sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Fogo contra fogo: drones lançarão bolas em chamas para controlar incêndios


ando pensamos em incêndios, a última coisa que passa por nossas cabeças é usar fogo para impedir que ainda mais coisas sejam destruídas. No entanto, é exatamente o que um grupo de pesquisadores da Universidade de Nebraska-Lincoln decidiu fazer, e para isso eles estão desenvolvendo um drone especialmente adaptado para a tarefa.
Batizado de Sistema Aéreo Não Tripulado para Combate a Incêndios (UAS-FF, na sigla em inglês), ele transporta esferas um pouco maiores do que as usadas em jogos de pingue-pongue, que são inflamadas quimicamente. O operador do veículo o programa para lançar essas esferas em áreas que possam estar no caminho de um incêndio florestal, por exemplo.
Assim, queimando de forma controlada o “combustível” do incêndio antes que este chegue a um determinado local, ele perde força e fica mais fácil de ser controlado, diminuindo os danos ambientais e os riscos para equipes de combate a incêndio. Ainda deve levar mais algum tempo antes que os drones UAS-FF sejam efetivamente utilizados em operações contra queimadas e incêndios, mas a iniciativa pode salvar vidas no futuro, caso seja bem sucedida.
Esferas cheias de permanganato de potássio recebem uma injeção de glicol antes de serem lançadas em padrões específicos para controlar incêndios e evitar maiores danos - Imagem: UNL Newsroom
Testes em um ambiente controlado já apresentaram resultados promissores e os cientistas já estão em contato com a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos para conseguir autorização para um teste em condições reais até março de 2016. Queimadas controladas são reconhecidas como uma forma eficiente de preservar fauna e flora nativa de regiões constantemente atingidas por incêndios, mas os riscos à vida humana muitas vezes impediram a sua aplicação. Com o uso de drones, isso pode mudar.
IMAGEN(S)

Sphero BB-8, o drone de Star Wars que vai deixar você babando



As esferas magnéticas Sphero acabam de ganhar uma versão inspirada no dróide BB-8 de Star Wars, o pequeno robô que vai fazer sua estreia nos cinemas em dezembro — no aguardo “Episódio VII: o Despertar da Força”. Vale dizer que o BB-8 é bem mais do que um enfeite para os fãs da saga, pois se trata de sendo um drone muito divertido e que pode agradar a qualquer apaixonado por tecnologia.

Design

O design do dispositivo é incrível e bem similar ao que veremos nos cinemas. Com a tecnologia Sphero da Disney, a réplica belíssima do novo personagem pode simular perfeitamente a locomoção dele em terrenos lisos — pisos mais acidentados e aderentes podem dificultar o desempenho, uma vez que o motor utilizado não é muito potente.

Utilização simples
Para realizar os comandos do drone, é preciso instalar um app para smartphones Android ou iOS. Com esse app os usuários podem ligar o dispositivo e ordenar uma série de ações, sendo que sem a conexão o BB-8 não pode ser utilizado — dessa forma ele apenas ficaria na base de carregamento movimentando a cabeça.
O controle pode ser um pouco complexo no começo, mas graças aos tutoriais do app isso é facilmente superado. Em poucos minutos, é possível fazer com que o BB-8 esteja rolando por toda a sua casa ou seu escritório sem colisões com outros objetos. É importante deixar claro que o app é um pouco pesado e pode ficar bem lento em aparelhos mais antigos.

Modos adicionais

Além de controles manuais, também existem alguns comandos pré-definidos para fazer com que o pequeno Sphero simule uma patrulha pelos ambientes, por exemplo. E o mais legal é que o dispositivo pode aprender onde ficam os móveis e criar mapas próprios para tornar suas patrulhas ainda mais impressionantes.
Com o modo “Message”, os usuários ainda podem gravar mensagens de vídeo para enviar recados holográficos pelo BB-8. A reprodução acontece pelo próprio app, uma vez que a holografia é mostrada em realidade aumentada pela tela do portátil.

Base de carregamento

Destaque também para a base de carregamento dos Spheros BB-8, que realiza o processo por indução elétrica. Ainda não é possível comprar o Sphero BB-8 no Brasil. Nos Estados Unidos, cada unidade está sendo vendida por US$ 149. Será que o BB-8 vai chegar ao nosso mercado em um futuro próximo?

Japão mira carros com piloto automático e drones

Drone
Drone: decisão pode ser uma bênção para o setor automotivo japonês


O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, vai flexibilizar a regulamentação para permitir que carros com direção autônoma sejam testados em vias públicas no ano fiscal de 2017, com o objetivo de que as companhias forneçam o serviço nos Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio.
A decisão de Abe, tomada em reunião com o chefe da Toyota Motor Corp e outros executivos, pode ser uma bênção para o setor automotivo japonês, que busca acompanhar o Google no desenvolvimento de carros com piloto automático.
Promover a tecnologia pode também incentivar a inovação e os gastos de capital, dois elementos que economistas dizem ser essenciais para o Japão interromper o ciclo que já dura décadas de entrar e sair da recessão.
"Os investimentos são chave para uma produtividade maior e, baseado nestes investimentos, podemos assumir a liderança ao iniciar a próxima revolução industrial", disse Abe nesta quinta-feira. Toyota, Nissan Motor Co e Honda Motor Co têm esperanças de lançar no mercado por volta de 2020 automóveis que permitam que o condutor acione o piloto automático, e gostariam de usar a Olimpíada de Tóquio como plataforma para apresentar os carros do futuro.
Abe também vai flexibilizar a regulamentação para permitir que pequenos drones entreguem encomendas em três anos, o que pode encorajar a inovação em outro campo que o Japão tem ficado para trás nos últimos anos.

Sinuca


Pai Oxupador prevê!!!


Nova musa fitness australiana está desbancando brasileiras

destaque

Aos 20 anos, essa loirinha, com rosto angelical, está desbancando todas as musas fitness brasileiras que você já viu até agora. Isso porque, apesar da pouca idade e das feições meigas, o corpo da australiana Maggie May Russell é algo tão perfeito que mais parece photoshop.
Claro que a perfeição de Maggie é baseado na beleza esperada de uma musa fitness: corpo marombado, com músculos definidos e muitas curvas. Não é todos que acham esse o padrão de beleza feminino ideal, mas aos que gostam, a australiana garante: é tudo natural.
Com mais de 24 mil seguidores em sua conta no Instagram, para os quais ama mostrar o corpão, a nova musa fitness garante que tudo ali é fruto de muita relação, malhação pesada 6 dias por semana e, claro, uma dieta mais que balanceada. “Nunca tomei esteroides”, garantiu em entrevista a um jornal estrangeiro a garota, que um dia foi gordinha.

Mesmo sendo apaixonada por musculação e ter iniciado carreira em competições de fisiculturismo, a nova musa fitness garante que não pretende perder sua feminilidade. Apesar disso, para alguns seguidores, a australiana já está perdendo o controle da situação. Por isso, críticas às suas formas musculosas e à largura de seus ombros são comuns no Instagram.
Há quem diga também, em comentários maldosos, que a australina entrou na faca para delinear a cintura e aumentar o bumbum. A musa fitness, no entanto, explica que toda sua forma sarada foi conseguida por meio de treinos de 4 horas diárias, juntamente com o consumo zero de carboidratos.
Claro que muita gente sente é recalque a respeito do corpo de Maggie. A gente só espera que ela continue linda assim, e que não se empolgue, ao ponto de deixar seu corpo parecido com o da Barbie Musculosa (clique), como você já viu aqui, em outra matéria.

Veja outras fotos da musa fitness australiana:

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E então, o que achou da nova musa fitness?

COMO AJUDAR ANIMAIS DE RUA E O QUE FAZER EM CASO DE MAUS TRATOS - PRIMEIRA PARTE

Foto: Reprodução
Sabemos que no Brasil em geral existem muitos animais soltos pelas ruas, que são abandonados pelos seus donos, e animais que têm dono e são maltratados por eles, ficando muitas vezes acorrentados sob sol e chuva, sem água e comida, ou são largados doentes sem os cuidados necessários.

A ativista defensora dos animais Luciana Ronconi, responde questões sobre defesa dos animais: (de uma série de entrevistas dadas à Rádio Defesa dos Animais)

Gostaríamos de saber o que pode ser considerado maus tratos?

Podem ser considerados maus tratos:
Abandonar, espancar, golpear, mutilar,e envenenar animais
- Manter animais presos permanentemente em correntes ou em locais pequenos e sujos, não abriga-los de sol, chuva e frio, mante-los sem ventilação ou luz solar, não alimentá-los diariamente, negar assistência veterinária a animal doente ou ferido, submeter animais a trabalho excessivo, capturar animais silvestres, utilizar animais em shows que possam lhe causar estresse, promover rinhas e eventos violentos envolvendo animais.

E como devemos proceder ao presenciar um caso de maus tratos?

Em qualquer situação de maus tratos, a pessoa que presenciou o fato deve dirigir-se pessoalmente a uma delegacia do meio ambiente da sua cidade e registrar a ocorrência, além de escrever um requerimento de próprio punho solicitando a instauração de inquérito policial para investigar o caso.

Caso na sua cidade não exista uma delegacia do meio ambiente, faça a denuncia em uma delegacia comum, apenas leve uma copia da lei de maus tratos, que é a lei de número  9605/98, que é a lei de Crimes Ambientais, que pode ser encontrada fazendo uma pesquisa na internet.

Se possível, registre o fato através de fotos, e peça a um veterinário que vá até o local e faça um laudo de maus tratos. Em muitos casos, os maus tratos são visíveis, como por exemplo, em caso de desnutrição, onde o animal está muito magro, ou quando o animal apresenta sinais visíveis de doença e maus tratos. Nesses casos, levar fotos e um laudo veterinário reforça a denuncia.

Muitas vezes, vale a pena tentar contatar a pessoa, tocar a campainha e tentar conversar com a pessoa, saber o porque do animal estar naquelas condições. Muitas vezes, é falta de informação, ou falta de condição financeira para cuidar dele.

Nesses casos, pode-se pedir para fotografar o animal e tentar obter ajuda entre os parentes e amigos, nas redes sociais, pedindo doação de ração, medicamentos, ou até mesmo fazer uma vaquinha para tratamento veterinário.

Pode-se perguntar também se a pessoa tem interesse em doar o animal, e nesses casos, fazer uma publicação nos sites de adoção, nas redes sociais, e divulgar fotos com telefone de contato, em pet shops e locais onde exista circulação de pessoas que gostem de animais.

Caso o dono do animal se mostre inacessível, não queira conversar e nem aceite ajuda, deve-se partir imediatamente para a denuncia formal em uma delegacia do meio ambiente.

Não tenha medo de denunciar. Na verdade, quem denuncia figura como testemunha, pois quem denuncia na verdade é o Estado.

Essa denuncia pode ser feita de forma anônima, basta informar na hora de fazer o termo circunstanciado que não gostaria de ser identificado. Dessa forma, o dono do animal não saberá quem fez a denuncia, pois o denunciante ficará anônimo.

O importante é não se omitir, não deixar de denunciar.
Quem deve fazer a denuncia é quem presencia os maus tratos. Não adianta pedir para outra pessoa.

Na delegacia, você terá de passar as informações que sabe sobre o fato, e então não adianta delegar essa tarefa a terceiros.  A denuncia deve ser feita imediatamente á ocorrência do fato, porque muitas vezes a situação é grave e não se pode esperar, e deve ser feita pela  pessoa que o presenciou.

Se a Polícia não atender ao chamado, ligue para a Corregedoria da Polícia Civil da sua cidade, e informe o que os policiais  disseram quando se negaram a  atender.

Luciana, e quando o animal está trancado em um local fechado, onde não existem pessoas, e esse animal está sozinho, sem água nem comida, o que fazer?

Há 3 anos atrás um gato ficou preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento no 15º andar de um Edifício em um bairro nobre aqui de SP, sem água e nem comida.

Esse caso chamou a atenção dos vizinhos, que fizeram vários pedidos de socorro ao corpo de bombeiros e a policia militar, mas não receberam ajuda.

Esses moradores vizinhos recorreram então ao síndico do prédio. O sindico,  sabendo que os responsáveis pelo animal tinham viajado pro Rio de Janeiro, sentiu-se na obrigação de invadir o apartamento para prestar socorro ao animal.

A Constituição Brasileira declara que “a casa é asilo inviolável do indivíduo, e que ninguém nela pode entrar sem o consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial”.

Nada existe no nosso ordenamento jurídico que nos leve a entender que esta norma tenha por destino a prestação de socorro, exclusivamente, ao animal humano, além do que a lei veda qualquer pratica que submeta os animais a atos de crueldade.

Então, deixar um animal sem água e sem comida, preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento, durante vários dias, é submetê-lo à crueldade, é condená-lo à morte, é crime.

De que maneira poderia o Poder Público, obedecendo à Constituição, proteger este animal ou evitar que ele fosse submetido a crueldade e até mesmo a morte, sem socorrê-lo?

Então, é dever do Poder Público fazer uso de uma das exceções constitucionais ao princípio da inviolabilidade do domicílio, prestando socorro imediato ao animal.

Além disso, é importante lembrar que o Código Penal, em seu artigo 150, §3º, inciso II, afirma “não constituir crime a entrada ou permanência em casa alheia ou em suas dependências, a qualquer hora do dia ou da noite, quando algum crime está sendo ali praticado ou na iminência de o ser”.

Então, para que não seja configurada violação de domicilio, basta ir acompanhado de duas testemunhas, abrir a porta da casa com um chaveiro, e fecha-la após prestar socorro ao animal. Em seguida, basta escrever um termo descrevendo as condições em que se encontrava o animal, assiná-lo e colher as assinaturas das testemunhas, levando ao conhecimento da policia.

Feito isso, pode-se levar o animal para ser atendido em uma clinica veterinária, para que seu sofrimento seja aliviado.

Em caso de maus tratos, peça um laudo veterinário que ateste o fato, e formalize a denuncia numa delegacia do meio ambiente, conforme falei anteriormente.

“Manter-se inerte diante de um ato de maus-tratos é conduta moralmente censurável, que só faz crescer a audácia do malfeitor”, conforme nos faz lembrar o Promotor de Justiça de São José dos Campos, Laerte Fernando Levai, em seu livro Direito dos Animais.

Existem inúmeros casos de pessoas que tomaram essas providencias e conseguiram salvar os animais que estavam submetidos a maus tratos, presos em locais fechados e sem acesso a água nem comida.

Basta não se acovardar e não se omitir diante do fato, pois quando a pessoa se omite, o animal morre sem socorro.

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