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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Amante preso pela piriquita!



Na África, um homem suspeitava que estava levando gaia sendo traído, e resolveu aprontar uma com a puta sua esposa. Fez não sei o que caralho um ritual de magia negra, e o amante davagabunda esposa em questão ficou preso na mesma pela concha, xandoca, travesseirinho, bacalhau, katchanga, engole-espada, carne mijada, repartida, área vip, fenda, peludina, xoxota, pastel de pelo, xavasca, ninho de rola, bacurinha, lixa pica, tabaca, racha, rachada, procurada, perseguida, beição, garagem da frente, testão, casa do caralho, suvaco de coxa, xana, perereca, xereca, prexeca, suadinha, xulipa, capô de fusca, aranha, banguela, priquito, Papa-Peu ou Vagina, como preferirem. Confira o vídeo:



E agora pra desgrudar?

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Milionários usam drones para salvar imigrantes em alto mar

Drone usado pela MOAS
Drone: com o auxílio de drones, MOAS detecta embarcações de imigrantes em situação de emergência no Mediterrâneo


São Paulo – Transportados em embarcações precárias, milhares de imigrantes de diferentes partes da África e do Oriente Médio buscam cruzar o Mar Mediterrâneo em direção à Europa. Em 2014, revelou o braço da ONU para refugiados, 218 mil pessoas arriscaram suas vidas nestas jornadas. Muitas, contudo, jamais pisaram em terra firme novamente.
Em 2015, a situação não dá sinais de que mudará. Nesta semana, uma embarcação com 550 imigrantes e que seguia da Líbia para a Itália naufragou matando 400 deles. No sábado passado, autoridades italianas realizaram cinco operações de resgate para salvar 1.500 pessoas que estavam à deriva no mar.
O drama vivido por estas pessoas inspirou a família Catrambone a arregaçar as mangas e tentar, de alguma forma, ajudar. Tudo começou durante um cruzeiro de férias, quando testemunharam os momentos após a tragédia em Lampedusa, Itália, quando uma embarcação de naufragou matando 400 imigrantes.

Operação de resgate da MOAS
Operação de resgate da MOAS: apenas nos primeiros 60 dias de operações, entidade salvou 3 mil pessoas no mar.


“Vimos um colete salva-vidas boiando na água e aquilo nos chocou”, relatou Christopher Catrambone para o canal de televisão NBC News. A ideia de montar a MOAS veio em seguida, após uma visita do papa Francisco ao local do acidente e na qual ele pediu para que as pessoas não fossem indiferentes aos apelos dos imigrantes. “E foi exatamente isto que fizemos”, pontuou.
Decidiram então investir partes de sua fortuna para esta causa e fundaram a Migrant Offshore Aid Station (MOAS), a primeira entidade privada dedicada ao resgate e assistência de imigrantes em situação de emergência no Mediterrâneo.
Para tanto, alocaram 50% (cerca de 7,5 milhões de dólares) de suas economias para a operação. Compraram uma embarcação e a adaptaram com equipamentos modernos de tecnologia marítima, incluíram ainda uma enfermaria. Além disso, contam com a ajuda de dois drones, dois botes infláveis e uma equipe de especialistas.
Ver imagem no Twitter

A entidade entrou em atividade em 2014 e, nos primeiros 60 dias de trabalho, conseguiu salvar mais de 3.000 pessoas em um ano que é considerado o mais mortal já registrado para os imigrantes no mar. Segundo estimativas da MOAS, naufrágios no ano passado deixaram mais 3.400 vítimas.
A expectativa para 2015 não é das melhores, uma vez que a Mare Nostrum, uma iniciativa da marinha italiana, encerrou suas operações por dificuldades financeiras. Contudo, apesar da falta de apoio dos governos europeus, MOAS ganhou uma aliada: a organização não governamental Médicos Sem Fronteiras irá auxiliá-la em uma série operações entre maio e outubro deste ano.

Família Catrambone
Família Catrambone: Christopher e sua esposa viviam em Nova Orleans quando o Katrina devastou a região.


“Não estamos aqui para salvar o mundo”, contou o milionário à revista Time, “estamos aqui para ajudar pessoas em necessidade”. “E não podemos ignorar o fato de que há gente morrendo no mar. Ninguém pode ignorar isso”, lamentou.
Donos de uma empresa de segurança que presta serviços de seguro e emergência em áreas de conflitos, Catrambone e sua esposa Regina viveram em Nova Orleans até 2008. Deixaram os Estados Unidos depois de sofrerem com a devastação deixada pelo furacão Katrina na região em 2005. Decidiram então recomeçar a vida em Malta, onde vivem até hoje e onde está baseada a MOAS. 
Veja abaixo um vídeo produzido pela entidade e que conta um pouco do drama das pessoas que tentam realizar esta perigosa travessia.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Este drone pode acabar com a matança de elefantes na África

Drone do projeto Air Shepherd
São Paulo - A caça ilegal de elefantes e rinocerontes na África reúne números cruéis. Só no ano passado, 40.000 elefantes e mais de 1.200 rinocerontes foram mortos por caçadores para abastecer um mercado negro que movimenta cerca de 70 bilhões de dólares por ano.
Elefantes


Neste ritmo, tais animais majestosos podem ser extintos dentro de dez anos, segundo cálculos da Ong americana Charles A. e Anne Morrow Lindbergh Foundation.
Soldado do Gabão ajeita presas de elefantes
Mas uma nova abordagem de combate usando drones e big data pode pôr fim à matança. É o projeto Air Shepherd, que dá "asas" e visão noturna à atuação dos rangers, como são chamados os guardas que patrulham os parques onde estão esses animais.
Funciona assim: quando chega a noite, que é o período de maior atividade da caça furtiva, os veículos aéreos não tripulados sobrevoam a região fazendo reconhecimentos — eles possuem GPS e câmeras infravermelhas que geram imagens térmicas de animais e também de caçadores.
Elétricos, silenciosos e, praticamente, invisíveis, eles fornecem os dados para centros de operação de informação que, rapidamente, enviam aos rangers a localização do caçador antes que ele mate um animal.
Drone do projeto Air Shepherd tem visão infravermelha
Dados do bem 
São justamente os dados que tornam esta iniciativa promissora.
O projeto do Air Shpeherd utiliza um software de análise especial projetado por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Maryland e que tem sido empregado pelo Departamento de Defesa para conter ataques de estrada no Iraque com uma precisão de 93%.
Centro de Controle do Air Shepherd
Com um detalhe: quando aplicado à caça furtiva, ele tem se demonstrado totalmente eficaz.
Numa fase inicial, os drones patrulharam uma área onde até 19 rinocerontes foram mortos a cada mês e, no período de testes, que durou seis meses, não houve uma morte sequer. 
Rangers, os guardas dos parques nacionais na África
Tal sistema leva em conta dados como estradas, topografia, disponibilidade de rangers, topografia, fontes de água, informação histórica sobre o abatimento de animais, áreas de circulação dos bichos, clima, estação e muitos outros fatores que ajudam a prevêr a ação dos caçadores ilegais.
É a tecnologia a favor da preservação. 
Assista ao vídeo sobre o projeto, que busca financimento coletivo no site Indiegogo.

Confira mais aplicativos

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