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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Preservativo revolucionário: cientistas criam camisinha hipersensível, com auto-lubrificante e viagra

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O uso do preservativo é super importante, mas ainda tem muita gente que se incomoda e acha que o sexo não é o mesmo usando camisinha.
Mas as coisas podem mudar agora que inventarem um preservativo revolucionário. Isso mesmo! Cientistas da Universidade de Wollongong, na Austrália, estão projetando preservativos ultra resistentes que, de acordo com eles, teria sensibilidade muito maior que os de látex.
Feito de hidrogel, ele é um preservativo mais forte e resistente que as camisinhas comuns. Além disso, pode ser auto-lubrificante, ter sua pequena dose de Viagra, conduzir eletricidade e ainda ser biodegradável.
Os cientistas criaram o preservativo devido a um projeto financiado por Bill Gates para criar a ‘próxima geração de camisinhas’.
“Tivemos uma ideia para novos materiais em Original, que teria as mesmas propriedades de borracha com uma sensação mais agradável, mas não tenho certeza se eles tem as propriedades certas para um preservativo”, afirma Robert Gorkin, cientista que comanda o projeto.
“Se você torná-lo tão agradável que as pessoas não podem esperar para colocá-los, em seguida, mais pessoas vão usá-los, e espero que possamos deter a propagação da doença”, completa Robert.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

sábado, 12 de setembro de 2015

Você conhece a origem do preservativo?

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Existe um objeto muito utilizado nos dias de hoje, ele tem sido vital para a não disseminação de doenças gravíssimas e também no controle de natalidade, muitas pessoas o utilizam todos os dias e muitos rapazes o guarda na carteira… Isto mesmo, o objeto do qual vou falar hoje é o preservativo.
Acontece que historicamente os estudiosos jamais concordaram com a origem do preservativo, discordando da data de criação e criando diversas versões, uma mais bizarra e esquisita do que a outra. A primeira delas é baseada em um manuscrito médico egípcio de 1850 a.C., nele está escrito que os faraós utilizavam panos banhados no mel e excremento de crocodilo (sim, eca!) para evitar a gravidez, este tecido nojento era utilizado pelas mulheres dentro da vagina, assim evitando a gravidez.
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Já outros dizem que os gregos que foram os pioneiros quando o assunto era proteção, existe uma lenda que conta que Procris, filha do rei Erechteus, relacionou-se com Minos, filho de Zeus. Porém, este filho do deus mais poderoso da mitologia tinha em seu sêmen serpentes e escorpiões, por isso Procris envolveu o órgão genital de Minos em uma bexiga de cabra. Como na época as lendas eram baseadas na vida e a vida acabava se tornando lenda, acredita-se que os gregos tinham métodos para a não transmissão de doenças sexuais há muito tempo.
Porém, há outro registro histórico criado por um jornalista francês chamado Vincent Vidal, ele fez uma pesquisa e publicou, na época, um livro chamado La Petite Historie du Préservatif ( A pequena história do preservativo) onde ele narra a história do tal objeto. Ele defende que a camisinha só foi criada durante o século 10 na Ásia, quando os chineses começaram a utilizar papel de seda lubrificado em óleos para evitar a gravidez. Ele também acredita que os japoneses tinham seu próprio método que utilizava a carapaça de tartaruga. (O que? o.O)
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Nos Estados Unidos e na França, o preservativo é chamado de Condom, este termo tem uma origem praticamente desconhecida, porém muitos acreditam que ele deve-se ao fato de a criação da camisinha ter sido feita por um médico chamado Dr. Condom durante o século 17. Nesta versão, o objeto seria feito com tripas de intestino de carneiro. Já o termo camisinha deve-se a William Shakespeare, em um de seus romances o escritor chamou o preservativo de “luva-de-Vênus”, isto em homenagem a deusa romana do amor. Quando traduzido para o português, os responsáveis pela tradução resolveram chama-la de “camisa-de-Vênus”, dando origem ao nome que utilizamos hoje.
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E então, imaginava esta esquisita origem para um objeto tão comum nos dias de hoje? Comente!

sábado, 8 de agosto de 2015

Preservativo revolucionário: cientistas criam camisinha hipersensível, com auto-lubrificante e viagra

Homem abrindo camisinha com os dentes

O uso do preservativo é super importante, mas ainda tem muita gente que se incomoda e acha que o sexo não é o mesmo usando camisinha.

Mas as coisas podem mudar agora que inventarem um preservativo revolucionário. Isso mesmo! Cientistas da Universidade de Wollongong, na Austrália, estão projetando preservativos ultra resistentes que, de acordo com eles, teria sensibilidade muito maior que os de látex.
Feito de hidrogel, ele é um preservativo mais forte e resistente que as camisinhas comuns. Além disso, pode ser auto-lubrificante, ter sua pequena dose de Viagra, conduzir eletricidade e ainda ser biodegradável.
Os cientistas criaram o preservativo devido a um projeto financiado por Bill Gates para criar a ‘próxima geração de camisinhas’.
“Tivemos uma ideia para novos materiais em Original, que teria as mesmas propriedades de borracha com uma sensação mais agradável, mas não tenho certeza se eles tem as propriedades certas para um preservativo”, afirma Robert Gorkin, cientista que comanda o projeto.
“Se você torná-lo tão agradável que as pessoas não podem esperar para colocá-los, em seguida, mais pessoas vão usá-los, e espero que possamos deter a propagação da doença”, completa Robert.

Camisinhas bizarras para sair do convencional


sábado, 23 de maio de 2015

Comercial da Durex nos apresenta o Shijūhatte, o Kama Sutra japonês

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Você sabia que o tradicional Kama Sutra, de origem indiana, tem um similar japonês chamado Shijūhatte? É isso que aprendemos ao assistir um recente vídeo feito pela Durex no Japão, marca de preservativos notória pelos seus anúncios criativos.
O Shijūhatte possui 48 posições porque no Japão acredita-se que este número trás boa sorte. Esse número pode ser duplicado se levar em consideração que cada posição possui dois lados ou duas formas de praticá-la. O Shijūhatte é caracterizado por conter posições sexuais realistas, o que significa que qualquer casal tem a capacidade de realizá-lo, pois não envolvem um maior nível de dificuldade ou risco de lesões, ao contrário de tradicional Kama Sutra hindu.
As posições sexuais são confortáveis ​​cuja ênfase é focada nos gemidos de prazer que emite a mulher durante a relação sexual (estes são conhecidos como yogarinaki), e não na agilidade ou força do casal. O Shijuhatte é amplamente praticado e conhecido nos filmes pornográficos japoneses e Hentais.
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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Nova camisinha feminina garante seu orgasmo todas as vezes que usar


Chamada VA w.o.w., a nova camisinha feminina é um método de proteção integrado com vibradores em miniatura controlados via Bluetooth e implantados em seu anel externo – a parte que não vai pra dentro da vagina durante a hora H. De acordo com representantes da IXu, testes realizados com o produto indicam que a novidade é capaz de garantir que as mulheres atinjam orgasmos durante todas as suas relações sexuais. 

Satisfação garantida


Nos testes da VA w.o.w., a IXu contou com 50 casais participantes e descobriu que 70% das mulheres haviam atingido o clímax durante a primeira utilização da camisinha vibratória. Já na segunda vez, o número subiu para 84% e, da quarta tentativa em diante, 100% conseguiram ter orgasmos durante o sexo com o produto. Embora o estudo revele que as taxas de prazer foram altas tanto para homens quanto para mulheres, elas levaram uma ligeira vantagem. 

Segundo a fabricante, a VA w.o.w. deve se tornar uma camisinha que as pessoas vão preferir usar – até mais do que simplesmente fazer sexo sem nada. “Isso serve para mostrar o quão poderosa a tecnologia é”, disse Brian Osterberg, representante da IXu. A ideia é que os usuários também possam se comunicar e controlar o produto por meio de controles remotos ou smartphones, executando funções estimulantes das mais diversas.
Os planos da empresa são de levar as camisinhas vibratórias ao mercado europeu dentro de 12 a 18 meses, mas ainda é preciso receber a aprovação de órgãos regulatórios, como o Food and Drugs Administration (FDA). Osterberg está otimista de que a VA w.o.w. vai conseguir levar as proteções femininas para dentro do mercado mainstream de contraceptivos. Resta apenas esperarmos para ver no que vai dar.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Remédio que impede HIV pode decretar fim da era da camisinha

O Truvada é encontrado no mercado americano desde 2004, como tratamento para pessoas infectadas com o HIV

O Truvada é encontrado no mercado americano desde 2004, como tratamento para pessoas infectadas com o HIV

Nova York - Mais de dez anos após ser aceito como tratamento para o HIV e passados já 30 meses desde que conseguiu ser oficialmente considerado como uma profilaxia para o vírus (PrEP), o remédio Truvada vai ganhando popularidade e cobertura, influenciado a vida sexual dos americanos.
Este medicamento produzido pelo laboratório Gilead, que tem sua versão genérica do laboratório indiano Cipla, passou por vários estados: tratamento regular para infectados, pílula "do dia anterior" ou do "dia seguinte" de ter relações de risco e, já há dois anos e meio, tratamento regular diário para pacientes em risco.
Neste último formato, o PrEP só funciona por enquanto nos Estados Unidos, Brasil e África do Sul, embora esteja em processo para ser aprovado na França.
E enquanto os laboratórios, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês) são claros e o catalogam como uma precaução adicional ao uso de outras medidas, especialmente o preservativo, a aplicação prática não é exatamente assim.
"Eu escolhi não usar preservativos. Estou tomando PrEP desde o dia 19 julho de 2011. No primeiro ano o combinava com preservativos, porque ainda era muito novo. Minha cabeça não podia sentir-se segura sem preservativo. Mas, uma vez que minha experiência demonstrou que realmente funciona e que o tomo todos os dias, já não uso preservativo", disse à Agência Efe Damon Jacobs, terapeuta sobre transmissão do HIV e medicado com Truvada.
Jacobs está em tour pelos Estados Unidos com uma palestra na qual conta sobre sua experiência com o remédio, que foi adquirido em farmácias com prescrição médica para uso profilático por 3.253 pessoas entre janeiro de 2012 e março de 2014.
O Truvada, uma combinação dos antirretrovirais tenofovir e emtricitabine, já é um tratamento aceito em modo coparticipativo pela grande maioria dos seguros médicos privados, no Obamacare, para o qual a própria farmacêutica oferece um plano de financiamento. Nova York e Washington são os estados que encabeçaram esta medida.
O medicamento pode interferir na função renal e provocar dores de cabeça e náuseas nos primeiros meses de uso. Para Jacobs, tudo muito pouco perto dos benefícios.
"Os únicos efeitos colaterais que tive são paz mental e um sexo incrível, porque sexo sem medo é algo extraordinário e não sabia o que era até agora pouco", comentou.
O terapeuta faz parte de um dos grupos apontados pela OMS como os de maior risco: a população homossexual, à qual "recomendou encarecidamente" que adote a medicação como medida para acabar com a epidemia da aids, já que tem 99% de efetividade, assim como outros grupos de risco, como heterossexuais com vários parceiros sexuais e usuários de drogas injetáveis.
"Nos últimos dez anos, a população negra, gay e bissexual, entre 13 e 24 anos é a que mais registrou aumentos do percentual de contaminação pelo HIV", explicou Jacobs.
Talvez por isso, e porque no caso dos homossexuais não existe risco de concepção, nos sites e aplicativos de contatos para gays, a palavra PrEP começa a entrar na categoria de sexo com ou sem preservativo.
A fabricante explicou que 40% dos usuários do Truvada são mulheres (especialmente do sul dos Estados Unidos), mas embora o consumo entre homossexuais esteja aumentando, entre as mulheres está caindo.
Como é possível imaginar, seu uso não está livre de polêmica. Michael Weinstein, o presidente da Fundação do Cuidado da Aids, é seu principal crítico, por considerá-lo contraproducente, por causa do risco de uso irregular da pílula ou da possibilidade que o vírus se tornar mais forte e imune ao fármaco. Para ele se trata de "um desastre sanitário em processo".
Jacobs insistiu que ele é uma "camada extra" de proteção para quem não pratica sexo seguro. "As pessoas têm feito sexo sem preservativo de maneira persistente nos últimos anos. Por isso há 50 mil novas infecções por ano", contestou Jacobs.
"A parte racional do cérebro é neutralizada quando estamos excitados e esse é o momento em que precisamos lembrar de usar preservativo. É mais provável tomar um comprimido no dia seguinte", argumentou Jacobs.
Em todo caso, ainda existe entre a população o medo lógico de uma medida incapaz de ser fiscalizada como o látex e a própria farmacêutica decidiu não divulgar este uso do Truvada para pacientes que não são HIV positivo.
"A companhia não empreendeu atividades de promoção do Truvada como tratamento profilático", informou à empresa em comunicado enviado à Agência Efe, mas realizou uma campanha informativa "sobre o uso apropriado" do medicamento.
Também há vozes que apontam que a utilização do PrEP como alternativa ao preservativo poderia aumentar o contágio de outras doenças como gonorreia ou clamídia, embora seu uso também obrigue os usuários a realizarem controles trimestrais para monitorar as condições renais e a sorologia.
"Já não há argumentos científicos ou econômicos para rebatê-lo e só restou o argumento de que as pessoas vaão fazer mais sexo com o remédio, o que parece continuar a incomodar alguns setores da sociedade. Aconteceu o mesmo quando a pílula anticoncepcional foi inventada ou quando descobriram a cura para a sífilis", concluiu Jacobs.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Camisinha tem tamanho – você sabe o seu?



Beleza, a gente sabe que o tamanho do seu amigo, instrumento altamente qualificado de indução ao prazer, é G. Ok, GG. Mas, entre quatro paredes, você precisa de um pouco mais de realidade para não fazer feio na frente da gata. Por isso, é importante saber exatamente qual o tamanho de camisinha que você deve usar. Se ela ficar muito apertada, a sensação de incômodo pode superar o prazer do momento e fazer você se desconcentrar, ficar nervoso e, bom, equação perfeita para brochar. 
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Faça o serviço de casa e teste, antes do sexo, quais tipos e tamanhos de camisinha se adaptam melhor à anatomia do seu corpo. (Foto: Getty Images)
Agora, meu brother, se ficar frouxa, é bem provável – mas muito provável mesmo – que a camisinha decida cair fora durante o sexo. O estrago, caso a camisinha estoure ou saia, a gente pode te ajudar a imaginar: a) contrair uma DST terrível feat. risco de morte; b) ter que ir ao pronto socorro pedir a um médico que a resgate (inteira ou em pedaços) dentro da sua parceira; c) ser papai numa hora não muito legal da sua vida.

Antes de deitar e rolar, é preciso conhecer seu corpo para não estragar o momento a dois. Confira nossas dicas!

Deu pra entender a gravidade do assunto?
Beautiful young girl inflates the condom
Como dizia sua avó: “saco vazio não para em pé, meu filho”. Então vamos encher essa camisinha com o que você tem. (Foto: iStock Getty)
Pois então. Nós do Deixa Que Eu Manjo separamos algumas dicas legais para você conseguir descobrir qual o tamanho da camisinha a ser usada.

1. Seja razoável

Você convive com o seu instrumento desde que nasceu. A primeira dica é pedir que o olhe com honestidade e pergunte a si mesmo: Kid Bengala ou um Brinquedo Nanotecnológico? Nem um, nem outro, óbvio. Mas você com certeza deve ter uma noção espacial dele, não é? O tamanho médio de camisinhas é M, que tem 52 milímetros de diâmetro. Há preservativos menores, normalmente de 49 mm, e maiores também, com até 58 mm de diâmetro. Os tamanhos de comprimento variam entre 16 e 19,8 centímetros (quando ereto).

2. Teste antes, muito antes e sempre antes

Compre algumas numerações de camisinha, não esquecendo a dica 1, e teste antes de se encontrar com a gata. A hora do sexo não é para ajustes, e sim para marcar o gol. Lembre-se: a indústria dos preservativos está preparada para atendê-lo. Há tamanhos para adolescentes, tamanhos especiais e também para formatos diferentes. Não vale ter receio de ir buscar um tipo que se adapte a você. Com certeza, terá.

3. No bolso, na carteira, no carro, no travesseiro

Depois que você tiver testado e descoberto qual é o seu tamanho ideal, sinta-se livre para ousar. Há camisinhas que oferecem texturas (já ouviu falar da camisinha com textura em espiral? Uma boa dica pra quem reclama da perda de sensibilidade ao usar), sabores e cheiros diferentes. Feito isso, tenha muitas camisinhas sempre à sua disposição, em todos os cantos ao seu redor.
Ai, mas eu gosto de transar sem camisinha!
Vamos ser mais explícitos: transar sem camisinha é como brincar de roleta russa. Se continuar brincando, uma hora o tiro vai te acertar. Ou por uma DST ou por uma gravidez indesejada. Melhor prevenir.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Conheça as 3 leis mais absurdas já propostas no Brasil

O Brasil é um país democrático, onde muitas leis são propostas todos os dias. Conheça agora as 5 mais absurdas de todos os tempos!
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Aeroporto para Extraterrestres: Lei Municipal 1840/95 (Barra do Garças, MT)
Data: 5 de setembro de 1995
Em 1995, o prefeito de Barra do Garças (MT) criou o projeto para uma reserva com 5 hectares na serra do Roncador para o pouso de OVNIs.
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Proibição do uso de camisinhas: Decreto Municipal 82/97 (Bocaiúva do Sul, PR)
Data: 19 de novembro de 1997
Élcio Berti, prefeito de Bocaiúva do Sul, proibiu a venda de camisinhas e anticoncepcionais através de um decreto municipal. Felizmente, a lei foi revogada após 24 horas. A justificativa era que a cidade estava com poucos habitantes e que, por isso, estava recebendo menos verba federal.
Escrever
Proibição do ato de escrever errado: Lei municipal 3306/97 (Pouso Alegre, MG)
Data: 2 de setembro de 1997
Em Pouso Alegre, a Câmara Municipal resolveu propor um lei para que os donos de outdoors, banners e faixas fossem multados a cada erro de gramática, concordância e regência. O valor da multa era de R$500 para outdoors e R$100 para os demais.

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