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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Cientistas descobrem vacina experimental contra HIV


Por acaso você já ouviu falar do Dr. Robert Gallo? Esse nome pode até não ser muito famoso (ainda), mas o pesquisador biomédico que liderou a equipe responsável por desmascarar a causa da AIDS (síndrome da imunodeficiência adquirida) pode ficar internacionalmente conhecido em pouco tempo. O HIV é, até o momento, incurável. No entanto, mais de 30 anos após o “estouro” da AIDS, o Dr. Gallo ainda não parou sua busca incansável por descobrir formas de combater este vírus. E agora está prestes a testar uma vacina experimental contra HIV em humanos.
Como diretor do Instituto de Virologia Humana (IHV), Dr. Robert Gallo está lançando recentemente seu primeiro ensaio clínico para uma vacina “contra a AIDS” – esse projeto tem 15 anos de existência, inquietações e pesquisas, que podem estar agora dando os primeiros frutos significativos.
A busca por uma vacina contra o HIV e SIDA está em curso há décadas. Vacinas – que contem, como de costume, uma forma severamente enfraquecida do micróbio infeccioso, tem sido a arma mais eficaz na luta da humanidade contra uma variedade de doenças bacterianas e virais.

Que doenças já foram extintas com a descoberta de vacinas?

Quer um exemplo? A varíola foi completamente varrida do nosso querido Planeta Terra depois de um vasto e intenso programa de vacinação, com isso milhões de vidas foram salvas. Polio pode ser outro exemplo de vacinas que deram certo – apesar dos recentes problemas em áreas que são mal vacinados. O Sarampo pode ser encarado como outro sucesso das vacinas.

Em que pé anda a vacina contra HIV?


Sonho de muitos doentes pode estar próximo a realidade, com a vacina experimental contra HIV
O sistema imunitário humano parece ser incapaz de combater uma infecção por HIV; conseqüentemente, com exceção de um caso excepcional, ninguém jamais recuperou dessa infecção. Uma das formas de explicar essa complexidade é o fato da grande capacidade do HIV em sofrer mutações, por isso conceber uma vacina eficaz contra AIDS tem sido um enorme desafio. Alguns pesquisadores que já se dedicaram ao tema, pensam ser essa capacidade de mudação uma barreita intransponível.
Quando o HIV infecta uma pessoa, a sua proteína de superfície se liga a outra proteína de segmentos chamado o receptor CD4, que é encontrado em células brancas do sangue. Usando este ponto de retenção na glóbulos brancos como um ponto de paragem, que, em seguida, começa a se ligar com um segundo receptor chamado de co-receptor. Uma vez feita essa aderência, se torna possível infectar as “células brancas” do sangue e replicar-se.

Como funciona a vacina experimental “contra HIV”?


Teste deu positivo, e agora?
A vacina experimental da AIDS contém uma versão da proteína de superfície do HIV, que se liga a alguns segmentos dos receptores de CD4. Tal como acontece em outras vacinas, o objetivo é gerar anticorpos – as proteínas produzidas pelo sistema imunitário que procura e neutralizar agentes patogénicos bacterianos ou virais. Esses irão ligar-se com a proteína de superfície de HIV (ainda em transição), tentando impedir o processo a infecção antes que o vírus se replique.

Quem é responsável pela vacina HIV? Quando teremos acesso a ela?


Bem, apesar dos avanços, é preciso ir com calma – alguns passos ainda precisam ser dados. Antes da liberação de uma vacina, é comum uma série de testes em humanos. No caso do IHV, essa etapa de testes precisa ser ainda mais cautelosa. Os pesquisadores querem ter certeza da eficácia e dos potenciais dessa vacina experimental. Em último relato para a Revista Science, Dr. Gallo disse que apesar dos avanços e descobertas ao longo dos 15 anos de pesquisa, até que essas vacinas sejam disponibilizadas para o público geral, ainda é necessário um caminho de testes e experimentações em seres humanos.

Alguns dados sobre a AIDS


Causas relacionadas com a SIDA já matou 1,2 milhões de pessoas somente em 2014 – dados da Organização Mundial de Saúde. Se essa vacina der certo, se mostrando eficaz, seria a solução para a dor de muitas pessoas ao redor do mundo.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Ela contraiu da forma mais sinistra e repugnante possível!



Em 2012, com 23 anos, Abby conheceu um homem na Austrália e os dois tiveram um relacionamento rápido e tórrido, após duas semanas, Abby resolveu terminar, e justificou dizendo que “simplesmente não queria mais”. O homem insistiu, mas Abby refutou todas as tentativas dele de continuarem o relacionamento, mas ela preferiu não continuar…

Após perceber que não conseguiria mais nada, o homem enviou um SMS sinistro dizendo: “Você vai se lembrar de mim para sempre!”. Inicialmente sua rotina não mudou muito, mas ela ficou desconfiada quando teve uma herpes labial muito forte, ela se consultou com uma médica e pediu um exame de HIV, apesar da doutora dizer que não era necessário, para Abby, o jeito foi conhecer outras mulheres portadoras do vírus e tentar descobrir tudo que pudesse sobre a doença.

Dias depois veio o resultado positivo e ela entendeu o tom de ameaça da mensagem do sujeito, ele havia transmitido a doença a ela propositalmente. Ela conta que pouca coisa mudou em sua rotina, como precisar tomar dois comprimidos todos os dias. A infecção de Abby ocorreu em um momento particularmente complicado na Austrália, que vive um pico de infecções da doença nos últimos cinco anos. Como resultado de sua busca, ela se tornou uma ativista da comunidade portadora de HIV. Abby também ajudou a produzir um documentário que conta a história da infecção dela. O documentário, chamado “Transmission: Journey from AIDS to HIV“, será lançado em 19 de novembro, na Austrália

domingo, 19 de julho de 2015

O supercomputador que pode ter descoberto como vencer a AIDS

Considerada por muitos cientistas como a doença perfeita, a AIDS mata milhões de pessoas todos os anos e apesar dos incontáveis centros de pesquisa espalhados por todo o mundo buscarem incansavelmente a cura, ainda não foi descoberto uma forma de curar a AIDS porém isso pode mudar em breve graças a um supercomputador, entenda como uma máquina pode ter dado a arma perfeita pra vencer essa guerra contra o HIV.

O grande problema na hora de enfrentar o HIV, vírus causador da AIDS, é que ele se modifica muito rapidamente, tornando-se imune aos remédios, e, além disso, existe o fato dele usar nosso sistema imunológico para se desenvolver. Assim esse vírus é o causador da doença “perfeita” e a luta contra ele é uma guerra desleal.

Durante anos, a humanidade buscou uma maneira de vencer essa luta pela força, matando e destruindo o vírus dentro do nosso corpo, mas agora uma nova esperança surgiu e pode ser que tenhamos encontrado o “calcanhar de Aquiles” do HIV.

O vírus da AIDS possui uma espécie de “capinha” que protege seu material genético. Esse revestimento é extremamente complexo, com formas que sempre deixaram os cientistas pasmos, pois era impossível entender exatamente como aquilo funcionava. Mesmo com a utilização de poderosos microscópios e várias ferramentas, ninguém entendia a tal proteção de maneira satisfatória.

Sendo assim, para entender como o vírus se protegia do mundo externo, os cientistas precisavam pegar todos os dados que tinham e fazer com que eles fossem interpretados por um computador, mas precisaria ser uma máquina muito poderosa, caso contrário tudo isso poderia levar anos. Felizmente nós vivemos na época dos supercomputadores.

Para a missão AIDS era necessário a utilização de um computador que tivesse capacidade de processamento na casa dos petaflops (cem trilhões de cálculos com ponto flutuante por segundo). E para a sorte dos pesquisadores, a University of Illinois tinha recém adquirido um desses “monstros de processamento”, chamado Blue Waters.

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O Blue Water é uma máquina gigante, que conta com mais de 40 mil processadores trabalhando juntos e custou mais de 100 milhões de dólares.

O supercomputador recebeu um programa escrito especialmente para a busca pela resposta sobre a formação da proteção do HIV. E com a ajuda de milhões de dados gerados durantes anos e anos de pesquisas, ele foi capaz de derrotar a complexidade dos vírus e trazer para os cientistas o caminho para a vitória.

Sem muita delonga, o supercomputador conseguiu decifrar, nos mínimos detalhes, o funcionamento e a estrutura do invólucro viral, criando o “mapa da mina” para que os pesquisadores possam criar um remédio capaz de destruir essa parte do vírus. Com algo capaz de atacar especificamente essa estrutura, os cientistas podem criar o remédio perfeito, pois tal parte do vírus não será capaz de sofrer mutações tão rapidamente quanto as outras partes. Assim poderemos enfim derrotar a AIDS sem maiores problemas.

E ainda existe o fato de que, mesmo que ele se modifique, a arma para a luta já foi descoberta, seria apenas preciso ajustá-la.

Atualmente os pesquisadores já trabalham na criação de um remédio que consiga atacar a proteção do vírus. E talvez no futuro a AIDS possa ser derrotada, tudo graças a um supercomputador!

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Menino de 8 anos que nasceu com HIV é expulso de casa após ter condição descoberta

Um menino de 8 anos que nasceu com HIV positivo foi banido de sua cidade natal por conta da doença. Ele foi visto como uma bomba-relógio inclusive por familiares.
Luo Kunkun foi tratado com grande preconceito após a descoberta do vírus em seu corpo. Ao todo, 203 pessoas o descreveram como uma bomba-relógio, incluindo seu próprio avô. Todos eles assinaram uma petição para banir o menino da aldeia em que vivia.
O garoto que foi impedido de ser matriculado em uma infinidade de escolas afirmou que vive sozinho: “Ninguém quer brincar comigo”.
Menino de 8 anos que nasceu com HIV é expulso de casa
Um menino de 8 anos que nasceu com HIV positivo foi banido de sua cidade natal por conta da doença. Ele foi visto como uma bomba-relógio inclusive por familiares.
Atualmente ele conseguiu apoio em uma escola especializada de Lifen, cidade na província de Shanxi, na China. A instituição é a única do país equipada para cuidar e educar crianças com AIDS.
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Luo contraiu a doença no ventre da mãe, e foi criado por seus avós depois que foi abandonado pela mulher. Porém, aos 5 anos, depois de ser diagnosticado com HIV positivo em 2011, os próprios avós resolveram tirá-lo de casa, e o colocaram vivendo isolado em Shufangya, província de Sichuan.
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“Eu não queria abandoná-lo, mas minha esposa e eu somos velhos demais para cria-lo”, comentou o homem de 69 anos.
Após o caso vir a conhecimento público, o governo de Sichuan e a escola em Linfen resolveram cuidar de Luo. Após o incidente, uma campanha foi criada na cidade natal do menino para educar os moradores sobre a doença e os riscos de contaminação.
Fonte: Mirror

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Brasileiros produziram anticorpos contra o HIV a partir do arroz e da soja

 
arroz
Uma dupla de cientistas brasileiros (Elíbio Rech e André Murad) fez uma descoberta incrível, após fazer experimentos com sementes de soja e arroz foi possível comprovar que pode-se extrair uma proteína que diminui as defesas do vírus HIV e faz com o sistema imunológico consiga elemina-lo.
Tal feito foi produzido com um processo chamado biobalística, em que as sementes são submetidas ao bombardeamento com microprojeteis de ouro e tungstênio a 1500 Km/h, sendo assim, o DNA é modificado produzindo o anticorpo 2G12, responsável pelo enfraquecimento do vírus da AIDS.
Após esse processo, as sementes são submetidas a cromatografia de imunoafinidade, onde é produzido um gel utilizado nas relações sexuais. Esse método pode melhorar e baratear em 96% os custos para produção desse anticorpo que antes era produzido em células de mamíferos cultivadas em tanques de fermentação.
Imagem: Cotrijui.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Aids, prostituição e processos: começa a ressaca do “BBB 15″

O clima de descontração e festa na final do “Big Brother Brasil 15″ já parece estar bem distante do cotidiano dos participantes. Mesmo tudo tendo acontecido na semana passada. As desavenças que foram até poucas dentro da casa (comparando com outras edições) começaram a pegar fogo só agora, com os participantes já livres do cárcere voluntário.
Tudo começou quando Fernando descobriu que Angélica, Tamires e Amanda disseram que por ele trabalhar em projetos sociais voltados para questão de reabilitação de pacientes com Aids, ele provavelmente seria portador também.

Fernando ameaça processar Angélica que ameaça processar Aline

Me decepcionei muito, é um preconceito absurdo. Julgam as pessoas pelo o quê elas vestem, pelo o que elas falam, só que não julgam as pessoas pelo o que elas são. É muito fácil apontar para o outro e falar mal, agora é muito difícil falar bem. E aí eu venho desenvolvendo esse trabalho de longa data para justamente quebrar esse preconceito. Foi um absurdo essa especulação e afirmação. Eu já acionei minha assessoria e estamos consultando um advogado. O que elas (Angélica, Tamires e Amanda) falaram está gravado. A gente tem todas as informações necessárias para acionar a Justiça. Agora está na mão dos advogados, e as pessoas envolvidas podem responder por isso. A gente só vai aguardar o momento certo.
Aline e Fernando seguem no centro das polêmicas
Aline e Fernando seguem no centro das polêmicas
O mesmo Ego que colheu essa informação conversou com Angélica sobre essa questão:
Todos os participantes ficaram chocados com esta acusação dele e da Aline. Sou enfermeira há 14 anos e sempre trabalhei para pessoas doentes. Não tenho esse tipo de preconceito. Tenho certeza de que não falei que ele tem a doença. Apenas estava falando do trabalho social dele, que é muito bonito. Eu tenho minha consciência tranquila e não estou preocupada com futuros processos. Isso não aconteceu.
Logo depois a assessoria de Fernando retificou a questão do processo, dizendo que a declaração do carioca foi feita no calor do momento e que ele só queria chamar atenção para o problema do preconceito. Mas aí, neste meio tempo Angélica lembrou que Aline tinha dito no programa que ela era prostituta e resolveu entrar com um processo também.
É muito fácil falar e depois dizer que fez tudo bem, sem pensar. A Aline errou e foi muito sério o que ela falou de mim. Está na hora da Aline aprender a ter responsabilidade com o que fala. Ela não é uma menininha, é uma mulher e não é a dona da verdade. Não aceito as desculpas, que enfie as desculpas no bolso. Estava na minha, mas toda ação tem uma reação (…) Eu e o meu advogado já estamos com todas as provas. Não quero o dinheiro dela, mas exijo respeito. Quem não deve não teme. Apenas estou me defendendo das acusações dela.
Angélica é um personagem mais interessante fora da casa do que dentro
Angélica é um personagem mais interessante fora da casa do que dentro
A assessoria de Aline informou, também ao Ego, que só irá se manifestar depois de receberer a notificação.
Esse “BBB” já está rendendo mais do que a encomenda.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Remédio que impede HIV pode decretar fim da era da camisinha

O Truvada é encontrado no mercado americano desde 2004, como tratamento para pessoas infectadas com o HIV

O Truvada é encontrado no mercado americano desde 2004, como tratamento para pessoas infectadas com o HIV

Nova York - Mais de dez anos após ser aceito como tratamento para o HIV e passados já 30 meses desde que conseguiu ser oficialmente considerado como uma profilaxia para o vírus (PrEP), o remédio Truvada vai ganhando popularidade e cobertura, influenciado a vida sexual dos americanos.
Este medicamento produzido pelo laboratório Gilead, que tem sua versão genérica do laboratório indiano Cipla, passou por vários estados: tratamento regular para infectados, pílula "do dia anterior" ou do "dia seguinte" de ter relações de risco e, já há dois anos e meio, tratamento regular diário para pacientes em risco.
Neste último formato, o PrEP só funciona por enquanto nos Estados Unidos, Brasil e África do Sul, embora esteja em processo para ser aprovado na França.
E enquanto os laboratórios, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês) são claros e o catalogam como uma precaução adicional ao uso de outras medidas, especialmente o preservativo, a aplicação prática não é exatamente assim.
"Eu escolhi não usar preservativos. Estou tomando PrEP desde o dia 19 julho de 2011. No primeiro ano o combinava com preservativos, porque ainda era muito novo. Minha cabeça não podia sentir-se segura sem preservativo. Mas, uma vez que minha experiência demonstrou que realmente funciona e que o tomo todos os dias, já não uso preservativo", disse à Agência Efe Damon Jacobs, terapeuta sobre transmissão do HIV e medicado com Truvada.
Jacobs está em tour pelos Estados Unidos com uma palestra na qual conta sobre sua experiência com o remédio, que foi adquirido em farmácias com prescrição médica para uso profilático por 3.253 pessoas entre janeiro de 2012 e março de 2014.
O Truvada, uma combinação dos antirretrovirais tenofovir e emtricitabine, já é um tratamento aceito em modo coparticipativo pela grande maioria dos seguros médicos privados, no Obamacare, para o qual a própria farmacêutica oferece um plano de financiamento. Nova York e Washington são os estados que encabeçaram esta medida.
O medicamento pode interferir na função renal e provocar dores de cabeça e náuseas nos primeiros meses de uso. Para Jacobs, tudo muito pouco perto dos benefícios.
"Os únicos efeitos colaterais que tive são paz mental e um sexo incrível, porque sexo sem medo é algo extraordinário e não sabia o que era até agora pouco", comentou.
O terapeuta faz parte de um dos grupos apontados pela OMS como os de maior risco: a população homossexual, à qual "recomendou encarecidamente" que adote a medicação como medida para acabar com a epidemia da aids, já que tem 99% de efetividade, assim como outros grupos de risco, como heterossexuais com vários parceiros sexuais e usuários de drogas injetáveis.
"Nos últimos dez anos, a população negra, gay e bissexual, entre 13 e 24 anos é a que mais registrou aumentos do percentual de contaminação pelo HIV", explicou Jacobs.
Talvez por isso, e porque no caso dos homossexuais não existe risco de concepção, nos sites e aplicativos de contatos para gays, a palavra PrEP começa a entrar na categoria de sexo com ou sem preservativo.
A fabricante explicou que 40% dos usuários do Truvada são mulheres (especialmente do sul dos Estados Unidos), mas embora o consumo entre homossexuais esteja aumentando, entre as mulheres está caindo.
Como é possível imaginar, seu uso não está livre de polêmica. Michael Weinstein, o presidente da Fundação do Cuidado da Aids, é seu principal crítico, por considerá-lo contraproducente, por causa do risco de uso irregular da pílula ou da possibilidade que o vírus se tornar mais forte e imune ao fármaco. Para ele se trata de "um desastre sanitário em processo".
Jacobs insistiu que ele é uma "camada extra" de proteção para quem não pratica sexo seguro. "As pessoas têm feito sexo sem preservativo de maneira persistente nos últimos anos. Por isso há 50 mil novas infecções por ano", contestou Jacobs.
"A parte racional do cérebro é neutralizada quando estamos excitados e esse é o momento em que precisamos lembrar de usar preservativo. É mais provável tomar um comprimido no dia seguinte", argumentou Jacobs.
Em todo caso, ainda existe entre a população o medo lógico de uma medida incapaz de ser fiscalizada como o látex e a própria farmacêutica decidiu não divulgar este uso do Truvada para pacientes que não são HIV positivo.
"A companhia não empreendeu atividades de promoção do Truvada como tratamento profilático", informou à empresa em comunicado enviado à Agência Efe, mas realizou uma campanha informativa "sobre o uso apropriado" do medicamento.
Também há vozes que apontam que a utilização do PrEP como alternativa ao preservativo poderia aumentar o contágio de outras doenças como gonorreia ou clamídia, embora seu uso também obrigue os usuários a realizarem controles trimestrais para monitorar as condições renais e a sorologia.
"Já não há argumentos científicos ou econômicos para rebatê-lo e só restou o argumento de que as pessoas vaão fazer mais sexo com o remédio, o que parece continuar a incomodar alguns setores da sociedade. Aconteceu o mesmo quando a pílula anticoncepcional foi inventada ou quando descobriram a cura para a sífilis", concluiu Jacobs.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

O dispositivo que vai revolucionar o mundo


Um novo aplicativo para smartphone que examina amostras de sangue para HIV e sífilis em apenas 15 minutos pode salvar milhões de vidas em todo o mundo, de acordo com cientistas. O software, desenvolvido por especialistas biomédicos da Universidade de Columbia, nos EUA, analisa as amostras de sangue colhidas com um dispositivo de punção digital ligado ao celular. O kit, que pode ser ligado a qualquer smartphone ou computador, replica um teste de laboratório e pode dar um diagnóstico em apenas 15 minutos. 

O dispositivo é quase 540 vezes mais barato do que as máquinas atuais usadas nos laboratórios para detecção de vírus HIV, e já foi testado em pacientes em Luanda durante um estudo de campo inicial. Os profissionais de saúde testaram o sangue de 96 pacientes que frequentaram clínicas de prevenção, e também os que aceitaram fazer a testagem voluntária nas ruas. 

O aparelho foi desenvolvido para ser pequeno e leve o suficiente para caber em uma das mãos. Sua energia é carregada a partir do smartphone ou do laptop, o que permite que ele seja usado em áreas remotas, longe da civilização. Na África, onde o vírus HIV existe em massa até mesmo nessas regiões mais longínquas, o aplicativo é praticamente revolucionário. 

Samuel Sia, professor de engenharia biomédica na Universidade de Columbia, disse que o trabalho da equipe mostrou que testes completos de laboratório de qualidade podem ser executados no aplicativo de smartphone. Isso faria com que um diagnóstico confiável fosse acessível a quase toda a população com acesso a um smartphone e ao dispositivo, que ainda não está disponível nas farmácias. “Esse tipo de recurso pode transformar a maneira como os serviços de saúde são disponibilizados em todo o mundo”, acrescentou.


No passado, a equipe do professor Sia tinha trabalhado na criação de kits de teste em miniatura para sífilis e outras doenças sexualmente transmissíveis. Ele disse: “Nós sabemos que o diagnóstico precoce e o tratamento em mulheres grávidas com HIV pode reduzir muito as conseqüências adversas para elas próprias e seus bebês também.” 

O novo kit que consiste do dispositivo com o aplicativo deverá custar algo em torno de 35 dólares (90 reais) para ser fabricado, o que é verdadeiramente revolucionário em comparação com o custo de uma máquina de laboratório padrão, que custa em torno de 18.500 dólares (50 mil reais). 

Em Luanda, os profissionais de saúde foram dados 30 minutos de treinamento apenas, e 97% dos pacientes disseram que recomendariam o dispositivo. A rapidez, a capacidade de oferecer resultados para várias doenças venéreas e a simplicidade do procedimento foram os aspectos mais elogiados do produto, de acordo com o professor Sia. Ele disse: “Nosso aparelho apresenta novos recursos para uma ampla gama de usuários, de prestadores de cuidados de saúde até os próprios consumidores. Ao aumentarmos a detecção de infecções de sífilis, podemos ser capazes de reduzir as mortes dramaticamente. E nos casos de Aids, o dispositivo é fundamental, pois é altamente sensível e preciso, principalmente em casos de falsos negativos do vírus. Isso os ajudará com a terapia anti-retroviral imediata.” 

O trabalho da equipe de Sia foi publicado na revista Science Translational Medicine

A tendência é que o dispositivo fique cada vez menor e mais preciso. Ou seja, o uso da camisinha pode ser descartado futuramente desde que o aparelho cubra todas as DST’s em um tempo pequeno, bastando as duas pessoas, prestes a fazer o bom e velho tchakabum, se testarem antes do ato.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Carnaval: você vai pegar Aids

Título sensacionalista, sim, Há! Clicaram? Ah, então surtiu efeito. Bom, vamos conversar um pouco… Carnaval tá chegando e você vai, sim, pegar Aids e muito mais… se não usar a bendita CAMISINHA.


Sério, gente, o assunto aqui é bem sério. É claro que você pode pegar uma DST qualquer o ano inteiro, mas convenhamos que nessa época, a probabilidade aumenta bastante, devido ao maior número de libertinagem.
Antes de sair pra fazer a sua viagem ou pra pular no bloco aí da esquina, pelo amor de Deus, meu querido E MINHA QUERIDA, coloque pelo menos 5 camisinhas no seu bolso. Sim, enfatizo ainda mais a mulher porque ainda existe aquele preconceito escroto de alguns homens que acham ERRADO e VULGAR uma mulher andar com camisinha. Vulgar é não conseguir fazer sexo porque tá com condiloma acuminado, meu querido…
Vocês têm noção do quanto isso é bizarro? A pessoa acha ERRADO que a mulher se previna e tenha amor e respeito ao próprio corpo! Tem que andar com camisinha SIM! Além de evitar que você engravide (dos males, o menor), impede que você pegue uma porrada de DSTs, que vão de herpes à coisas terríveis (uma breve visita ao google imagens lhe deixa traumatizado pelos próximos 30 anos).
Sabe por que eu digo (e quase imploro) pra você já sair de casa prevenida (o)? Porque não adianta eu, o governo, a sua mãe, o Ministro da saúde, ou o papa (esse não, né…) pedir pra que você faça sexo com camisinha se você já estiver lá “de frente com Gabi”, com a buceta piscando mais do que rádio relógio. A última coisa que você vai pensar é em ir na farmácia comprar um preservativo, ou então negar a trepada. Isso só acontecerá se você tiver uma força de vontade muito grande, e nós sabemos que você não tem, risos.

Bom galera nós do blog só queremos que todos gozem na vara a vontade neste carnaval e usem camisinha pois depois de contrair AIDS já era e o que vai te restar é chorar e se tratar pelo resto da vida e se caso você pegar ou não veja o vídeo abaixo.

Bom carnaval a todos!

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