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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Fui a um Bar de Boquete em Banguecoque



Quatro “consultoras” do Dr. BJ's Salon em Banquecoque, Tailândia. Todas as fotos por KT Watson.  
Banguecoque, na Tailândia, é um dos poços mais profundos de pecado puro do mundo, uma zona proibida onde você encontra praticamente qualquer perversão sexual que tenha na cabeça servida numa bandeja de prata - tudo acompanhado de drogas e bebidas, claro. Incontáveis salões de massagem, bordéis e call services existem para atender o monstruoso turismo sexual local. Sendo assim, como um aspirante a empresário do ramo pode se destacar em um mercado tão saturado?
Bom, o primeiro passo é aceitar a dica dos especialistas em gestão de marca: seja o mais óbvio e o mais fácil de se lembrar possivelmente. Essa é a ideia por trás do Dr. BJ's Salon, o mais notório bar de boquete na capital tailandesa.
O lugar fica bem perto da estação Nana de Skytrain, na mesma rua do shopping center mais pretensioso da cidade. Andando até o Dr. BJ's, você é bombardeado pelas luzes de 14 letreiros de néon idênticos, o que torna o bar bem difícil de ignorar. Por dentro o recinto é todo branco, fortemente iluminado e todo pensado para parecer um consultório médico, o lugar perfeito para fazer uma limpeza de pele.
Mas meu amigo Jared* (obviamente um nome fictício), um norte-americano de 27 anos que vive em Banquecoque, só precisou ver a fachada para decidir dar uma chance ao boquete profissional. Duas chances, na verdade.
“A primeira vez que estive Banquecoque”, ele me disse, “vi os luminosos do Dr. BJ's Salon e pensei: 'Espera, estou lendo direito ou sou um pervertido?' Porque o lugar parecia mais uma clínica médica. Fui dar uma olhada no site deles e fiquei pensando: 'Cacete, é pra valer!'”, ele me disse.
Fiquei intrigada, então pedi ao Jared para me levar lá. O Dr. BJ foi supersimpático, deixou a gente fazer umas fotos e até nos deu uma entrevista sobre sua estratégia de negócio. 
O dono, um britânico que prefere ser conhecido apenas como “Dr. BJ”, trabalhava com venda de aparelhos de som e tem talento para o marketing. Ele nos disse que todo negócio deve tentar ser o mais direto possível sobre o serviço que está oferecendo; então, por que não tentar essa abordagem na indústria do sexo?
“Acho que o nome transmite bem o que fazemos aqui”, ele me disse quando visitei o bar. “É fácil de lembrar e o logo é fácil de reconhecer. Quando me envolvi com a indústria do sexo, eu não conseguia entender por que ninguém se esforçava para se destacar. Por que eles não se inspiravam nos verdadeiros especialistas do varejo? Veja o que o McDonald's e o KFC fizeram. Você vê um Ronald e um Coronel em toda esquina. Queríamos fazer algo assim. O Dr. BJ é o Ronald McDonald da indústria do sexo.”
Dr. BJ continuou a falar de seu negócio, me contando um pouco sobre a fundação dessa estranha empresa: “Quando estávamos planejando o negócio, eu queria que o bar atraísse turistas procurando por uma risada. Mais da metade dos nossos clientes são estrangeiros (sei que é uma citação, mas fica melhor e mais lógico do que não-tailandeses) que moram em Banquecoque. Também temos um grande público coreano e japonês”, ele acrescentou.
A abordagem do Dr. BJ é feita com senso de humor. No site, eles listam novas filiais abrindo em lugares como o Vaticano, Cabul e Teerã. Eles sempre recebem e-mails de gente que não entendeu a piada. 
Entrando no prédio, encontra-se uma mesa de recepção bem parecida com a de um consultório médico e um menu simples listando preços e serviços. As garotas do BJ são divididas em dois níveis de habilidade: enfermeiras e consultoras. As primeiras usam branco e as últimas, consideradas as especialistas na empresa, preto. Os preços mais em conta variam de 700 bahts (equivalente a R$ 50) por uma sessão de boquete de 30 minutos com uma enfermeira a 1.000 bahts (R$ 70) por meia hora com uma consultora. O teto chega a 5.000 bahts (R$ 353) por uma noite inteira com uma consultora.
Há um mezanino sobre a entrada onde as garotas se reúnem para que o cliente escolha. “Elas me lembraram urubus circulando ou pássaros num fio de poste. É meio assustador ter 20 garotas olhando de cima para você”, disse o Jared assim que entramos. 
Muitas das garotas têm fotos, classificações e resenhas no site, incluindo opiniões bem sinceras escritas pela gerência. Exemplo: “Ela é muito popular e eu não tenho ideia do porquê. O cliente entra na sala, sai, paga, vai embora e volta querendo a mesma garota. E ela nem é uma das mais bonitas”.
“Pedi pela mesma garota nas duas vezes, porque ela tinha as melhores resenhas na internet”, confidenciou Jared. “A última vez que vim foi algumas semanas atrás, eu tinha saído com uns amigos e estava bêbado e ligadão de M-150 (um energético tailandês, o favorito dos motoqueiros e taxistas). Comecei a pensar: 'Eu podia ir até lá rapidinho e voltar antes de alguém perceber'. Eu me sentia muito impulsivo e sexualmente frustrado, e precisava de algum tipo de alívio.”
O bar não foi pensado para parecer convidativo. As garotas não ficam do lado de fora tentando atrair clientes como na maioria dos lugares da vizinhança. E o Dr. BJ's Salon é definitivamente um entre muitos na Soi 7/1, uma rua cheia de salões de massagens com finais felizes clássicos. No entanto, o nome e o visual do Dr. BJ garantem que ninguém nunca vai entrar aqui pedindo uma massagem no pé ou para estalar o pescoço. Se os vizinhos metaforicamente sussurram na orelha da cliente, o Dr. BJ's prefere gritar: “Ei, vamos chupar seu pênis por dinheiro!”
“Depois que paguei”, me contou Jared, “fui ao terceiro andar. Os quartos parecem armários bem grandes, um do lado do outro, num corredor mal iluminado. É um pouco estranho e lembra uma casa de espelhos de parque de diversões. As garotas andam com essas cestas de plástico com enxágue bocal, camisinhas, lubrificantes e outras coisas. No quarto há uma poltrona de couro preto, um banquinho e uma dessas pias de salão de cabeleireiro. Você já advinha por quê. ” Se você pensou “para lavar o pinto”, ponto pra você. “Elas vão te chupar, então elas dão uma lavada antes”, ele acrescentou. “Depois disso, elas colocam um lençol sobre a cadeira, porque claro que alguém já esteve ali antes.”
Perguntei para o Jared se a garota era boa mesmo, se a coisa toda era um boquete desastrado de colégio ou uma experiência luxuosa. Ele foi mais específico do que eu esperava: “É um boquete muito variado. Ela começa com a ponta e usa as mãos para massagear para cima e para baixo. Depois ela brinca com a cabeça enquanto beija o corpo do pênis – ela era muito talentosa e fez umas coisas de garganta profunda. Fiquei impressionado”.
“Fiquei com medo de gozar muito cedo”, ele continuou, “mas a meia hora já tinha quase passado e acho que ela estava frustrada por eu não gozar. Ela ficou vestida no começo, mas como parecia que eu não ia terminar, ela tirou a blusa e me deixou tocar nos peitos dela. Mas nada de espanhola ou algo assim. Acho que você tem que pagar os 1.000 bahts para isso. Terminei em cima de mim mesmo. Elas não querem que você goze no cabelo, no rosto ou na roupa delas, porque elas atendem muitos clientes por noite. Elas ficam com você por uns 30 segundos ou um minuto depois, aí pegam o enxágue bucal, bochecham, cospem e vão embora.”
Ele continuou com a sessão too much information: “A experiência foi estranha, surreal e um pouco pervertida. Foi uma coisa meio suja, mas de um jeito bom. Nunca me fizeram uma garganta profunda antes, o que foi bem legal. Mas, por mais legal que tenha sido, a experiência teria sido 10 vezes melhor se fosse com alguém que eu gostasse. Não acho que vou voltar, mas foi uma boa experiência. O lugar tem algo de interessante. Isso teve um valor anedótico e experimental. É meio escroto dizer 'recebi um boquete de uma prostituta', mas é interessante dizer: 'fui num lugar chamado Dr. BJ e uma enfermeira de mentira me fez um boquete'.”
OK, Jared. Se isso te ajuda a se convencer...
Tradução: Marina Schnoor

sábado, 19 de setembro de 2015

O lado obscuro por trás do mundo da pornografia



Documentário mostra como a promessa de vida fácil, muito dinheiro e fama seduz milhares de jovens garotas a ingressarem no ramo da pornografia para ter uma carreira que durará apenas alguns meses.





O novo documentário “Hot Girls Wanted” lança uma luz forte no mundo da pornografia “amadora” centrado em Miami (EUA), onde o dinheiro fácil e a fama levam muitos jovens recorrem ao sexo como uma maneira de realizar seus sonhos.
O filme estreou na Netflix após sua estreia no Sundance Film Festival em janeiro, e relata as experiências de um grupo de meninas em torno de 18 anos que deixaram para trás sua cidade natal em busca de aventura, sem saber onde se metiam.

“Não são putas, são umas românticas incuráveis”, disse Ronna Gradus, que dirigiu o filme junto com Jill Bauer, em uma reunião com a imprensa realizada em Los Angeles.
Os cineastas descrevem estas iniciantes do pornô como meninas doces amadas por seus pais e criadas no seio de uma família de classe trabalhadora em uma pequena cidade americana.
“Elas têm fogo no estômago, são inteligentes, muitos só tiveram um par de parceiros e não entram na pornografia porque querem ter sexo com qualquer um, é uma maneira de escapar”, disse Bauer, que insistiu que todas ansiavam por uma aventura .
“Hot Girls Wanted” abre as portas para o espectador de uma casa em Miami gerenciada por um “recrutador” de jovens promessas para a indústria do pornô amador, que encontra seus novos talentos através de anúncios publicados no site Craigslist.
O documentário mostra como é fácil para “contratar” essas meninas, para as quis eles pagam a passagem e dão alojamento para iniciar a sua carreira, que na maioria dos casos, dura apenas alguns meses. Nesse negócio o consumidor se cansa rapidamente de caras novas.
As imagens retratam a convivência afetuosa de jovens que se apoiam, falam de suas ilusões e se alegram com o sucesso de seus vídeos distribuídos em sites que têm uma média de 41 milhões de page views por mês.
As novatas inventam um nome artístico e se lançam a conquistar seguidores no Twitter, que é “sua ferramenta de marketing”, disse Gradus, que destacou o tanto de pornografia que há nessa plataforma.
“Se o seu filho tem acesso ao Twitter pode seguir estrelas pornô e ver conteúdos explícitos durante todo o dia”, disse Bauer.
Para os realizadores há uma influência indireta do conteúdo gerado pela indústria do entretenimento nas decisões dessas meninas.
“Hollywood não as fez fazer isso, mas o usam como justificação. Quando você vê Miley Cyrus recebendo dinheiro em sua virilha não é tão difícil de fazer essa ligação e nas casas dessas meninas os reality shows passam a todo momento e é algo com o que elas cresçam “, disse Gradus.
O documentário viaja com uma das meninas para a sua cidade e mostra o momento em que ela diz a seus pais que havia começado a fazer pornografia para a Internet, situação que se produziu “organicamente” para a surpresa dos diretores que estavam prestes a entrar na história de outra jovem.
Foi o caso de uma nova recruta que tinha acabado de se instalar na casa de Miami.
Depois de uma conversa com ela para descobrir suas motivações, eles descobriram que ela estava um pouco perdida.
“Não havia processado o que estava fazendo”, disse Bauer. Eles voltaram para encontrá-la no dia seguinte e estava “triste”.
“Ela tinha descoberto que não usavam ​​preservativos” e, em seguida, queria voltar para sua família, mas não tinha dinheiro, disse a Bauer, que junto com Gradus decidiram que iriam pagar a passagem de avião.
“Como as mulheres não podíamos ficar sem fazer nada”, disse Bauer, embora isso significasse que como documentaristas isso lhes seria um “dilema moral” disse Gradus.
Quando eles voltaram para a casa, viram que a jovem já tinha feito iniciado boas relações com o resto das aspirantes a estrelas pornográficas e suas prioridades mudaram.
“Descobrimos que a fantasia, as possibilidades de viver essa vida e ter muito dinheiro, era mais atraente para ela do que voltar. As outras meninas disseram que acabaram de conhecer um rapper”, disse Gradus.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Vaza lista de cafetina com “preços” de famosas

Uma lista de mulheres celebridades está dando o que falar na internet. Segundo o site Bom Dia, uma cafetina, já conhecida por outros casos, divulgou uma lista com a tabela de preços para programas com as famosas. Entre as mulheres estaria Juliana Salimeni (Juju Ex-Panicat), que teria o preço mais alto (avaliado em 10 mil reais), Carol Dias, Andressa Urach, coelhinhas da Playboy e outras muitas conhecidas da mídia.
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As informações teriam sido passadas na coluna de Léo Dias, do jornal carioca O Dia, que relata a lista foi fornecida por uma mulher conhecida por “Mirley”, e que os programas acontecem na fazenda em Colombo, região da grande Curitiba, no Paraná. A cafetina, conhecida como “baronesa do sexo”, já teria sido presa por questões relacionadas a prostituição, relata o colunista.
O colunista ainda teria entrado em contato com alguns empresários das celebridades que tiveram o nome citado na tabela. Em um dos casos, o empresário de Juju Salimeni solicitou a lista para entrar em vias jurídicas e disse não ter cabimento as informações, que se tratava de algo also. Outros assessores também teriam falado que as informações são inverídicas.
Ao ligar para Nathalia, a mesma afirmou “Já tinha uma pessoa usando as minhas fotos no Rio e em São Paulo. O que eu posso dizer de tudo isso? Liga, marca e espera para ver o que vai chegar na sua casa”.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Vídeo : Descubra tudo o que você precisa saber sobre o Book Rosa

Verdades Secretas colocou nas rodas de conversa de todo o Brasil um assunto que, até então, costumava ficar restrito aos bastidores da moda: o book rosa.




No Programa do Ratinho desta quarta, 15/07/15, Ratinho recebe no programa modelos e especialistas para debater sobre a polêmica do “Book Rosa”. Será que existe?
Verdades Secretas colocou nas rodas de conversa de todo o Brasil um assunto que, até então, costumava ficar restrito aos bastidores da moda: o book rosa. Um catálogo de modelos que, eventualmente, aceitam fazer sexo em troca de altas quantias em dinheiro, presentes valiosos e vantagens profissionais.
Na novela das 23h, Fanny (Marieta Severo) oferece meninas da sua agência a clientes poderosos como Alex (Rodrigo Lombardi). E o time de beldades é grande: Angel (Camila Queiroz), Stephanie (Yasmin Brunet), Larissa (Grazi Massafera) e Kika (Agatha Moreira) já sucumbiram à tentação de faturar muita grana, rapidamente, em troca de sexo.
Do outro lado da telinha, quem está imerso neste universo aponta contradições entre ficção e vida real, mas confirma: a prática é antiga e bastante conhecida. O Diário Gaúcho ouviu modelos do book rosa e especialistas do mundo fashion para abrir esse livro e desvendar o lado B do glamour.
As modelos que contam suas histórias nesta reportagem — cujos depoimentos poderão ser conferidos na íntegra na edição deste final de semana do Diário Gaúcho — tiveram seus nomes trocados e têm mais em comum do que a cor do book: todas garantem que não são garotas de programa. Embora a atividade seja a mesma, há diferenças.
— A garota de programa vive disso e trabalha diariamente com essa atividade. As meninas que fazem o book rosa são modelos, têm uma carreira e, eventualmente, aceitam essas propostas — explica Evandro Hazzy, há mais de 30 anos no universo da beleza.
O especialista já atuou como modelo, dono de agência e preparador de misses. E afirma que o tema permeia, sim, o mundo da moda.

sábado, 25 de julho de 2015

Escândalos sexuais, a luxúria dos políticos

“Dinheiro, fama e muito poder”, não estamos falando de grandes astros do cinema, da música ou do esporte, estamos falando de políticos.
Meros funcionários públicos que representam os anseios de uma população. Empregados do povo que, por algum motivo, se sentem no direito de dizer que são maiores que uma nação.
E como pessoas comuns que são, os políticos também caem em desejos carnais e pior, por estarem na mídia, a cada pecado capital cometido todos caem matando, ainda mais quando o assunto são suas luxúrias.
Clique para ver mais

@amigasdealuguel diz: Quem lembra do Itamar Franco pelo topete, só se for o da Lilian Ramos! Quem lembra do Bill Clinton se não for pelo charuto molhado e o boquete da Monica Lewinsky? Silvio Berlusconi e suas festinhas com prostitutas. O sexo está muito presente na política mundial.
Acreditamos que o sexo acontece pelo poder que os feios políticos tanto ostentam e as belas mulheres que querem usufruir disso tudo. Claro que nenhuma mulher quer ficar com um pé rapado por simples e puro amor. Se um político arrastar a asinha é hora de atacar, é por isso que os escândalos acontecem.
Se não pagar bem a mulherada cai de boca mesmo, mas aí, dessa vez, na imprensa pra todo mundo ficar sabendo.

@aleo12 diz:
Política VS revistas masculinas. Sempre queremos que um escândalo aconteça pra ver uma funcionária do governo ou vedete da crise peladinha.
Um caso recente é o da funcionária do gabinete do senador Ciro Nogueira (PP-PI), Denise Leitão Rocha, que teve um vídeo íntimo, digo mais, bem íntimo, que caiu na net.  E mais, fuçaram o facebook da assessora e descobriram algo que a roupinha do dia-a-dia não mostrava: uma loira escultural com uma tatuagem fenomenal nas costas. Resumo da ópera: Denise demitida, Denise na capa de uma revista masculina.
Lilian Ramos, sem calcinha no Carnaval ao lado de Itamar, foi capa de revistas masculinas lá na Itália. Mônica Veloso, a pivô da renúncia do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) estampou a revista do coelhinho. Thereza Collor, sempre foi desejada, mas nunca posou nua, só fodeu mesmo com o Collor e não foi sentido erótico da palavra.
Fica a torcida por fotos picantes da “Musa da CPI do Cachoeira”, Andressa Mendonça e da vice-primeira-dama do Brasil Marcela Temer.
Clique para ver mais

Fica a dica: Nas próximas eleições vamos ficar bem atentos ao passado politico dos candidatos, nem tudo é putaria e não queremos ninguém fodendo com a nossa cidade.

domingo, 7 de junho de 2015

Crise aumenta o número de garotas de programa na internet

Analistas de tecnologia da Grã-Bretanha apontam que, com o crescimento do mercado de webcams no mundo, cada vez mais mulheres do país estão atuando em sites eróticos em tempo real.

Segundo os especialistas da Juniper Research, a movimentação está ocorrendo em parte por causa da recessão.

As britânicas se inscrevem em sites do país ou em páginas internacionais, e se dispõem a conversar e se exibir ao vivo através de uma webcam com os clientes, que pagam pelo serviço.

"Lauren", de 23 anos, é uma dessas mulheres.

Há alguns meses, ela "atende" os clientes virtuais a partir do porão de uma casa, que ela divide com outras garotas que também fazem o mesmo trabalho.

O local foi convertido para parecer um pequeno apartamento - um ambiente está decorado com uma cama e outro com um sofá.


















As garotas usam luxuosas peças de lingerie, além de um fone de ouvido com microfone acoplado, para poderem conversar com os clientes.

Lauren diz que consegue ganhar até 30 libras por hora (quase R$ 90), incluindo bônus.

"Você pode imaginar como é: o clima esquenta e se eles pedirem para eu tirar o sutiã, eu tiro", afirmou à BBC.



Aumento de mercado Segundo analistas, o mercado geral de webcams cresceu de 730 milhões libras, em 2007, para 1,1 bilhão de libras, em 2008.

A previsão é de que esse número chegue perto de dobrar até 2015, impulsionado pelos sites pornográficos.

A página mais popular do tipo alega ter cerca de 27 mil garotas trabalhando para 17 milhões de clientes, com cerca de 12 mil novas assinaturas a cada dia.























"Trata-se de uma alternativa mais segura do que se tornar acompanhante ou garota de programa", disse à BBC Brodie Fry, dono de um desses sites. "O anonimato é total e, claro, as meninas não usam seus nomes verdadeiros." Outro proprietário de uma página semelhante, Richard Smallbone, também confirma o aumento na demanda de clientes e na procura de garotas pelo emprego.

"Começamos com 12 meninas, e apenas uma delas trabalhava de dia. Hoje, um ano e meio depois, temos 80 perfis disponíveis e até 16 garotas trabalhando de dia", contou.
Críticas ativistas de defesa dos direitos da mulher se dizem preocupados, alegando que muitas garotas podem se sentir pressionadas a fazer coisas que não gostariam de fazer.

Para Anne van Heeswijk, da ONG Object, que luta contra a exploração sexual, essa indústria deveria ser melhor regulamentada.

"É o homem quem escolhe a mulher, dependendo da aparência dela e do que ela está disposta a fazer sexualmente. Isso coloca uma pressão enorme nas garotas e as leva a realizar formas cada vez mais extremas de pornografia para atrair os clientes e ganhar dinheiro", disse van Heeswijk à BBC.
Lauren, no entanto, diz que não se preocupa com isso, e que sua prioridade é sua filha de 3 anos.

"Várias amigas minhas trabalham em loja e não ganham quase nada, vivem sem dinheiro", compara. "Eu posso trabalhar dois dias por semana e ganhar mais que elas, e ainda passo o dia com minha filha."
Via: noticias.uol

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