sexta-feira, 26 de junho de 2015
Após polêmica sobre sua saúde, Silvio Santos reaparece no Jassa
Ao longo da semana muito se falou sobre o estado de saúde de Silvio Santos. Tudo começou no domingo quando o Programa Silvio Santos foi reprisado e nas redes sociais começaram os rumores de que o dono do SBT estaria doente.
Ele de fato cancelou algumas gravações e o burburinho aumentou ainda mais. Chegaram a dizer que Silvio Santos estaria internado no Hospital Sírio Libanês, mas a própria instituição veio a público e desmentiu a informação.
A assessoria do SBT também negou que Silvio Santos estivesse internado e ele estaria apenas gripado e indisposto, por isso cancelou as gravações e esteve ausente por alguns dias.
Mas Silvio Santos retornou nesta quinta-feira (25) às gravações de seu programa e prova disso é que ele esteve no salão do Jassa para arrumar o cabelo.
A foto acima foi tirada e publicada hoje pela esposa de Jassa, Elides, em seu perfil no Instagram. Na imagem Silvio Santos aparece alegre e acenando, comprovando que está bem e de volta ao trabalho.
Um breve momento de reflexão!
Mas mano! Olha só a qualidade dessa madrinha O.O
Tá de sacanagem
Será que é possível pontes se construírem sozinhas? A MX3D prova que sim!
Já imaginou andar pelas ruas e ver pontes, estradas e prédios se auto-construindo? Pois a MX3D esta dando o primeiro passo para que isto aconteça através de seu novo projeto, a ideia é construir uma ponte em Amsterdã, Holanda, mostrando o potencial de sua impressora de metal 3D. Para o projeto funcionar, serão utilizados dois braços robóticos que farão a fundação, o acabamento e até os trilhos para a impressora se mover, a previsão de término da obra é 2017.
“Acredito firmemente no futuro da produção digital e local. Essa ponte irá mostrar que a impressão 3D entra, finalmente, no mundo dos objetos grandes, funcionais e de larga escala, permitindo uma liberdade de forma sem precedentes”, diz Joris Laarman, o designer da ponte.
Segundo a empresa, tudo isto só será possível graças a parcerias com a Autodesk e com a Heijmans, que é uma companhia de construção holandesa. Porém vale salientar que as impressoras da MK3D até agora conseguem imprimir tudo usando plástico, mas com metal foram feitos testes apenas em pequena escala e em laboratório.
Veja a um vídeo-simulação da construção da ponte e surpreenda-se com o futuro:
ONG envia "drone do aborto" a países onde a prática é ilegal
De acordo com a Women on Waves, o drone irá decolar na Alemanhã às 11h locais neste sábado
São Paulo - A ONG pró-aborto Women on Waves anunciou que vai começar a enviar comprimidos de mifepristona e misoprostol por meio de drones.
Desde 1999, a organização holandesa chefiada pela médica Rebecca Gomperts utiliza navios para levar mulheres de países onde o aborto é crime para águas internacionais, onde é possível realizar o aborto medicamentoso de forma legal.
Agora, a estratégia é chegar a essas mulheres pelo ar. O primeiro país a receber comprimidos será a Polônia.
De acordo com a Women on Waves, o drone irá decolar na Alemanhã às 11h locais neste sábado (27). O destino exato do drone será anunciado somente na sexta.
O misoprostol e a mifepristona são medicamentos amplamente estudados e considerados bastante seguros, de acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde.
O risco de morte devido a um aborto medicamentoso com estas duas substâncias gira em torno de 1 a cada 100.000 abortos. É o mesmo risco de morrer de um aborto espontâneo (que atinge cerca de 15 a cada 100 gestantes).
Para se ter uma ideia, as chances de se morrer tomando Viagra são cinco vezes maiores do que tomando misoprostol, por exemplo.
Realidade
O aborto legal e seguro é uma realidade em quase toda a Europa. Além da Polônia, somente dois países europeus - Malta e Irlanda - ainda criminalizam a prática, a despeito das recomendações da Organização Mundial da Saúde.
"Em países onde o aborto induzido é altamente restringido, o abortamento seguro frequentemente se torna privilégio dos ricos, enquanto as mulheres pobres têm pouca alternativa senão recorrer a práticas inseguras, causando mortes e consequências que se tornam responsabilidade do sistema público de saúde", diz o relatório técnico da OMS a respeito do problema.
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