor, a permissão para uso dos drones.
Walmart já tinha feito testes com drones em espaços cobertos, mas agora quer experimentar ao ar livre, para o que necessita de uma permissão da FAA para operar os "pequenos sistemas de aviões não-tripulados", como são chamados pela indústria da aviação.
A empresa pretende utilizar os artefatos para criar uma rede de abastecimento mais eficiente, explicou o porta-voz do Walmart, Dan Toporek.
"Fazemos testes por um motivo. Porque aprende durante as provas, tende a evoluir e determinar quais enfoques são os mais convincentes para os clientes e os mais eficientes para o negócio", ressaltou Toporek.
A Amazon já havia decidido explorar as possibilidades da distribuição com drones. A empresa começou o março em Miami os testes de entrega de pacotes com o uso de aviões não-tripulados, após receber a permissão da FAA, cujo processo de autorização costuma durar uns 120 dias. 

domingo, 21 de junho de 2015

Incorporadora usa drone para mostrar visão que morador terá de prédio

  • Drone usado pela incorporadora Patriani para fazer imagens da futura vista de imóveis em Santo André (SP)
    Drone usado pela incorporadora Patriani para fazer imagens da futura vista de imóveis em Santo André (SP)
Uma incorporadora do ABC paulista utilizou um drone (avião não tripulado comandado por controle remoto) para tirar fotos panorâmicas da área onde será erguido um prédio e mostrar a visão que os moradores terão de cada andar quando a obra estiver concluída.
As imagens foram disponibilizadas para corretores e compradores em um totem instalado pela empresa no plantão de vendas do empreendimento, o My Place Patriani, em Santo André (24 km ao sul de São Paulo).
Segundo a incorporadora Patriani, as fotos possibilitam uma melhor apresentação da área ao redor do empreendimento, o que ajuda os corretores na hora da venda do imóvel, pois eles terão como mostrar ao cliente a visão que ele terá da janela ou da sacada de seu apartamento.
"Com essa tecnologia conseguimos mostrar aos compradores que todas as unidades têm vista privilegiada, desestigmatizando que os andares baixos não possuem vistas boas", diz Henrique Sotere, gerente de incorporação e marketing da empresa. "Só no final de semana de lançamento do empreendimento, vendemos cerca de 70% das unidades."
De acordo com o executivo, a utilização de drones é algo inovador e promissor na construção civil. "Acredito que, no futuro, essa ferramenta será tão essencial para venda, como são os decorados hoje", afirma.
Para fazer as imagens, a incorporadora contratou uma empresa especializada em filmagens com drones. O custo do serviço foi de R$ 4.800, segundo a empresa.
Ao final das obras, o empreendimento terá 14 andares e 56 apartamentos de 70 metros quadrados. Os valores variam de R$ 370 mil a R$ 420 mil por unidade, dependendo do andar, segundo Sotere.
Divulgação
Imagem feita por drone mostra vista que morador terá do 7º andar em futuro prédio

Empresas já testam drones para entregar produtos

Em dezembro de 2014, uma pizzaria também de Santo André testou um drone para fazer entregas. Segundo a empresa, o equipamento reduziu pela metade o tempo de entrega do produto. No entanto, não há prazo para que o avião não tripulado substitua o delivery feito por motoboys.
Ainda no ano passado, uma padaria no interior de São Paulo testou a entrega de pão francês com drones. No exterior, a Amazon tomou a frente nos testes para entrega de produtos com aviões não tripulados.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Siemens lança tomada com entradas USB

Tomada Siemens com entradas USB

A Siemens anunciou nesta semana o lançamento no Brasil de uma nova tomada com entrada USB, que facilita a recarga de bateria de aparelhos eletrônicos diversos, como smartphones, tablets e câmeras, entre outros.

Parte da linha BRAVA!, da subsidiária Iriel, o acessório possui um desempenho 75% mais rápido do que os meios antigos para recarga e possui um sistema interno de proteção contra variações de tensão, aponta a Siemens.

De acordo com a fabricante, a novidade está disponível em três formatos diferentes: apenas o módulo, em conjunto montado com USB e em conjunto montado com carregador USB+ tomada.

A nova tomada da Siemens já está disponível para venda no país com preço sugerido de 71 reais.

Mais informações sobre o produto podem ser encontradas na página www.iriel.com.br

10 produtos fracassados da Apple que você talvez nem conheça

10 esqueletos guardados no armário da Apple

Com a chegada amanhã do Apple Watch às lojas, em breve saberemos se o relógio inteligente da Apple será um sucesso ou não. Se o Apple Watch mudará o mercado de dispositivos vestíveis como o iPhone fez com o de smartphones, ou se o acessório irá entrar para a lista de produtos fracassados da empresa. Abaixo uma lista com 10 produtos fracassados da Apple que você talvez nem conheça:

Apple QuickTake: lançada em 1994 pela Apple, foi uma das primeiras câmeras digitais voltada ao consumidor e chegou a ter três variantes. Vendida por US$ 600, permaneceu no mercado durante três anos até ser descontinuada em 1997. A QuickTake não teve bom nível de vendas, já que outras companhias como a Kodak, Fujifilm, Canon e Nikon entraram no mercado.

Lançada em 1994, Apple QuickTake foi uma câmera digital vendida por três anos pela empresa
Lançada em 1994, Apple QuickTake foi uma câmera digital 
vendida por três anos pela empresa


Apple Bandai Pippin: produzido pela Apple nos anos 1990, o console de videogame foi um grande fracasso devido à pouca quantidade de jogos e ao número de consoles que eram vendidas com defeitos de fábrica. A Apple nunca pretendeu lançar o Pippin por conta própria, em vez disso, licenciou a tecnologia para terceiros, no caso, a Bandai, que desejava entrar no mercado de consoles de videogames, e escolheu o Pippin como sua plataforma. Foram fabricados aproximadamente 100.000 Pippins e vendeu-se um total 42.000 unidades. O produto foi descontinuado em 1997.

Feito pela Apple, o console de videogame Pippin teve apenas 40 mil unidades vendidas entre 1995 e 1997
Feito pela Apple, o console de videogame Pippin teve apenas 
40 mil unidades vendidas entre 1995 e 1997

Macintosh Portable: esse foi o primeiro microcomputador portátil da Apple lançado em 1989 tendo como CPU o processador Motorola 68000 com 16 MHz, custava cerca de U$ 7.300. Seu projeto foi descontinuado dois anos depois, em 1991. O portátil pesava 7,2 kg e tinha 10 centímetros de espessura. O principal contribuinte para o peso e o volume do portátil eram as baterias de chumbo-ácido.
Apesar de inovador, o Macintosh Portable era um produto caro que não teve muito sucesso no mercado
Apesar de inovador, o Macintosh Portable era um produto caro
que não teve muito sucesso no mercado

Apple Newton: também chamado de Newton, ou Newton Message Pad (Personal digital assistants, ou assistente pessoal digital) é um modelo de PDA com tela sensível ao toque, reconhecimento inteligente de escrita, memória flash e processador RISC, lançado pela Apple em1993. Não alcançando sucesso, foi descontinuado em 1998.
Apple Newton PDAs é considerado um avô do iPad, mas não teve sucesso, mesmo tendo ficado no mercado de 1987 a 1998
Apple Newton PDAs é considerado um avô do iPad, mas não teve sucesso, 
mesmo tendo ficado no mercado de 1987 a 1998

Macintosh TV: muito antes de lançar a Apple TV, a Apple já tinha criado um Mac com TV e apenas dez mil exemplares fabricados, em 1993. Foi o único Mac desktop todo em cor preta a ser vendido até hoje e vinha com uma placa de captura de TV NTSC, além de controle remoto e leitor de CD. Apenas 10 mil unidades fora fabricadas e o produto saiu de linha em 1994.

Macintosh TV era um dos poucos produtos da Apple vendido na cor preto e durou apenas cinco meses no mercado
Macintosh TV era um dos poucos produtos da Apple vendido na cor preto 
e durou apenas cinco meses no mercado

iPod Hi-Fi: versão para músicas de alta definição é um sistema de alto-falante desenvolvido e fabricado pela Apple lançado em 28 de fevereiro de 2006. O iPod Hi-Fi é um acessório para qualquer iPod. O iPod Hi-Fi era vendido por US$ 349 até a suspensão da sua produção em 5 de setembro de 2007. Ele era considerado aquém de seus concorrentes, além de caro.

Lançado como acessório do iPod, o iPod Hi-Fi não foi recebido bem pelo fãs porque já haviam bons concorrentes no mercado
Lançado como acessório do iPod, o iPod Hi-Fi não foi recebido bem pelo fãs 
porque já haviam bons concorrentes no mercado

“Hockey Puck” Mouse: o mouse que a Apple trouxe ao mercado em 1998 era um projeto curioso e inovador, mas a sua forma pouca ergonômica e seu cabo curto fizeram o produto se rapidamente interrompido. O produto durou cerca de dois anos no mercado.

O mouse Hockey Puck chegou ao mercado em 1998, mas tinha um design pouco ergonômico e um cabo muito curto
O mouse Hockey Puck chegou ao mercado em 1998, 
mas tinha um design pouco ergonômico e um cabo muito curto

Fone de ouvido Bluetooth: a estreia do iPhone em 2007 não foi totalmente bem-sucedida porque a Apple queria também tirar proveito do lançamento e entrar no mercado de acessórios. No entanto, o fone de ouvido Bluetooth não teve o sucesso esperado e foi retirado do mercado em 2009 .

No lançamento do iPhone, em 2007, a Apple apresentou um fone de ouvido Bluetooth que ficou apenas dois anos no mercado, até 2009
No lançamento do iPhone, em 2007, a Apple apresentou um 
fone de ouvido Bluetooth que ficou apenas dois anos no mercado, até 2009

iPod Socks: as meias coloridas para iPods podem até ser divertidas, mas não fizeram o sucesso esperado pela Apple, empresa acostumada a fazer incursões no mundo da moda. Além de caras, as capas não eram nada funcional, ainda assim, elas ficaram no mercado de 2004 até 2012.

As meias para iPod ficaram no mercado de 2004 e 2012 mas nunca foram consideradas um sucesso de vendas para a Apple
As meias para iPod ficaram no mercado de 2004 e 2012 
mas nunca foram consideradas um sucesso de vendas para a Apple

Apple III: produzido pela Apple de maio de 1980 até 24 de abril de 1984, o Apple III foi criado para o mercado corporativo, e começou a ser projetado no fins de 1978. Seu grande pecado foi o uso de um barramento de expansão proprietário, o que limitou as possibilidades de expansão aos acessórios oferecidos pela própria Apple, uma característica que acabou sendo a grande responsável pela supremacia do PC. O computador também teve um problema da falta de ventilador ou saídas de ar e como o corpo de alumínio não era um disssipador bom suficiente, o Apple III superaquecia facilmente.

O Apple III foi um dos grandes fracassos da empresa, tanto que teve apenas 14 mil unidades fabricadas
O Apple III foi um dos grandes fracassos da empresa, 
tanto que teve apenas 14 mil unidades fabricadas

segunda-feira, 20 de abril de 2015

MICROSOFT QUASE COMPROU A EMPRESA DE GAME NINTENDO

Quem diria em? a Microsoft de Bill Gates tentou comprar a Nintendo, quando determinou que iria se aventurar no segmento de jogos. 

Quem informou isso foi Seamus Blackley, um porta-voz da Microsoft que participou ativamente no desenvolvimento do videogames da companhia, o Xbox.
Como todos já sabem, a compra não foi efetuada, mas é muito curioso este fato, visto que os videogames da Nintendo possuem uma dinâmica um pouco diferente do Play Station e inclusive do próprio Xbox.
Fazendo uma análise tanto quanto tosca sobre este caso, podemos pensar inclusive que a Microsoft não achou que seria vantajoso comprar a Nintendo, pois ela investiu no segmento de games ultramodernos e com mais receptividade do público.
Por exemplo, a Nintendo possui um público segmentado, já o Xbox e o PS são notáveis por qualquer usuário, inclusive os da Nintendo. Mas o informante da Microsoft não confirma esse achismo, portanto ele não revela por qual razão a Microsoft não investiu na Nintendo.

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