Mostrando postagens com marcador #dronebrasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #dronebrasil. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Drone é confundido com disco voador no interior do Rio Grande do Norte e causa pânico na cidade

Drone
Um empresário da cidade de Angicos (RN) contratou um drone para fazer umas fotos aéreas da cidade e sem querer querendo ele causou um tumulto generalizado na cidade.
A população local, que nunca havia visto um drone, pensou que era um disco voador que sobrevoava a cidade e entrou em pânico. Os moradores correram para suas casas e tentavam avisar os parentes e amigos do ataque dos alienígenas pelo Whatsapp.
"Pessoal, ninguém saia de casa. Tô vendo um objeto grande no céu, cheio de luzes se aproximando da gente aqui. Ai meu Deus do céu", dizia um morador apavorado.
O mistério do disco voador só foi esclarecido no dia seguinte em um programa de rádio local, onde o locutor tranquilizou a população dizendo que se passava de um drone que tirava fotos da cidade.

Veja os áudios das pessoas no Whatsapp:
Fonte: Yahoo

sábado, 10 de outubro de 2015

Dez coisas que você precisa saber antes de voar com o seu primeiro drone

Os drones estão cada vez mais comuns nos dias de hoje para fazer gravações especiais ou até para entretenimento. Essas máquinas voadoras podem ser comandadas pelo smartphones, tablet ou controle remoto. Alguns modelos mais avançados conseguem alcançar alturas consideráveis.

Mas antes de decolar, é importante ficar atento para alguns dicas de uso e segurança, para que tudo ocorra bem. Para ajudar na hora de colocar o drone para funcionar, conheça uma lista com dez itens.
Segundo a legislação vigente, a Aeronáutica Brasileira é responsável também por ditar as regras no espaço aéreo nacional, inclusive com regras para drones. Caso esteja apenas se divertindo e testando as habilidades do seu drone, sem carregar nada extra além do própria “máquina”, é importante conferir as regras da Portaria DAC Nº 207 para aeromodelos, do Departamento de Aviação Civil. Lá os usuários podem encontrar informações sobre locais indicados para os voos e regras de ruídos, por exemplo.1) Pesquisa sobre as regulações da Aeronáutica Brasileira
Conheça as regras da Aviação antes de começar a voar (Foto: Divulgação/DJI)Conheça as regras da Aviação antes de começar a voar (Foto: Divulgação/DJI)
Já para os modelos não utilizados para fins recreativos, que possuam alguma carga e usado para fim comercial (chamados de VANT), é importante  dar uma olhada nas regras de “Veículos Aéreos não Tripulados” do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, em publicação AIC-N 21. Lá estão os detalhes e autorizações necessárias.
2) Testar perto do chão (altura baixa)
Antes de sair com o drone nas alturas, vale fazer testes em uma altura mais baixa para observar o funcionamento do aeromodelo. Dessa forma, caso tenha alguma falha evidente, não há o risco do drone despencar de uma altura considerável e causar algum dano. Além disso, a altura máxima permitida pelo Departamento de Aviação Civil Brasileira para aeromodelos é de 400 pés do chão, ou seja, cerca de 121,2 metros.
Faça testes perto do chão para verificar o funcionamento do drone (Foto: Divulgação/Parrot)Faça testes perto do chão para verificar o funcionamento do drone (Foto: Divulgação/Parrot)
3) Ver as condições climáticas
Os drones podem ter o voo prejudicado por causa de correntes de ventos mais fortes e, por isso, é fundamental checar a previsão do tempo antes de sair de casa. Estão disponíveis diversos aplicativos que permitem visualizar dados completos sobre o local, como velocidade do vento e previsão de chuva. Vale lembrar que não é recomendado colocar seu drone em ação caso esteja chovendo, nem em locais com temperatura muito baixa, já que isso pode danificar a bateria e demais equipamentos internos.
Verifique as condições climáticas antes de voar com o drone (Foto: Divulgação/Creative Commons)Verifique as condições climáticas antes de voar com o drone (Foto: Divulgação/Creative Commons)
4) Ter o último Firmware instalado (atualizar o drone)
Assim como celulares e computadores precisam atualizar, também é fundamental garantir o update do firmware do seu drone, ou seja do software que faz ele funcionar. Dessa forma, o usuário recebe correções de possíveis bugs ou erros que podem atrapalhar o voo e ainda funções mais completas disponibilizadas pela fabricante. Alguns programas ainda mostram locais proibidos ou ilegais para voos, o que pode ajudar bastante. Na dúvida, acesse o site da fabricante para conferir se o drone está atualizado quando se planejar para sair.
Atualize o software do drone para a versão mais atual e corrija bugs (Foto: Divulgação/Extreme Fliers)Atualize o software do drone para a versão mais atual e corrija bugs (Foto: Divulgação/Extreme Fliers)
5) Analisar o drone fisicamente
Procure por fissuras ou peças faltando: as vezes durante o voo o drone acaba soltando algum item que precisa ser consertado antes do próximo passeio. Confira a firmeza das asas, se está tudo conectado de forma correta. Em seguida, confira a câmera, caso esteja incluída, e verifique o acoplamento da bateria para não se soltar durante o voo. Qualquer rachadura encontrada deve indicar a substituição da peça com a fabricante.
Confira as condições físicas do drone antes de sair (Foto: Divulgação/Parrot)Confira as condições físicas do drone antes de sair (Foto: Divulgação/Parrot)
6) Programe a localização de base
Caso o seu drone tenha essa configuração, é importante ajustar um destino de base para retornar. Com isso, confira o sinal de GPS e observe se algo pode bloquear a localização. Esses ajustes podem ser feitos no programa interno do drone no celular ou controle disponível. Também é importante ajustar uma altura mínima, para que o aeromodelo não bata em alguma árvore no caminho, por exemplo.
Ajuste as configurações de locais e confira o sinal de GPS (Foto: Divulgação/GoPro)Ajuste as configurações de locais e confira o sinal de GPS (Foto: Divulgação/GoPro)
7) Encontrar uma área aberta e ampla
Conheça o terreno no qual vai colocar seu drone para voar. É importante que seja uma área aberta e ampla. O Departamento de Aviação Civil Brasileiro determina que os aeromodelos devem ser evitadas na presença de público antes de ter completa segurança de voo. Os drones devem ser operados em locais suficientemente distantes de áreas densamente povoadas e os motorizados precisam ficar longe de instalações sensíveis ao ruído, como hospitais, escolas e templos religiosos.
Encontre um local aberto e amplo para fazer o voo com o drone (Foto: Divulgação/Oliver FR)Encontre um local aberto e amplo para fazer o voo com o drone (Foto: Divulgação/Oliver FR)
É proibida a operação de aeromodelos nas zonas de aproximação e decolagem de aviões ou helicópteros, por exemplo. E vale lembrar que colocar o drone para voar em casa pode ser um risco e ainda quebrar seu equipamento com esbarrões em paredes ou móveis.
8) Carregar o celular ou tablet
Seu drone é controlado pelo smartphone? Então é importante deixar a bateria cheia antes de sair de casa. Não corra dúvidas deixando a carga na metade, já que a operação do aeromodelo pode consumir bastante bateria. Caso o equipamento móvel desligue durante o controle do voo, o usuário perderá o controle e poderá danificar o drone. Para ajudar, feche outros apps para poupar carga e caso tenha uma falha na conexão, tente parear novamente o equipamento, sem pânico.
Carregue o celular antes de sair para voar com o drone (Foto: Divulgação/Zano)Carregue o celular antes de sair para voar com o drone (Foto: Divulgação/Zano)
9) Conhecer a bateria ou carga do drone
Antes de sair de casa, verifique o slot da bateria no drone e busque por possíveis problemas. Caso esteja tudo visualmente certo, garanta que a carga esteja completamente cheia. No software de controle é possível visualizar o nível de energia mas vale colocar uma margem de erro, para que o drone consiga pousar com sucesso.
Confira a bateria do drone (Foto: Divulgação/AFP)Confira a bateria do drone (Foto: Divulgação/AFP)
Verifique quantos minutos de voo o equipamento pode fazer e retorne bem antes da carga chegar no vermelho. Se um drone faz cerca de 30 minutos de voo, por exemplo, em 20 minutos você já deve começar a encerrar a ação e iniciar o procedimento de retorno, dependendo da distância.
10) Conhecer as limitações do drone
Cada modelo de drone oferece funções próprias, carga de bateria, altura máxima alcançada e demais itens que devem ser decorados antes de colocar ele para voar. A fabricante costuma mostrar informações extras como velocidade de voo, tempo para subir e descer, além de recursos como GPS e câmeras integradas.
Entenda as limitações e recursos do seu drone (Foto: Divulgação/Lily)Entenda as limitações e recursos do seu drone (Foto: Divulgação/Lily)
Então, para manter um bom funcionamento, é importante conhecer seu equipamento e pensar que as altas e baixas temperaturas podem influenciar nesse uso. Para evitar danos, leia o manual mais de uma vez e qualquer dúvida contacte a fabricante do drone.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Regulamentação de drones pela ANAC vai ter consulta pública

A ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) vai colocar o projeto de regulamentação de Aeronaves Remotamente Pilotadas, as RPAS — ou popularmente conhecidas como drones —, para consulta pública. 

A informação foi entregue durante o DRONEShow Latin America, que acontece até amanhã em São Paulo. No processo de regulamentação das RPAS, outros órgãos também estão envolvidos, como a Casa Civil, o Ministério da Defesa e a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações).
Poucas informações sobre a regulamentação foram entregues. Porém, a ANAC adiantou que deve definir a exploração comercial de atividades com drones em todo o território brasileiro. Além disso, vai ser pedido o registro da RPAS na ANAC e expedição de autorização de voo para cada atividade realizada.
E sobre habilitação? A ANAC comentou que a necessidade de uma habilitação para pilotar drones provavelmente não vai ser necessária. Contudo, pode existir uma carta específica que autorize o voo em áreas risco. Ou seja, vai ser preciso "tirar carta" para usar a máquina em aeroportos e rotas aéreas.
FONTE(S)

quarta-feira, 24 de junho de 2015

PM Poderá Fiscalizar Drones



A morosidade mostrada pela ANAC na regulamentação dos drones não é a mesma quando o assunto é fiscalização, mesmo sem normas claras divulgadas publicamente, o sistema de fiscalização já está em estudo, segundo a Associação Brasileira de Multirrotores, que afirmou em sua página do facebook que membros da ANAC estão em contato com o Ministério da Justiça para elaborar uma ação conjunta com as Polícias Militares dos Estados.
E qual será o objetivo da fiscalização? Se você pensou “segurança”, você caiu no conto do estado, a questão é lobby e arrecadação através do registro que será cobrado dos proprietários de drones.

domingo, 21 de junho de 2015

Incorporadora usa drone para mostrar visão que morador terá de prédio

  • Drone usado pela incorporadora Patriani para fazer imagens da futura vista de imóveis em Santo André (SP)
    Drone usado pela incorporadora Patriani para fazer imagens da futura vista de imóveis em Santo André (SP)
Uma incorporadora do ABC paulista utilizou um drone (avião não tripulado comandado por controle remoto) para tirar fotos panorâmicas da área onde será erguido um prédio e mostrar a visão que os moradores terão de cada andar quando a obra estiver concluída.
As imagens foram disponibilizadas para corretores e compradores em um totem instalado pela empresa no plantão de vendas do empreendimento, o My Place Patriani, em Santo André (24 km ao sul de São Paulo).
Segundo a incorporadora Patriani, as fotos possibilitam uma melhor apresentação da área ao redor do empreendimento, o que ajuda os corretores na hora da venda do imóvel, pois eles terão como mostrar ao cliente a visão que ele terá da janela ou da sacada de seu apartamento.
"Com essa tecnologia conseguimos mostrar aos compradores que todas as unidades têm vista privilegiada, desestigmatizando que os andares baixos não possuem vistas boas", diz Henrique Sotere, gerente de incorporação e marketing da empresa. "Só no final de semana de lançamento do empreendimento, vendemos cerca de 70% das unidades."
De acordo com o executivo, a utilização de drones é algo inovador e promissor na construção civil. "Acredito que, no futuro, essa ferramenta será tão essencial para venda, como são os decorados hoje", afirma.
Para fazer as imagens, a incorporadora contratou uma empresa especializada em filmagens com drones. O custo do serviço foi de R$ 4.800, segundo a empresa.
Ao final das obras, o empreendimento terá 14 andares e 56 apartamentos de 70 metros quadrados. Os valores variam de R$ 370 mil a R$ 420 mil por unidade, dependendo do andar, segundo Sotere.
Divulgação
Imagem feita por drone mostra vista que morador terá do 7º andar em futuro prédio

Empresas já testam drones para entregar produtos

Em dezembro de 2014, uma pizzaria também de Santo André testou um drone para fazer entregas. Segundo a empresa, o equipamento reduziu pela metade o tempo de entrega do produto. No entanto, não há prazo para que o avião não tripulado substitua o delivery feito por motoboys.
Ainda no ano passado, uma padaria no interior de São Paulo testou a entrega de pão francês com drones. No exterior, a Amazon tomou a frente nos testes para entrega de produtos com aviões não tripulados.

Aluguel de drone para filmar casamento ou clipe rende até R$ 40 mil por mês



O uso de drones em filmagens abriu um nicho de mercado para empresas produtoras de imagens. O aparelho operado por controle remoto tem sido usado para registrar imagens de videoclipes, casamentos e até áreas desmatadas. Com ele, uma construtora já simulou a futura vista de apartamentos à venda na planta. O serviço pode render até R$ 40 mil por mês.
A Drone Imagens, que tem escritórios no Rio de Janeiro e em São Paulo, já fez registros de imagens em lavouras, áreas desmatadas, imóveis e filmou videoclipes e casamentos. Por mês, o negócio atende de dez a 12 clientes e fatura entre R$ 30 mil e R$ 40 mil, segundo o sócio Ricardo Gonçalves da Fonseca, 43. O lucro não foi revelado.
A diária de um drone varia de R$ 1.500 a R$ 6.800, dependendo do modelo e da qualidade da câmera utilizada. No valor já está inclusa a mão de obra de piloto e assistente, que comandam o equipamento do solo. "O drone possibilita fazer tomadas diferenciadas de locais que mesmo um helicóptero teria dificuldade para chegar", diz Fonseca.
A empresa tem oito drones disponíveis para locação. Cada um custou entre R$ 4.500 e R$ 35 mil, segundo o empresário. Os aparelhos funcionam com bateria e podem voar por até 20 minutos. "Para não deixar o cliente na mão, sempre levamos baterias extras para trocar durante o serviço", afirma.

Empresário começou negócio com R$ 8.000

A Alfa Drones, na capital paulista, entrou para o mercado em 2014 com investimento inicial de R$ 8.000 (o custo de um drone), de acordo com o fundador Edgard Giorge, 36. A empresa atende de cinco a seis clientes por mês e fatura entre R$ 12 mil e R$ 15 mil, segundo o empresário. O lucro não foi divulgado.
O aluguel diário de um drone custa, em média, R$ 2.500. Segundo Giorge, cerca de 70% das locações são feitas para agências de publicidade, que atendem clientes de diversas áreas, como construção, mineração e eventos. O empresário também faz monitoramento de segurança com drones para algumas empresas.


Giorge é praticante de aeromodelismo. Ele diz que a ideia do negócio surgiu quando amigos perguntaram se ele poderia usar os aeromodelos para filmagens. Mas o drone servia melhor à proposta. "Foi aí que comprei o primeiro drone e passei a atender os pedidos de alguns amigos. Depois, formalizei a empresa e comecei a divulgar o serviço na internet", declara.

Uso de drone não é regulamentado

O uso de drones, no entanto, carece de regulamentação no país. Segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), uma proposta deverá ser submetida a audiência pública ainda no primeiro semestre deste ano, mas não há previsão para que a regulamentação entre em vigor.
De acordo com a Anac, não há restrições para a compra de drones, porém o equipamento deve ser registrado no órgão e no Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo). Em caso de uso sem autorização, o infrator fica sujeito a ações de responsabilidade civil e penal. A Alfa Drones e a Drone Images disseram ter os equipamentos devidamente registrados.


Regulamentação severa pode inibir empresários

A falta de regulamentação não é o único problema para as empresas do ramo, afirma Marcelo Nakagawa, professor de empreendedorismo do Insper. Segundo ele, caso a legislação aprovada seja mais restritiva, é possível que muitos negócios deixem de existir.
"Uma regulamentação severa pode colocar em situação de irregularidade muitas empresas que atuam hoje no mercado e inibir novos empresários de entrarem para o setor", declara.
Caso a regulamentação seja mais branda, Nakagawa diz que o segmento pode sofrer um "boom" de novos negócios. "A barreira de entrada é baixa. O custo inicial é acessível e não exige muita especialização", afirma. "Hoje, a filmagem aérea ainda é um diferencial, mas a tendência é que seja um pré-requisito futuramente."

Do UOL, em São Paulo

terça-feira, 2 de junho de 2015

Polícia procura dono de drone que invadiu Arena e fez piada com Corinthians

Assim que se chocou com uma das paredes do lado leste da Arena Corinthians, o drone que sobrevoou o estádio com uma camisa do Guarani-PAR durante a vitória por 2 a 0 do Palmeiras sobre o Corinthians, foi "abatido" e levado para a delegacia fixa, que fica dentro do estádio.

Drone Arena Corinthians Corinthians Palmeiras Itaquera Campeonato Brasileiro 31/05/2015
O dono do objeto, porém, não foi ainda localizado pela polícia, que procura o autor da peripécia.
O avião não tripulado sobrevoou o campo em Itaquera ainda no primeiro tempo do clássico contra o Palmeiras, em Itaquera. A ação foi uma clara provação aos donos da casa, que foi eliminado pelo time paraguaio nas oitavas de final da Libertadores.
A camisa ainda carregava uma mensagem que dizia "HAHAHA".
622 cd208246 6ae1 34dd bde4 fb0f3b6926b1
Veja imagens do drone com a camisa do Guaraní-PAR que sobrevoou a Arena Corinthians
 

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Após acidente com drone, Enrique Iglesias passa por cirurgia reconstrutiva na mão

Cantor teve os dedos cortados após tentar pegar o aparelho durante show no México.

Enrique Iglesias letras

O cantor Enrique Iglesias teve suas mãos machucadas durante um show neste sábado (30) na cidade de Tijuana, no México. 

O incidente aconteceu quando o músico espanhol tentou pegar um drone que costuma sobrevoar pelo local para capturar diversas imagens da plateia. No entanto, o artista de 40 anos queria pegá-lo para tirar uma foto do seu ponto de vista do público, mas ele acabou não segurando bem o aparelho, que feriu os seus dedos da mão direita. 

O cantor foi atendido pela equipe médica do local e retornou ao palco para finalizar a apresentação. Enrique passou mais de 30 minutos com a mão enrolada e sua camisa toda ensanguentada ao final do show. 

Logo após a performance, o músico foi levado a Los Angeles para ser atendido por um especialista. Segundo o assessor do artista, Joe Bonilla, Enrique passa bem e está se recuperando. 

Enrique Iglesias letras


Enrique Iglesias letras


Confira a seguir o vídeo com o momento do incidente:

Drone da zoeira! Levando a camisa do Guaraní-PAR, o objeto caiu na Arena Corinthians

Vôo da camisa aconteceu no início da partida entre Palmeiras e Corinthians no Itaquerão.

Drone levava a camisa do Guarani-PAR penduradaAgenciaEstado
A torcida do Boca Juniors (ARG) levou um drone para a Bombonera no clássico contra o River Plate e a torcida do Palmeiras resolveu imitar na tarde deste domingo, durante o primeiro tempo do clássico contra o Corinthians, em Itaquera.
O aparelho, que trazia uma camisa do Guaraní do Paraguai, algoz alvinegro na Copa Libertadores, sobrevoou o setor Oeste da Arena Corinthians, mas bateu numa parede e caiu. Minutos depois, seguranças do estádio foram até o local e apreenderam o drone.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Que tal um tour por belas pirâmides núbias? Veja o que um drone fez


Nós, seres humanos, dificilmente aguentamos o calor escaldante que assola as regiões desérticas do Egito. Capturar materiais das pirâmides é uma árdua tarefa, mas não para um drone. A equipe do National Geographic enviou um deles para um tour pelas pirâmides núbias. Também é possível conferir templos e outros locais espalhados pelo deserto sudanês. É o que você deslumbra no belo tour do vídeo acima.
Um dos pontos que mais chamam a atenção é uma câmara funerária de um rei núbio que conquistou o Egito em 715 a.C. O material foi capturado por um dos engenheiros do National Geographic, Alan Turchik, que controla, remotamente, um drone em formato de quadricóptero pelo local para conseguir uma perspectiva abrangente da área e entregar o promissor material.
“A melhor parte do helicóptero é que ele pode voar ao redor do local e mostrar essa conexão entre todas as câmaras funerárias, entre a pirâmide e o templo, e permitir que entendamos como isso tudo é de lá de cima”, contou Turchik.
O engenheiro faz parte de uma expedição liderada por um donatário do National Geographic, Geoff Emberling, o primeiro arqueólogo a visitar o local em El Kurru, no Sudão, em quase um século.

Equipamentos de ponta e muito planejamento

Para que o drone possa fazer seu trabalho e ter complementos em suas capturas, ele precisa, naturalmente, contar com um backup. No chão, Emberling utiliza mais tecnologia de ponta: um robô controlado remotamente para escavar buracos jamais explorados por humanos modernos. Em conjunto com o drone, o robô captura outros ângulos e visita locais inóspitos dominados por areia e pedregulhos.
Após remover mais de 250 toneladas de escombros do local – sim, 250 toneladas –, a equipe encontra diversos artefatos milenares. “Nunca se sabe ao certo o que aconteceu no passado, e só de conseguir investigar isso... É algo de detetive”, disse Turchik, explicando como as escavações revelaram mistérios impressionantes sobre antigas culturas núbias.
O vídeo do National Geographic oferece toda uma nova perspectiva das pirâmides, que se mostraram à prova do tempo graças à arquitetônica conservação no deserto sudanês por mais de 3 mil anos.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

O que é drone e para que serve? Tecnologia invade o espaço aéreo

O drone é uma das tecnologias que mais tem chamado a atenção nos últimos meses. Equipados para resistir a trabalhos pesados e ambientes hostis, esses equipamentos podem ter diversas utilidades. No entanto, se você ainda tem dúvidas sobre o que é um drone e para que eles servem, não se preocupe. 
Dones são equipamentos que podem ser usados para multiplas funções (Foto: AFP)Drones são equipamentos que podem ser usados para multiplas funções (Foto: AFP)
O que é um drone?
A associação mais simples para entender o que são drones, e mesmo para que servem, é lembrar de brinquedos de controle remoto. O conceito é simples: com um controle via rádio, você pode manobrar um drone sem tocar nele. No geral, estes aparelhos são concebidos para realizar tarefas arriscadas ao ser humano ou ferramentas para trabalhos que ninguém quer realizar.
Essas características ajudam a entender como esses equipamentos se tornaram muito comuns entre aparatos militares e de vigilância. No entanto, há aplicações mais pacíficas, como no uso profissional de fotógrafos, resgates e limpeza de lixo tóxico. Conheça melhor algumas utilidades:
Profissional audiovisual
Storm Drone 4 foi criado para funcionar com uma GoPro e custa aproximadamente R$ 2300 no Brasil (Foto: Divulgação)Storm Drone 4 foi criado para funcionar com uma GoPro e custa aproximadamente R$ 2300 no Brasil (Foto: Divulgação)
Os drones tem sido muito adotados por fotógrafos e cinegrafistas como suporte para câmeras com o objetivo de fazer imagens aéreas de casamentos, atividades esportivas e outras festividades. No Brasil, é possível comprar alguns modelos em lojas específicas por valores que partem dos R$ 2 mil. Muito leves, esses aparelhos costumam ter baterias bem pequenas, o que reduz sua autonomia de voo para poucos minutos.
Trabalho sujo
Quando grandes volumes de material radioativo são liberados na natureza, é necessário coletá-los rapidamente. No entanto, como essas substâncias são altamente nocivas, drones podem ser empregados nesse tipo de trabalho. No Japão, por exemplo, o acidente de Fukushima desencadeou o desenvolvimento de diversas unidades para trabalhar em acidentes radioativos. Infelizmente, os primeiros protótipos só ficaram prontos quando o vazamento já estava fora de controle, mas isso não impediu o uso dos aparelhos.
O T-Hawk (à esquerda) foi usado em Fukushima para registrar imagens dos reatores danificados. No futuro, drones poderão ser usado na limpeza de material tóxico (Fotos: Engadget/CNN)O T-Hawk (à esquerda) foi usado em Fukushima para registrar imagens dos reatores danificados. No futuro, drones poderão ser usado na limpeza de material tóxico (Fotos: Engadget/CNN)
Na época do desastre, os japoneses mandaram um T-Hawk, drone equipado com câmeras, para capturar imagens do interior dos reatores danificados e estimar danos e estratégias de contenção dos vazamentos. Esse tipo de imagem seria impossível de se obter sem um drone, já que seres humanos não sobreviveriam a uma viagem até a área para informar os estragos e estimar caminhos de ação.
Há ainda drones com uso mais ofensivo, armados para bombardear alvos militares. Assim como os modelos de vigilância, eles voam para áreas pré-determinadas, onde soltam bombas sobre os alvos. No geral, são aviões mais simples e a perda dessas máquinas, em virtude da defesa do inimigo, não representam grandes perdas. Afinal, o custo de uma aeronave não tripulada é muito inferior ao de aviões convencionais e a sua queda não representa custo humano.
É comum associar drones com suas aplicações militares e de vigilância (Foto: Reprodução/Wired.com)É comum associar drones com suas aplicações militares e de vigilância (Foto: Reprodução/Wired.com)Fonte: Techtudo

domingo, 24 de maio de 2015

Brasileiro cria drone caseiro com peças compradas através da internet


Projetos ousados encabeçados por inventores amadores volta e meia repercutem mídia afora – já vimos, por exemplo, um garoto de 13 anos fazer sua própria versão do Google Glass; entusiastas chegaram até mesmo a construir um protótipo de foguete em casa. Desta vez, Lucas Teske, 23, estudante de Sistemas de Informação da USP, é que decidiu colocar as mãos na massa. Ao gastar pouco mais de R$ 5 mil, Teske montou seu próprio Drone.
Com peças compradas através de sites como Hobbyking, DealExtreme e Mercado Livre, o estudante equipou sua aeronave não tripulada com um chassi, quatro hélices, um motor, controle (para até 2 km) e luzes LED. O drone caseiro conta também com um sistema de monitoramento em tempo real – para tanto, uma GoPro foi usada (este componente foi responsável por 40% do valor total do projeto).
Segundo informa o site Folha, Teske afirma que montar sua própria aeronave tem de fato suas vantagens; o uso de um software de código aberto facilita o acesso à customização do sistema para exploração de capacidades que seriam pagas em um aparelho convencional. O brasileiro é integrante do grupo Software Livre na Campus Party e faz pesquisa acadêmica em sistemas de “internet das coisas”.
Vale notar que, ainda conforme explica Teske, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ainda não possui regulamentação acerca da circulação de drones. “Não poderia estar voando aqui, por exemplo”, diz o programador. 
FONTE(S)
IMAGEN(S)
LEITOR COLABORADOR Daves Mestrinho Froede

Confira mais aplicativos

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...